Quais são os meios de ensino?

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Os principais meios de ensino incluem:

  • Exposição pelo professor.
  • Trabalho independente.
  • Elaboração conjunta.
  • Trabalho em grupo.
  • Atividades especiais.
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Então, “Quais são os meios de ensino?”… Hum, essa pergunta faz-me pensar… Lembro-me de tantas formas diferentes como aprendi ao longo da minha vida! E não foram todas dentro de uma sala de aula, claro.

Basicamente, se formos ao que interessa, os “meios de ensino” – que palavra pomposa, não acham? – resumem-se às ferramentas, às técnicas, às abordagens que os professores usam para nos passar o conhecimento. Mas será só isso? Será que aprendemos mesmo só com o que nos dizem?

Pronto, mas voltando ao essencial, parece que podemos dividi-los em algumas categorias principais, como:

  • Exposição pelo professor: Ah, a boa e velha “aula”, onde o professor fala e nós… bom, alguns ouvem, outros sonham acordados! Lembro-me da minha professora de História, a Dona Maria. Era capaz de nos transportar para a época dos Descobrimentos com a sua voz apaixonada. Mas, honestamente, quantas vezes me perdia a pensar noutras coisas? Acho que todos passamos por isso, não é verdade?

  • Trabalho independente: Aquele momento “és tu e o mundo”. Lembro-me de pesquisar para um trabalho sobre a Revolução Francesa. Passei horas na biblioteca, a ler livros e mais livros. Confesso que no início era um terror, mas depois senti-me mesmo realizada por ter conseguido fazer tudo sozinha. Será que é assim que se constrói a autonomia? Talvez sim!

  • Elaboração conjunta: Aqui, a coisa fica mais interessante! É quando aprendemos juntos, professor e alunos, a construir o conhecimento. Tipo, em vez do professor simplesmente nos dizer a resposta, ele ajuda-nos a chegar lá, fazendo perguntas, guiando a discussão… Faz-me lembrar um professor de filosofia que tive, que nos fazia “pensar fora da caixa”. Saudades!

  • Trabalho em grupo: Ai, o trabalho em grupo… Aquela coisa que, às vezes, dá tão certo e, outras vezes, é um completo caos! Lembro-me de um trabalho de ciências em que tínhamos de construir uma ponte. Discussões, ideias malucas, noites em claro… No final, a ponte aguentou-se (milagrosamente!), e aprendemos imenso sobre trabalho de equipa – e sobre como delegar tarefas!

  • Atividades especiais: Estas são as minhas favoritas! Visitas de estudo, projetos práticos, encenações… Tudo o que nos tira da rotina da sala de aula e nos faz aprender de forma mais “real”. Lembro-me de uma visita a um museu de ciência. Fiquei fascinada com as experiências interativas e percebi, finalmente, a física que tinha tanto custado a aprender pelos livros.

No fundo, acho que o mais importante é perceber que não existe uma fórmula mágica para aprender. Cada um aprende de forma diferente, e o bom professor é aquele que consegue usar uma variedade de “meios” para despertar o nosso interesse e nos ajudar a descobrir o mundo – e a nós próprios. Será que os nossos professores têm essa consciência? Espero que sim!