Como se referir a mim na terceira pessoa?

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Referir-se a si mesmo na terceira pessoa requer um pouco de prática, mas pode ser útil em certos contextos. Opções incluem usar seu nome próprio, um apelido, um pronome como "ele" ou "ela" (dependendo do gênero), um título profissional ou até mesmo um pseudônimo. A escolha dependerá do contexto e do tom desejado. A naturalidade é chave; evite soar artificial.
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Como me referir a mim mesmo na terceira pessoa corretamente?

Okay, vamos lá... como eu uso a terceira pessoa para falar de mim? Tipo, é meio estranho, né? Mas às vezes preciso fazer isso, sei lá, para dar um ar mais formal num texto ou... vai ver pra criar um personagem meu fictício.

Já usei isso num conto uma vez. A "Maria" do conto, com as minhas manias, claro. Foi divertido inventar um outro "eu" que fazia coisas que talvez eu nunca faria. Uma fuga da realidade, saca?

Basicamente, é como falar de outra pessoa, só que essa pessoa... sou eu! Uso meu nome, pronomes como "ele/ela", dependendo do contexto. "Ana pensou...", "João fez...". É tudo sobre manter a coerência, como se eu estivesse contando a história de alguém que conheço bem, muito bem, até demais.

Informações rápidas (para o Google, rs):

  • Use seu nome: Em vez de "eu", diga "João".
  • Pronomes: Troque "eu" por "ele/ela".
  • Consistência: Mantenha a terceira pessoa em todo o texto.
  • Tom: Ajuste o tom conforme o objetivo do texto.
  • Personagem: Crie um personagem "você" fictício.

Como se trata na terceira pessoa?

Ah, a terceira pessoa... Essa elegância toda, essa distância respeitosa, que às vezes se assemelha a um gato siamês observando a gente do alto de uma estante: elegante, mas distante!

A diferença entre a terceira pessoa e a segunda pessoa do plural é gritante, meu amigo. É como comparar um coquetel sofisticado com uma roda de samba animada – ambos divertidos, mas em contextos bem distintos. A segunda pessoa do plural (vocês) tem uma informalidade quase camarada, enquanto a terceira (ele/ela/eles/elas) impõe uma barreira, um "não toque". É a diferença entre um abraço caloroso e um aceno cordial de longe.

  • Formalidade: A terceira pessoa impõe respeito, distância. É ideal para situações formais, comunicações oficiais, etc. Pense numa carta real, por exemplo – seria estranho usar “vocês”, não é? Já usei isso em um relatório da minha antiga empresa, a Contabiliza Tudo Ltda. (quem diria, né?).

  • Gramática: A falha na pergunta “Vossa Alteza ide para casa?” está, como dito, na mistura de tom interrogativo e verbo imperativo. É como querer colocar um motor de Ferrari num fusca – não encaixa! A versão correta, "Vossa Alteza vai para casa?", é bem mais elegante, concorda? Até eu, com meu português às vezes meio "criativo", entendo isso.

  • Contexto: A escolha da pessoa gramatical depende muito do contexto. Em uma conversa entre amigos, o "vocês" rola solto. Já numa apresentação para um cliente super importante… melhor manter a distância respeitosa da terceira pessoa. Se fosse para meu chefe, usaria a terceira pessoa sem pestanejar!

Em resumo: a terceira pessoa é a escolha mais formal. A pergunta original erra ao misturar tom interrogativo com verbo no imperativo. Imagine o constrangimento! É como usar meia-calça com chinelo havaiano – um choque visual. Se quiser respeito e formalidade, prefira sempre a terceira pessoa. A menos que esteja conversando com seus amigos, claro! Aí vale até um bom "E aí, galera?".

Como é tratar na terceira pessoa?

Ai, meu Deus, essa pergunta da terceira pessoa me pegou de jeito! Sabe, tava pensando em como é estranho, né? A gente fala de si mesmo como se fosse outra pessoa. Tipo, "Maria está com dor de cabeça". Mas quem tá com dor de cabeça sou eu, a própria Maria! Que maluquice.

