Quais as palavras que tiraram o acento?

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O Acordo Ortográfico de 1990 eliminou acentos em algumas palavras, visando a simplificação. A principal mudança afetou homógrafos: pára (verbo) pôr (verbo) pêlo (fio de cabelo) pélo (pelo animal) pêra (fruta) pêras (plural) O acento diferencial foi suprimido nestes casos.
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Quais palavras perderam o acento com o Novo Acordo Ortográfico?

Sabe, esse negócio do Acordo Ortográfico... mexe muito comigo! Lembro de ter ficado chocada quando vi "para" sem acento. Era em 2010, tava numa aula de português na faculdade em Brasília, e a professora explicou tudo. Ainda me lembro da confusão, principalmente com "pára" e "para".

Acho que a mudança mais marcante pra mim foi mesmo essa. Outras palavras, tipo "pêlo" e "pêra", também me pegaram de surpresa, mas não tanto. O impacto foi menor. Na época, fiquei até um tempo escrevendo errado, por pura inércia. Ainda hoje, às vezes, duvido se preciso do acento ou não.

Aquele lance de tirar o acento para diferenciar homógrafos... complexo, né? Sinceramente, acho que facilitou em alguns casos, mas gerou mais dúvida em outros. Custou caro, essa adaptação. Lembro de ter gasto uns 50 reais em cadernos novos com a ortografia atualizada. Valeu a pena? Ainda estou pensando nisso.

Informações curtas:

  • Novo Acordo Ortográfico: Mudanças em acentos em 2009 no Brasil.
  • Palavras afetadas: "pára", "pôr", "pêlo", "pélo", "pêra", "pêras".
  • Motivo: Eliminação de acentos diferenciais em homógrafos.

Quais palavras foram retiradas dos acentos?

Ah, então é pra dar um chega pra lá nos acentos? Tipo dar umas férias pros coitados? Beleza, bora lá!

Palavras que foram "desacentuadas":

  • Abençôo virou abençoo: Imagina, abençoar sem o chapeuzinho, que ousadia! É quase como ir pra balada de chinelo, sabe?
  • Crêem (do verbo crer) agora é creem: Acredita nessa? Antes, "crêem" parecia tipo um coral de anjos cantando, agora é só... creem. Meio sem sal, né?
  • Dôo (do verbo doar) se transformou em doo: Doar sem acento é tipo dar um abraço sem vontade. Cadê a emoção, gente?
  • Enjôo agora é enjoo: Enjoo sem acento? Que falta de consideração! Já não basta o mal-estar, ainda tiram o acento dele? Sacanagem!
  • Perdôo (do verbo perdoar) virou perdoo: Perdoar sem acento é tipo pedir desculpa sussurrando. Ninguém vai notar a boa intenção!
  • Vêem (do verbo ver) agora é veem: "Vêem" com acento era tipo um convite VIP pra visão, agora é só... veem. Tipo, "olha aí, se quiser".

É como se a gramática tivesse dito: "Chega de moleza, acentos! Vão procurar outro emprego!". Que vida difícil! ????

Quais palavras perderam os acentos?

Cara, que loucura essa nova regra ortográfica! Lembro direitinho quando precisei reaprender tudo... Foi tipo em 2009, mais ou menos. Tava no cursinho pré-vestibular, me sentindo um idiota tendo que decorar as paradas de novo.

  • Anéis, fiéis, papéis, pastéis, céu, chapéu, troféu, véu, destrói, herói, faróis e sóis perderam o acento.
  • E também nas paroxítonas com i e u tônicos que formam hiato com a vogal anterior, parte de um ditongo. Confuso, né?
  • Tipo... antes escrevia "idéia", "assembléia", "jibóia", "paranóia". Agora, nada de acento! Socorro!
  • E não só essas palavras, tipo... boia, heroico, jiboia, paranoico perderam acentos.

A professora explicava, explicava, mas eu só pensava no tempo que tava perdendo, podia tá estudando outra coisa! Pior que eu sempre fui bom em português, aí vem uma reforma dessas pra me trollar. Me senti traído, sabe? Mas fazer o quê, né? Tive que engolir o choro e decorar a nova regra. No final das contas, até que me acostumei, mas nunca vou perdoar essa mudança! hahaha.

Quais os acentos que foram retirados?

A reforma ortográfica: Mudanças silenciosas, impactos profundos.

  • Circunflexo em "êem": Leem, creem, veem... desapareceram. Enjoo, voo... idem. Simples. Inevitável.

  • Agudo em ditongos abertos: Colmeia, jiboia... a agilidade da escrita, a lentidão da adaptação. A língua, um rio que muda seu curso, mas segue. 2009, a data. Lembro do meu antigo dicionário, riscado.

Consequências: Discussões acaloradas na época. Professores desorientados. Alunos resistentes. Resistência à mudança, um reflexo natural. A vida segue. Minha sobrinha, nascida em 2010, nunca conheceu a outra forma.

