O que são dízimas finitas e infinitas?

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Dízimas finitas possuem um número limitado de casas decimais. Dízimas infinitas, por outro lado, têm infinitas casas decimais. Estas se subdividem em periódicas, com repetição infinita de um ou mais algarismos, e não periódicas, sem repetição.

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Dízimas… finitas e infinitas. Sei lá, sempre me fez confusão isto. Finitas, ok, tranquilo. Um número com fim à vista, tipo 1,5 ou 0,25. Vê-se logo onde acaba a coisa. Prático, certinho. Mas as infinitas… uff! Como é que um número pode não ter fim? É meio assustador, não acham? Imagina, uma sequência de números que continua, continua, para sempre…

Lembro-me de uma vez, na escola, a professora a explicar isto. Falava de dízimas periódicas, aquelas com o padrão que se repete, tipo 0,33333… Aquele 3 a ir até ao infinito. Na altura, eu ficava a imaginar um pontinho minúsculo com um 3 ainda mais minúsculo lá dentro, e depois outro, e outro… dava-me vertigens! Tipo, onde é que aquilo parava? Nunca! É… a infinitude da coisa.

E depois há as não-periódicas… Aquelas sem padrão nenhum, tipo o famoso Pi (π), 3,1415926535… e por aí fora. Li algures que já calcularam milhões, talvez biliões, de casas decimais do Pi, e continua sem repetir! É de loucos. Para que serve calcular tantos números? Não me entra na cabeça.

Mas pronto, voltando às dízimas. As finitas, aquelas “normais”, são fáceis de entender. Uma parte inteira, uma vírgula, e uns quantos números depois. Corta, e acabou! Já as infinitas… Bom, essas deixam-me sempre com aquela sensação de mistério, de algo incompleto, sem fim. É como olhar para o céu à noite, a tentar perceber o tamanho do universo. Infinito. Assustador e fascinante ao mesmo tempo, não é?