Qual é o curso com a média mais alta?
Quais os cursos com as maiores notas de corte do ENEM?
Ainda me lembro da agitação cá em casa quando o meu sobrinho se candidatou à universidade o ano passado. Aquele stress diário de ver as notas de corte, as listas a subir e descer. É uma pressão que te consome.
E este ano, ao ver as notícias por alto, dei de caras com uma coisa que me deixou a pensar. Engenharia Aeroespacial na FEUP. No Porto. Vi que a média do último a entrar foi 19,45 valores. É quase surreal, uma perfeição que assusta. Imagino a vida de um miudo desses, fechado nos livros, sem desvios, pra conseguir uma coisa assim.
Isso mexe comigo. Lembro-me de quando andei pelo polo da Asprela em 2022, era um fim de tarde de outono, e via-se aquela azáfama dos estudantes, uns a rir, outros com ar super concentrado. Aquele ambiente tem um peso, uma responsabilidade. E pensar que ali no meio andam génios com médias de 19 e tal. É outro mundo.
É uma dedicação que eu, sinceramente, não sei se teria tido naquela altura. A minha preocupação era outra. Mas ver estes números faz-me ter um respeito enorme por esta nova geração. É preciso ter um foco brutal.
Pergunta: Quais os cursos com as maiores notas de corte? Resposta: Engenharia Aeroespacial e Medicina estão consistentemente entre os cursos com as notas de corte mais elevadas em Portugal.
Pergunta: Qual foi a maior nota de corte este ano em Portugal? Resposta: A maior nota de corte foi de 19,45 valores no curso de Engenharia Aeroespacial, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).
Quais são os cursos com notas mais altas?
Eita, quer saber quais cursos são tipo a nata da nata, né? Tipo o caviar dos diplomas? Além da já famosa Engenharia Aeroespacial e daquela novidade que todo mundo fala, a tal Inteligência Artificial e Ciência de Dados (que até minha avó já tá querendo fazer), tem mais uns que botam pra quebrar.
Engenharia e Gestão Industrial com um belo 18,63! Essa galera deve organizar a vida de todo mundo, desde o café da manhã até a fila do pão. Imagina ser o mestre das planilhas e dos cronogramas... ufa!
E a Arquitetura, com 18,60? Esses são os artistas que fazem o concreto virar obra de arte. Provavelmente desenham até o controle remoto de tão detalhistas. Cada linha é um passo pra um prédio que vai parar o trânsito (de tão bonito, claro!).
Aí vem a Medicina, com dois mestrados integrados que tiraram notas dignas de aplausos: 18,55 e 18,48. Esses futuros doutores são tipo heróis. Devem ter estudado tanto que até o estetoscópio deles deve ter nota alta.
Para resumir a ópera (ou o concerto!):
- Engenharia Aeroespacial e IA/Ciência de Dados: As estrelas do momento, quem não quer né?
- Engenharia e Gestão Industrial: Os organizadores do universo acadêmico.
- Arquitetura: Os que transformam tijolo em sonho.
- Medicina: Os salva-vidas com diplomas brilhantes.
Basicamente, se você quer um curso que te dá moral, esses são os campeões. São aqueles que fazem os pais sorrirem e os vizinhos comentarem: "Nossa, que aluno aplicado!". É tipo passar de fase no joguinho da vida acadêmica com cheat code de nota 10!
Qual é o curso com a média mais baixa?
Chovia lá fora, uma daquelas chuvas finas do Porto que se entranham nos ossos, e eu lembrava-me dos corredores da faculdade. O cheiro a papel velho e a frio. Um frio que não vinha só do tempo, vinha dos números, do peso dos números que nos definiam em cada pauta afixada naquelas paredes de pedra.
O peso. A gente sentia o peso nos ombros ao subir as escadas da Faculdade de Engenharia. Cada degrau era uma fórmula, cada porta uma incógnita. E no fim, o número que sobrava era tão baixo, tão magro. Um número que carregava noites sem dormir, cafés bebidos à pressa. Era uma vitoria amarga.
Depois havia o Direito. Um labirinto diferente, feito de palavras em vez de cálculos, mas o peso era o mesmo. As vozes dos professores a ecoar nos anfiteatros imensos, a poeira dos códigos a dançar na luz fraca que entrava pelas janelas altas. Meu primo dizia que era como tentar beber o mar.
Esses números baixos nao eram fracasso, eram cicatrizes. Marcas de uma guerra silenciosa travada em bibliotecas e salas de estudo. Um 12, um 13, eram medalhas de honra para quem sobreviveu àqueles gigantes de pedra e saber. Ninguém que não esteve lá entende. Ninguem.