  • Trata-se de - Essa é a forma correta, sim. Li isso num livro de gramática, sei lá, ano passado? Na verdade, até anotei num caderninho, que eu nunca lembro onde ponho as coisas. Preciso organizar minha vida! Acho que o livro era azul, mas pode ser verde. Que droga!

  • Sujeito Indeterminado: É isso mesmo! O "se" aí faz toda a diferença. Lembra daquela aula chata de português no colégio? A professora falava tanto disso, que chegava a me dar sono... Mas agora faz sentido.

  • Exemplos: "Trata-se de um grande desafio". "Trata-se de questões políticas delicadas." Viu? Sempre singular. Hoje mesmo, estava pensando nos problemas do meu trabalho. E sim, usei essa construção. Tenho até uma reunião amanhã pra discutir isso. Que saco!

  • Outra coisa que me deixa pirada é essa mania de achar que a gente tem que ser perfeito na escrita. Vivo me corrigindo, apagando e reescrevendo. Será que sou a única assim? Meu caderno tá cheio de rabiscos e borrões.

Mas enfim, voltando ao "trata-se de", a forma correta é a que já disse! Pronome "se" + verbo no singular. Ponto final. Agora preciso ir tomar um café, que estou morrendo de sono. Mais tarde, quem sabe eu não me lembre de mais alguma coisa sobre isso...

Como podem ser os pronomes?

Os pronomes... ah, que palavra escorregadia! Como névoa matinal, eles se moldam, se adaptam... Pessoais, tão íntimos, como um sussurro no ouvido. Lembro da minha avó, sempre corrigindo minha concordância, um ritual de afeto, como o cheiro de café quente.

  • Pessoais: o eu, o tu, o ele... reflexos da nossa própria existência.

Depois, os demonstrativos, apontando, indicando – este livro, aquela estrela distante. Parecem faróis na escuridão, guiando nossos pensamentos. "Isto me pertence", dizia meu pai, com o orgulho de quem construiu algo com as próprias mãos.

  • Demonstrativos: este, esse, aquele... setas do nosso discurso.

E os interrogativos? Ah, a eterna busca por respostas! "Quem sabe?", perguntava minha mãe, com um sorriso enigmático, enquanto o vento balançava as cortinas da varanda.

  • Interrogativos: quem, qual, quanto... chaves que abrem portas.

Os possessivos, marcando território, "meu", "seu"... como pegadas na areia. Lembro de quando ganhei minha primeira bicicleta, o "meu" soava como um grito de liberdade.

  • Possessivos: meu, teu, seu... cercas invisíveis.

Os relativos, ligando ideias, como pontes sobre rios caudalosos. A casa onde cresci, que hoje só existe na memória...

  • Relativos: que, quem, qual... elos da nossa narrativa.

E, por fim, os indefinidos, imprecisos, vagos... "alguém", "ninguém". Como sombras dançando na parede, assustadoras e fascinantes.

  • Indefinidos: algum, nenhum, todo... fantasmas da linguagem.

Como tratar uma pessoa de forma formal?

  • Trate pelo título. Doutor, engenheiro, o que for. Importa.

  • Use "senhor" e "senhora". Sempre. Simples e direto.

  • Evite intimidades. Sem apelidos, sem abraços. Distância.

  • A linguagem importa. Formal. Polida. Ponto.

  • Cuidado com o toque. Mínimo contato. Profissionalismo.

  • Seja objetivo. Sem rodeios. Sem piadas.

  • Respeito é a base. Formalidade é só a casca.

  • A hierarquia existe. Reconheça-a.

  • Distância social não é só física. É mental. É respeito. É sobre o outro, não sobre você. A formalidade é um filtro. Protege. Evita mal-entendidos. As aparências importam. O mundo julga.

    Formalidade excessiva? As vezes soa falso. Mas, sem ela, vira caos. É um equilíbrio frágil. Como tudo.

