Qual é a diferença entre PhDA e TDAH?

170 visualizações
Não existe diferença entre PHDA e TDAH. As duas siglas referem-se à mesma condição: o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. A sigla PHDA é mais comum em Portugal, enquanto TDAH é o termo padrão utilizado no Brasil para o mesmo transtorno do neurodesenvolvimento.
Comentário 0 curtidas

Qual a diferença entre TDAH e DDA? Entenda as nuances.

Olha, essa coisa de TDAH, é complicado mesmo. Antes eu confundia muito, achava que era tudo a mesma coisa, sabe? Mas, tipo, TDAH é a sigla em português, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. A PHDA é o termo em português para o TDAH, então tecnicamente são a mesma coisa, só que uma é mais usada. A ideia é que a pessoa tem dificuldade de focar, se concentrar, e às vezes age sem pensar muito.

Lembro de quando eu era pequeno, era uma luta pra ficar quieto na aula, sabe. Parecia que meu corpo tinha vida própria, queria correr, pular, falar tudo de uma vez. Os professores ficavam meio que sem saber o que fazer, e meus pais também. Era frustrante, porque eu queria aprender, mas a cabeça não parava um segundo.

Essa coisa de "déficit de atenção" é bem o que acontece. A atenção não é que falte, mas ela pula de um lado pra outro, como se tivesse um filtro quebrada. Então, uma coisa que pra outra pessoa é normal, pra gente é um desafio. O "com hiperatividade" é pra quem tem essa parte mais agitada, que não consegue ficar parado.

Mas tem gente que tem só o "déficit de atenção" e não a parte da hiperatividade. Aí eles chamam de DDA, que é Transtorno do Déficit de Atenção. Basicamente, são as mesmas dificuldades de concentração, de organização, de planejar as coisas. Só que sem a agitação toda, a pessoa pode parecer mais quieta por fora, mas por dentro a cabeça tá a mil, pulando de pensamento em pensamento.

É mais uma questão de apresentação da condição, entende. TDAH abrange as duas coisas, DDA só o déficit. Então, quando falam TDAH, pode ser que a pessoa seja mais agitada ou não. Se falam DDA, é mais focado na falta de atenção. Na prática, a gente se entende. A ideia é que o cérebro funciona de um jeito um pouco diferente.