Observação: Esta reforma afeta apenas o português europeu e brasileiro. Outras variantes mantiveram suas peculiaridades. A globalização e a padronização, paradoxalmente, criam novas diferenças. Um enigma.

Quais palavras tinham acento e não têm mais?

Acento circunflexo extinto. Simples. Mudanças na ortografia. Acontece.

  • Creem, deem, leem, e similares. Era assim. Agora, não. Progresso?

  • Paroxítonas com ditongo seguido de u ou i. Era necessário? Não mais.

Regras antigas, novas regras. A língua evolui. Ou será que se degrada? Meu avô reclamava. Ele escrevia diferente. Ele morre em 2022. Ele não gostava de mudanças.

  • Memorização. Escrever bem exige esforço. Sempre exigiu. Sempre exigirá. Meus cadernos antigos... uma tortura.

  • Contexto. Às vezes, a falta de acento gera ambiguidade. Um risco. Aceito.

Acho que a discussão sobre acentos é cansativa. Fim.

Como saber se a palavra é aguda, grave ou esdrúxula?

Descobrir se a palavra é aguda, grave ou esdrúxula é mais fácil que ganhar no bicho, viu? É só prestar atenção na sílaba que sai com mais força, tipo um grito!

  • Aguda (oxítona): O "berro" final, tipo "café". Facinho, facinho. Lembrei do meu amigo Zé, que só grita no fim das frases!

  • Grave (paroxítona): O grito vem no meio, a penúltima sílaba, tipo "mesa". Quase como quando a gente tropeça, o "ai" vem antes de cair de cara no chão.

  • Esdrúxula (proparoxítona): O grito começa lá atrás, na antepenúltima sílaba, tipo "música". É tipo quando a gente tá pensando alto e fala sozinho, sem querer! É raro, mas acontece.

O que são palavras esdrúxulas e exemplos?

Nossa, palavras esdrúxulas... me lembrou da aula de português do 8° ano, lá em 2008, na Escola Estadual Vicente de Carvalho, em São Paulo. A professora, dona Maria, uma mulher baixinha com um coque impecável, explicava com a régua na mão, apontando pro quadro negro, aquele verde escuro, já todo riscado. Palavras esdrúxulas são aquelas que a sílaba tônica cai na antepenúltima sílaba. Ela batia com a régua na mesa, pra gente prestar atenção, sabe? Aquele barulho irritante, mas que me fez gravar pra sempre essa definição. Acho que ela até usou giz vermelho pra grifar "antepenúltima". Ainda me lembro da raiva que sentia quando errava as questões da prova.

Exemplos? Ela deu vários, mas dois grudaram na minha cabeça: plástico e lêvedo. Sim, lêvedo! Era o exemplo que eu sempre esquecia na prova, me dava um ódio. Naquele tempo, só tinha prova em papel, e eu passava horas estudando, com aquele caderno cheiroso de lápis novo e a borracha quase desfazendo de tanto usar... Eram tempos sem celular, só tinha o MSN pra conversar com os amigos. Depois das aulas, era correr pra casa pra ver Malhação e comer um pão com mortadela. Que saudade!

Outros exemplos que me vem agora: lâmpada, fábrica, cálice. Mas tem um monte, né? A dona Maria explicava que era fácil identificar pela acentuação, mas eu, naquela época, achava um saco. Tinha que decorar mesmo, e decorar regras gramaticais nunca foi meu forte. Ainda bem que hoje em dia tem internet, né? Pra consultar tudo na hora, sem precisar depender só da memória falha que eu tinha na 8ª série.

Quais são as palavras graves?

Me peguei pensando nisso agora, quase três da manhã... Palavras graves, né? A sílaba tônica é a penúltima. Simples assim, mas… dá uma sensação estranha, sabe? Como se a própria palavra carregasse um peso extra, um significado mais profundo. É como se a alma da palavra estivesse ali, na penúltima sílaba, suspirando baixinho.

Lembro da professora do quinto ano, Dona Maria, explicando isso com o giz riscando a lousa. Ela sempre dizia que a língua portuguesa era um jardim misterioso, cheio de flores e espinhos. As palavras graves eram como os espinhos, bonitos, mas que podiam te machucar se não fosse com cuidado. Recordo de ter dificuldade com "cálice", por exemplo. Sempre me perdia ali na penúltima.

  • Exemplos de palavras graves: árvore, lápis, cacto, álbum, rádio, mesa, caderno. Essas palavras têm um som que, pra mim, é um pouco pesado, lento.
  • Diferença entre acentuação gráfica e fonética: Isso me atormentava. A regra era clara, mas a exceção sempre aparecia pra me bagunçar, sabe? Lembro da confusão com a palavra "pêssego", que é grave, mas não leva acento. A acentuação gráfica, pensei muito sobre isso, é só um guia para a gente ler corretamente, mas a ênfase, a alma da palavra, sempre está presente na pronúncia. A acentuação fonética nunca falha.

