Quando é que uma ação é aberta?

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Uma ação é considerada aberta quando o destino final do personagem principal permanece incerto, deixando o público em suspense ou com perguntas não respondidas. Em contrapartida, uma ação é fechada quando o destino de todos os personagens é claramente definido, sem margem para dúvidas.

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Quando é que uma história, sabe? Quando é que ela realmente te deixa? Porque é que algumas ficam gravadas na alma e outras… esvaem-se como fumaça? Acho que tem tudo a ver com o que a gente chama de “ação aberta” ou “ação fechada”.

Dizem os entendidos – e eu, que adoro um bom livro, concordo – que uma ação aberta é quando, no fim, ainda estás lá, a pensar, a roer as unhas, com um nó na garganta. Sabe? Tipo quando terminei de ler “1984”, fiquei dias a sentir aquele frio na espinha, a imaginar… Será que o Winston escapou? Será que… Ah, que angústia! Aquele final, inacabado, me deixou completamente desorientada. Ainda hoje, às vezes, me pego a pensar nisso. O destino dele, sabe? Permanece incerto. Um mistério. Aquele suspense, uau!

Já uma ação fechada… é como um abraço bem apertado, que te deixa quentinha e segura. Tudo resolvido, amarrado com um laço bem bonito. Lembro-me de ler “O Hobbit” – que história deliciosa, aliás – e no final, tudo bem certinho, cada personagem no seu lugar. Satisfatório, sabe? Claro que a gente também gosta de uma boa resolução, de um fim que nos deixa tranquilos. Mas… e a adrenalina da incerteza? E aquela sensação… deliciosa… de não saber o que vai acontecer?

Enfim, sei lá, talvez seja só eu que gosto de sofrer um bocadinho, rsrs. Mas acho que é isso: uma ação aberta deixa pontas soltas, perguntas sem resposta, um vazio gostoso que te faz pensar; uma ação fechada… fecha o livro, fecha o ciclo, fecha a história. E você, que tipo de final prefere?