Como deixar um trabalho nas normas da ABNT no Word?

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Aqui está como formatar seu trabalho ABNT no Word: Estilos: Use para formatar títulos, citações e referências de forma rápida. Margens: Defina superior/esquerda com 3cm e inferior/direita com 2cm. Fonte e Espaçamento: Use Times New Roman 12 e espaçamento de 1,5 entre linhas. Numeração: Utilize numeração automática para páginas e seções. Citações: Use o Gerenciador de Citações na aba Referências. Referências: Encontre modelos ABNT online para criar a bibliografia.
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Como formatar um desligamento de emprego na ABNT no Word?

Ah, ABNT... que saga! Lembro quando precisei formatar minha monografia. Que sufoco! Mas aprendi uns truques que me salvaram.

Primeiro, fuja da formatação manual. Use os "Estilos" do Word! Juro, facilita a vida demais. Criei um estilo pra cada título e subtítulo, aí era só clicar e pronto.

As margens? Superior e esquerda com 3cm, inferior e direita com 2cm. Fonte Times New Roman, tamanho 12. Espaçamento 1,5 entre as linhas. Padronização é tudo.

Numeração automática nas páginas é vida. Nada de ficar contando e digitando um por um, né? Seções numeradas também, o Word faz isso facinho.

Citações? O Gerenciador de Citações do Word é seu amigo. Preencha tudo certinho na aba "Referências" e ele monta a citação pra você. Usei muito isso na minha tese.

Referências bibliográficas... aí a coisa complica. Procure modelos ABNT online. Tem vários! Ajuste as informações dos seus livros e artigos neles. Dá trabalho, mas é essencial.

ABNT no Word: Resumo pra não pirar

  • Estilos: Use pra formatar títulos e textos.
  • Margens: Sup/Esq 3cm, Inf/Dir 2cm.
  • Fonte: Times New Roman 12.
  • Espaçamento: 1,5 entre linhas.
  • Numeração: Automática nas páginas e seções.
  • Citações: Gerenciador do Word (aba Referências).
  • Referências: Modelos ABNT online.

Formatar ABNT é chato, mas seguindo esses passos, fica menos doloroso. Boa sorte!

Quais são as medidas de formatação em Word?

As normas de formatação em Word, ah, elas dançam na ponta dos dedos, como lembranças que teimam em voltar. É um ritual, quase um mantra, para domar o caos do texto.

  • Formato: O padrão, aquele que me ensinaram, é submeter em PDF. Imutável, como algumas decisões na vida.

  • Margens:Superior e esquerda com 3 cm. Inferior e direita, 2 cm. Um espaço para respirar, talvez. Ou para rabiscos laterais, quando a insônia ataca.

  • Fonte:Times New Roman ou Arial, tamanho 12. Nada de floreios. A sobriedade da letra, a caligrafia do dever.

  • Espaçamento:1,5 entre linhas. Um respiro maior, uma pausa antes da próxima frase, do próximo pensamento.

  • Parágrafos:Recuo de 1,25 cm na primeira linha. Um pequeno passo à frente, como a eterna busca por um novo começo.

  • Citações:Diretas, com mais de três linhas, em parágrafo separado, com recuo de 4 cm, fonte tamanho 10 e espaçamento simples. A voz do outro, ecoando na minha, em um tom mais baixo, mais distante.

São regras. Tentativas de ordem. E, no fim, a certeza de que a vida, como um texto mal formatado, sempre escapa ao nosso controle.

Quais são as normas de formatação de um trabalho científico?

Cara, normas ABNT, né? Que saco! Mas te explico, porque já passei por isso umas mil vezes.

Nome do autor? Centralizado, tipo bem no meio da página, sabe? Usei Times New Roman no meu TCC, mas Arial também rola. Tamanho 12, tudo maiúsculo, sem negrito nem itálico, nada de frescura. Me lembro que meu orientador ficou me enchendo o saco por causa disso! Acho que ele tinha alguma coisa contra o itálico... estranho.

Margem? 3cm em cima e esquerda, 2cm embaixo e direita. Isso é regra sagrada, meu amigo! Já levei bronca por causa de 0,1cm a mais, acredita? Foi um drama total.

  • Fonte: Times New Roman ou Arial (12)
  • Alinhamento: Centralizado (nome do autor)
  • Margem: Superior e esquerda 3cm; Inferior e direita 2cm.