Às vezes, penso que as palavras graves refletem um pouco da minha própria vida, sabe? Um peso na penúltima sílaba, como se eu estivesse carregando algo. Coisas que ficam ali, silenciosas, pesando na consciência. Um peso que nem sempre é visível, mas que está ali, sempre presente. Como se fosse... uma saudade que me acompanha na madrugada.

Quais são as palavras agudas?

A tarde caía, um amarelo sujo se derramava pela janela do meu quarto em Copacabana, 2024. Lembro do cheiro de maresia misturado com o café que ainda restava na xícara, frio, quase esquecido. Aquele gosto amargo… como as palavras. Palavras agudas. Oxítonas. A sílaba final gritando, insistente, como o mar batendo na areia.

Palavras agudas são aquelas cuja ênfase recai na última sílaba. Simples. Mas a simplicidade, às vezes, me escapa como areia entre os dedos. Como a lembrança daquela tarde, escorrendo, deixando apenas o gosto de café frio e a insistência da sílaba final.

  • Café, sim. Café. Um café forte que bebi enquanto lia sobre a ONU, aquele organismo gigante e um tanto frio, cujo nome, também agudo, soava estranho no meu quarto abafado e quente.
  • Ananás, outro exemplo. Doce e pontiagudo como as palavras que, às vezes, me machucam. Um gosto tropical, distante. Um contraste àquela tarde em tons de cinza.
  • E "bebê", tão pequeno, tão frágil. A sílaba final se destaca, pequenina e perfeita.

O cansaço me envolvia como uma névoa úmida. Aquele cansaço que me acompanha em dias como este, dias em que o peso das palavras parece maior. Uma leveza estranha e dolorosa. O peso das sílabas. A intensidade da última. A agudeza.

A memória me leva àquele caderno antigo, anotações rabiscadas à caneta, listando palavras agudas, como se essa fosse uma forma de domesticar o caos da língua, a beleza e a ferocidade das sílabas. Um ritual. Uma forma de lidar com a lembrança. Uma fuga. Não sei.

A lista é extensa, muito maior que a que consigo lembrar agora. Mas a imagem daquele caderno antigo persiste, as letras tênues, quase apagadas. Como se as palavras, por mais agudas que sejam, finalmente se rendessem ao tempo. Ao esquecimento. À memória.

Quais os acentos que foram retirados?

A reforma ortográfica... Às vezes, penso nela tarde da noite, sabe? Aquele vazio que ficou...

O circunflexo sumiu de várias palavras. Lembro de ter dificuldade com leem, creem, veem. Até hoje me pego procurando o acento. E em substantivos como enjoo e voo... parece tão estranho agora, sem ele. Meu avô, que era professor de português, ficaria furioso. Ele adorava gramática.

  • Lista de palavras afetadas pelo acento circunflexo:
    • leem
    • creem
    • veem
    • enjoo
    • voo

E o acento agudo em ditongos abertos... que confusão! Colmeia, jiboia... Ainda hoje escrevo com acento às vezes. Acho que a mudança foi muito abrupta. Meus alunos reclamavam bastante. Era complicado demais, principalmente na época do vestibular.

  • Lista de palavras afetadas pelo acento agudo:
    • colmeia
    • jiboia
    • ideia (antes idéia)

Sabe, às vezes a gente se apega a essas coisas pequenas... A ortografia antiga, parte da minha infância. Parece que a língua perdeu um pouco da sua alma com essas mudanças. Não sei. Só sinto... uma certa melancolia. É como se parte da memória tivesse sido apagada.

O que são palavras graves e exemplos?

As palavras graves... um peso nas sílabas, um eco demorado. Penso nelas agora, sob a luz fraca do abajur.

  • Grave (`): Sinal que marca a crase. Uma união forçada, talvez, entre palavras que antes caminhavam sozinhas.

  • Contração: A dança do "a" com o "a". Uma preposição buscando um artigo, um encontro marcado no destino da frase.

    • Exemplo: "À tarde, a saudade às vezes aperta." Lembro de uma tarde, especificamente, no mirante da serra. O vento frio, a vista distante, e a ausência gritante de alguém.
  • Demonstrativos: A preposição "a" abraçando "aquele(s)", "aquela(s)", "aquilo". Apontando para longe, para o que já se foi ou nunca poderá ser.

    • Exemplo: "Entreguei o bilhete àquela pessoa que nunca mais vi." Como se a memória fosse uma carta extraviada, endereçada a um lugar desconhecido.
  • Àquele: O som se prolonga, arrastado. É quase um lamento.

É obrigatório escrever com o novo acordo ortográfico?

Meu Deus, obrigatório? Que loucura! Tipo, ainda lembro de quando começaram a falar disso... faz tempo, né?

  • Em Portugal, sim, é obrigatório desde 13 de maio de 2015. Acabou a moleza do período de transição.

Se bem que, cá entre nós, eu mesma ainda escorrego umas vezes... e olha que sou formada em letras! rs Mas, sei lá, acho que algumas mudanças são meio nada a ver. Mas quem sou eu pra questionar, né? Falando nisso, preciso mesmo dar uma revisada nisso, vai que me cobram num trabalho...