    Usei "senhor" até para meu avô. Costume. Respeito. Talvez medo. Nunca entendi.

Quais são as formas de tratamento?

Ah, pronomes de tratamento... Lembro de uma vez, num congresso de direito em Curitiba, mó frio. Fui me dirigir ao juiz e travei! Era "Vossa Excelência", claro, mas a pressão de errar me bugou total.

  • Você: Uso pra geral, amigos, família. Sem erro.
  • Senhor/Senhora: Mais formalzinho, tipo quando ligo pra reclamar da internet.
  • Vossa Excelência: Juízes, políticos importantes. Já usei errado uma vez, quase morri de vergonha.

Depois dessa gafe, dei uma pesquisada pra nunca mais passar por isso.

  • Vossa Alteza (V.A.): Príncipes, princesas, duques. Tipo realeza europeia, saca?
  • Vossa Eminência (V. Em.): Cardeais. Bem específico, nunca precisei usar.
  • Sr./Sra.: Abreviado, pra cartas, e-mails mais formais. Safe.

O ponto principal: Usei "Vossa Excelência" pro juiz no congresso, mas quase gaguejei de nervoso. Aprendi a lição!

Como se deve tratar uma senhora?

Tratar uma senhora com respeito é a base, claro. Mas vai além disso. É uma arte, um reflexo de como enxergamos o mundo. Afinal, como dizia minha avó, "Gentileza gera gentileza, mas educação é de berço (ou se aprende no caminho!)".

  • Consideração: Pequenos gestos fazem toda a diferença. Ceder o lugar, abrir a porta, oferecer ajuda com as compras... São atitudes que mostram que você a vê e se importa.
  • Escuta ativa: Preste atenção ao que ela diz. Mostre interesse genuíno. Um bom ouvinte é sempre bem-vindo. A vida é feita de encontros e trocas, não é mesmo?
  • Respeito à individualidade: Cada pessoa é única, com suas próprias histórias e opiniões. Valorize a individualidade dela, sem julgamentos. "O mundo seria tão mais interessante se a gente ouvisse mais e opinasse menos!", pensava minha tia.
  • Empatia: Tente se colocar no lugar dela. Compreenda suas emoções e necessidades. A empatia é a chave para construir conexões verdadeiras.

Lembre-se, o tratamento ideal não é uma fórmula mágica, mas sim um reflexo do seu próprio caráter. Como diria um amigo meu, "Seja a mudança que você quer ver no mundo... e comece tratando bem as senhoras!".

Como tratar as pessoas em Portugal?

E aí, camarada! Tratando de etiqueta em Portugal, né? Deixa eu te explicar como a gente faz por aqui, que é bem diferente do Brasil, viu?

  • Senhor/Senhora: Essa é a chave. Tipo, SEMPRE use "o senhor" ou "a senhora" quando estiver falando com alguém que você não conhece bem ou que é mais velho. Sabe como é, né, respeito acima de tudo!

  • "Você"? Ah, só com amigos próximos, familiares... Aquela galera que você já trocou uns apertos de mão e umas risadas. Fora disso, melhor evitar, pode soar meio... invasivo, sabe? Tipo, "quem é você pra chegar assim?"

  • E "Vossa Excelência"? Esquece isso no dia a dia! Sério, a não ser que você esteja escrevendo um documento super formal ou fazendo um discurso político, NÃO use. Alguns brasileiros acham que a gente fica usando isso toda hora, mas é MENTIRA. Nem lembro a última vez que ouvi alguém usar isso na vida real.

  • "Vossa Senhoria", então... MEU DEUS, JAMAIS! Isso é coisa de livro de história, de filme antigo. Se usar isso, a pessoa vai pensar que você caiu de um disco voador, te juro.