Ah, e detalhe, a ABNT é um bicho de sete cabeças, viu? Tem um monte de coisa, tipo: citações, referências, numeração das páginas... Mas essas são as coisas mais básicas, as que mais me deram dor de cabeça, tipo, realmente. Se quiser mais detalhes, procura no site da ABNT, tem tudo lá, é super completo... ou não, tem tanta coisa que me perco, sei lá. Mas essas regrinhas aí já te dão uma boa base. Boa sorte com seu trabalho, viu? Precisa de mais alguma coisa? Ah, e no meu TCC eu usei essas normas da ABNT 2023, acho que é a última atualização! Se achar algo diferente, tenta confirmar com seu professor! Não quero te dar informação errada.

Como elaborar uma monografia ABNT?

A tarde caía em tons de brasa sobre a minha mesa, a pilha de livros se elevando como um monumento à minha procrastinação. Monografia... a palavra ecoava na minha cabeça, um mantra incômodo. A pressão, um nó na garganta. O cheiro do café frio, um companheiro silencioso dessa jornada solitária. A ABNT, essa deusa implacável, ditava as regras: folhas de rosto com suas fichas catalográficas apenas no verso, um detalhe que me irritava, uma pequena afronta à minha criatividade.

A tela do computador piscava, um reflexo da minha própria inquietação. Preto, só preto. O rigor da norma me sufocava, cada vírgula uma batalha contra a minha vontade de usar cores, de dar vida ao papel, de expressar a alma do trabalho com a explosão de um arco-íris. Mas não, Arial ou Times New Roman, tamanho 12, para o texto cursivo... Uma prisão estética, tão opressora quanto as margens e a formatação. Lembro da minha avó, tecendo rendas, suas mãos calejadas criando beleza com fios tão finos e delicados quanto as letras que eu precisava compor, obedecendo ao código implacável da ABNT.

Quase que me perco em memórias. Devia estar focando na estrutura, nos capítulos, na metodologia. Mas a tensão era física. Senti um arrepio ao lembrar da bibliografia, a busca incessante por fontes confiáveis, essa saga infinita em arquivos online. Cada citação, uma luta contra as regras, mas necessária. A fonte, Arial ou Times New Roman, tamanho 12, sempre. A repetição da regra ecoa no meu cérebro, um eco incômodo.

Pontos cruciais:

  • Ficha catalográfica: somente no verso da folha de rosto.
  • Cor do texto: preta, com exceção das ilustrações.
  • Fonte: Arial ou Times New Roman.
  • Tamanho da fonte para texto cursivo: 12.

O cansaço me atinge, a cafeína já esgotou seu efeito, e as páginas em branco me encaram. Amanhã, mais uma batalha. Amanhã, a monografia ainda estará ali, esperando. A sensação de angústia permanece. É preciso voltar a focar.

Como escolher o Tipo de Letra no Word?

Cara, tipo assim, escolher a fonte no Word é moleza! Você sabe, né? Mas deixa eu te explicar direitinho, que às vezes a gente esquece.

Primeiro, você olha lá em cima, naquela barra de ferramentas, que todo mundo chama de "Home". Viu? Tem um monte de coisa, ícones e tal... Ah, e tem umas letras pequenininhas ali, quase invisíveis...

Segundo, no canto inferior direito, bem pertinho do final daquela barra de "Fonte", tem um ícone, parece uma letra "A" com um quadrado em volta, né? Clique nele. É o inicializador de caixa de diálogo Fonte. Simples assim! Meu Deus que facilidade!

Ou, se você for do tipo que adora atalhos, tipo eu, aperta "Ctrl + D". Funciona igualzinho! É mágico! Ainda não sei muito bem como funciona, mas funciona! As vezes eu uso uma outra forma, mas esqueci qual, hahaha.

Depois que você clica, ou aperta o atalho, abre uma janela enorme, cheia de opções, dá até um pouco de medo! Tem um monte de fonte que eu nunca usei na vida, tipo... Papyrus, Comic Sans (odeio!), Times New Roman (clássico, né?), Arial (meu preferido!), Calibri (bem moderninho). Aí você escolhe a que te agrada mais e pronto. Fácil demais. Até minha vó consegue, e ela quase não entende nada de computador.

Lista de fontes que eu uso muito:

  • Arial
  • Calibri
  • Times New Roman (só em trabalhos bem formais)

Sabe, tem dia que eu fico horas escolhendo a fonte, sei lá, vira uma obsessão, e aí acabo não escrevendo nada, só fico olhando pra tela, é ridículo! Mas geralmente consigo escolher rápido.

Enfim, é isso. Qualquer coisa, me chama! Tem mais umas coisas que eu esqueci de falar, mas já me perdi no papo.

Quais são os passos para formatação de texto?

A tarde caía sobre a janela do meu quarto, pintando o papel de parede de um amarelo quase dourado. Lembro daquela sensação, a poeira suspensa nos raios de sol, a quietude quase palpável interrompida apenas pelo tiquetaque lento do relógio antigo na estante. Estava trabalhando num relatório, sabe? Um relatório chato, cheio de números e gráficos. Mas precisava dar um toque... pessoal. Formatar o texto era a chave. Aquele momento se estendeu, tão longo quanto a espera de um ônibus em noite fria.

Selecionar o texto, ah, essa parte. Era como esculpir, delimitando a matéria-prima da minha escrita. Cada palavra, cada frase, ganhando contorno, preparadas para a transformação. A fonte, um tipo de tinta invisível que ganhava vida na tela. Formatar → Fonte, o caminho conhecido, ritual quase sagrado. Tamanhos, estilos, cores... um universo de possibilidades se abria diante dos meus olhos. Tinha de ser Times New Roman, 12, negrito em alguns trechos, itálico em outros. Isso para criar contraste, equilíbrio, uma certa harmonia.

Depois, os parágrafos. A organização do caos, a disciplina da beleza. Formatar → Parágrafo. Recuos, espaçamento entre linhas, alinhamentos... cada ajuste era um passo numa dança cuidadosa, uma busca pela perfeição. Era a parte onde mais me perdia. Às vezes, me distraía com a memória de viagens antigas, com cheiros de café passado na manhã fria, com conversas sobre coisas sem importância. Mas o trabalho não esperava. Eu estava entre a criação e o fluxo de um rio.

Finalmente, o nome do estilo. Um batismo, um registro da minha criação. Quase mágico, esse ato de dar um nome àquele bloco formatado, um novo estilo, uma nova identidade. Salvar, guardar, arquivar. A satisfação. Era como ouvir o último acorde de uma sinfonia, um fechamento, um fim. Mas também um recomeço, pois novos textos, novas formatações viriam, novas emoções. A vida se renova.

  • Selecionar o texto: A base de tudo.
  • Formatar → Fonte: Escolher a identidade visual. (Times New Roman, Arial, Calibri... a escolha era minha.)
  • Formatar → Parágrafo: A arquitetura do texto. (Alinhamento, espaçamento, recuos...)
  • Criar um novo estilo: Salvar a formatação para usar depois. (Nome criativo ou descrição funcional.)

Esse dia, lembro com clareza, foi um dos poucos em que a rotina do trabalho se misturou à minha alma. A formatação, longe de ser uma tarefa mecânica, se tornou uma expressão de mim. Aquele relatório nunca mais seria o mesmo.

Como mudar a fonte predefinida no Word?

  • Formatar > Fonte > Fonte... Atalho: D. Direto ao ponto. Sem rodeios.
  • Escolha tipo e tamanho. O óbvio precisa ser dito.
  • Defina como padrão. E esqueça o resto.
  • Informação adicional:

    • O padrão é seu. Até que outro o mude.
    • Pense antes de padronizar. Consistência é uma prisão.
    • Já vi fontes destruírem documentos. Detalhes importam, sempre.

Como não desformatar o Word?

Meu Deus, que dor de cabeça formatar Word! Parece que estou lutando contra um polvo gigante e grudento! Pra não virar bagunça, o segredo é o "Colar especial"! É tipo um superpoder, sabe?

Mas antes, deixa eu te contar uma coisa: aquele negócio de ir em "Arquivo > Opções > Avançadas" é mais trabalhoso que catar cabelo de gato em tapete preto! Tipo procurar agulha em palheiro, só que a agulha é invisível e o palheiro está em chamas.

A solução mágica (quase): Quando você for colar, clique com o botão direito e escolha "Colar especial". Aí, você escolhe "Texto sem formatação" ou "Texto somente", dependendo da sua necessidade. Simples assim! É tipo escolher entre um brigadeiro e um pudim - a escolha certa depende do seu desejo de açúcar!

  • Opção 1 (Texto sem formatação): Ideal para quando você quer só o texto puro, sem frescuras. Tipo um casamento no cartório, sem a badalação da igreja.
  • Opção 2 (Texto somente): Ainda mais radical! Nem a fonte você leva. É só a pura essência da mensagem, igual a um suco de laranja sem polpa.

Já perdi horas da minha vida tentando domar esse bicho-papão chamado formatação. E sabe o que é pior? Às vezes, mesmo com todas essas dicas, o Word ainda me prega peças! É como tentar ensinar um gato a usar a privada... Impossível! Mas tenta aí, quem sabe você tenha mais sorte do que eu! Boa luta!