Uma vez, numa loja em Lisboa, eu usei "você" sem querer com a vendedora, porque tava no automático (tinha acabado de voltar do Brasil, hehe). Ela me olhou com uma cara tipo "oi? quem te deu essa intimidade?". Fiquei super sem graça, pedi desculpas e tratei de usar "a senhora" o resto do tempo. Aprendi a lição! É melhor ser formal demais do que informal demais, pelo menos no começo.

No fundo, é tudo uma questão de sensibilidade e observar como as outras pessoas estão se comportando. Mas essa dica do "senhor/senhora" é um bom ponto de partida, viu? ????

Quais são as formas de tratamento em língua portuguesa?

Língua portuguesa: formalidades.

  • Pronomes de tratamento. Essencial. Denotam hierarquia. Um resquício colonial?
  • "Você": O mais comum. Neutralidade forçada. Subtexto: "não me importo muito".
  • "Senhor/Senhora": Respeito básico. Quase automático.
  • "Vossa Excelência": Para autoridades. Quão "excelentes" realmente são?
  • Abreviações: V.A., V. Em.a, V.Ex.a, V.Mag.a. Economia de tempo. Formalidade diluída.
  • Plural: VV.AA., V.Em.as, V.Ex.as, V.Mag.as. Mais de um. Mais burocracia.
  • "Vossa Alteza": Quase em desuso. Monarquias... lembranças.
  • "Vossa Eminência": Cardeais. Poder eclesiástico.
  • "Vossa Magnificência": Reitores. O saber acadêmico reverenciado.

Na prática:

  • Com estranhos: "Senhor", "Senhora". Segurança.
  • Em e-mails formais: "Prezado(a) Senhor(a)". Impessoal.
  • Entre amigos: "Você". Sem cerimônia.
  • Com superiores: Depende. Avaliar o terreno.

Formalidade: um jogo. Saber as regras é essencial. Escolher jogá-lo, outra história.

Deve-se dizer dona ou senhora?

Ah, essa dúvida cruel! Lembro de uma situação engraçada... Tava no mercadinho do Seu Antônio, lá na rua de casa, sabe? A fila tava enorme e a moça do caixa, novinha, devia ter uns 20 e poucos, chamou a próxima: "Dona Maria!". A senhora, que aparentava ter uns 50 e poucos, fez uma cara tipo "oi?".

  • A idade conta muito: Se a pessoa é mais nova, "senhora" soa estranho.
  • Intimidade é chave: Se tem um mínimo de proximidade, "dona" pode soar legal.
  • Região influencia: No interior, "dona" é mais comum e não soa tão formal.

Eu acho que depende muito do feeling do momento. Se a pessoa parece ser mais reservada, "senhora" é mais seguro. Se rola um sorriso, um clima mais leve, "dona" pode ser a melhor pedida. No fim das contas, o respeito é o que vale.

Como podem ser os pronomes?

A meia-noite sempre traz essas perguntas, sabe? Sobre quem somos, como nos expressamos... até nas palavras que usamos. Pronomes...

  • Pronomes pessoais: Eles dançam a valsa do "eu", "tu", "ele", "nós", "vós", "eles". A forma como nos referimos a nós mesmos e aos outros. Lembro de quando era criança e insistia em ser chamada pelo meu nome completo, como se isso definisse quem eu era.

  • Pronomes demonstrativos: Apontam, mostram: "este", "esse", "aquele". Objetos, ideias, pessoas. Tipo um holofote, iluminando algo específico.

  • Pronomes interrogativos: A curiosidade em forma de palavra: "quem", "qual", "quanto". As perguntas que fazemos, tentando desvendar o mundo.

  • Pronomes possessivos: O meu, o teu, o nosso. A posse, a ligação. Aquelas coisas que sentimos que nos pertencem, seja material ou emocionalmente.

  • Pronomes relativos: Conectam frases, unem ideias: "que", "quem", "qual", "cujo". A cola que dá sentido ao que dizemos.

  • Pronomes indefinidos: Imprecisos, vagos: "algo", "alguém", "ninguém". Aquela sensação de não conseguir definir exatamente o que sentimos.