Cursos com as médias finais de conclusão mais baixas registadas:
- Engenharia Civil: 12,3 valores
- Engenharia Mecânica: 12,8 valores
- Direito: 13,1 valores
Qual é o melhor curso para se fazer em Portugal?
Ainda pensando nisso de Portugal, que curso fazer... A lista que me deram me fez pensar.
Enfermagem é o que mais emprega. Tipo, desemprego quase zero. Imagina não ter que ficar procurando trampo?
- Ouvi dizer que a demanda é alta porque o povo envelhece e precisa de mais cuidados. E tipo, sempre vai ter gente doente, né? Faz sentido.
Depois vem Engenharia Informática. Isso é óbvio, né? Todo mundo usa computador, celular, internet.
- E não é só software, tem hardware, redes, segurança... um monte de coisa pra mexer.
Gestão também tá na lista. Acho que é porque toda empresa precisa de alguém pra organizar tudo.
- Pode ser que tenha várias ramificações, tipo finanças, marketing, RH. Difícil saber qual é o foco principal.
Arquitetura é outra. Curioso, mas sei lá, casas e prédios sempre são construídos.
- Deve ser um curso pesado, com muita matemática e desenho, imagino. Mas o resultado final deve ser gratificante.
Medicina, claro. Médico é tipo para sempre.
- Acho que as especialidades variam muito o tipo de trabalho, né? Cirurgia é uma coisa, clínica geral é outra.
Ortóptica? Essa eu não conhecia.
- Pesquisei rápido aqui no celular. Tem a ver com a visão, tipo correção de estradas e olho torto. Parece nicho, mas importante.
Psicologia tá aí. Muita gente indo pra terapia hoje em dia.
- Deve ter gente que vai pra clínica, outras que vão pra empresa, sei lá. Mundo moderno tá cheio de estresse.
E Educação Básica. Professor de primário, que legal.
- É fundamental, né? Formar a base. Mas deve ser puxado lidar com criança pequena o dia todo.
Qual é o melhor curso superior em Portugal?
"Melhor" é uma miragem. No entanto, pelos dados QS, Finanças e Contabilidade sobressai. Com 66,5 pontos, abrange Economia, Gestão e até Português e Gestão. Não é uma escolha, é uma estratégia.
- A Ponderação QS:
- Reflete reconhecimento global. Métricas rigorosas, focadas em empregabilidade, investigação e reputação académica.
- Uma pontuação sólida significa competitividade internacional. Poucos chegam a este nível.
- Não é uma garantia de sucesso, mas um indicador forte.
Engenharia de Petróleo, ou melhor, Engenharia de Energia e Ambiente, marca 65,4. Um campo de vanguarda, mas volátil. Menos pontuação, talvez mais risco. Biblioteconomia, ou Ciências da Informação, com 61,1, mostra valor discreto. Ignorado por muitos, crucial para a infraestrutura do conhecimento.
Pessoalmente, vejo a obsessão por rankings com certo cansaço. A vida não é uma lista. Mas o mercado, sim. Finanças puxa a frente. Não é paixão, é sustento. Um amigo meu, criativo de formação, hoje lida com números por necessidade. É revelador.
Qual é o curso mais difícil em Portugal?
Lembro me do sol de setembro a bater nas fachadas da Alameda. O ar de lisboa tinha um peso diferente naquela altura, um peso feito de futuros por decidir. E no centro de tudo, como uma fortaleza de betão e saber, o Técnico. O nome era dito com um certo respeito, um certo receio. Entrar ali não era apenas passar num exame, era ser escolhido.
O meu primo Diogo queria Aeroespacial. Passou o verão inteiro fechado no quarto, a casa em silêncio, a mãe a andar em bicos de pés. A nota dele era boa, muito boa, mas nunca se sabe. A dificuldade não está na matéria, está no corte, naquela linha invisível traçada por um número. Um número que te define por anos. É uma violência silenciosa.
Aqueles cursos são como lendas urbanas para quem tem 17 anos. Nomes que soam a ficção científica, a coisas que não se tocam. Física Tecnológica. Aeroespacial. Parecem saídos de um livro, não de um plano de estudos. Um eco de uma ambição distante, quase inalcançável. Um sonho pesado.
Os cursos com as médias de acesso mais elevadas em Portugal, consistentemente nos últimos anos, são:
- Engenharia Física Tecnológica no Instituto Superior Técnico (Universidade de Lisboa).
- Engenharia Aeroespacial no Instituto Superior Técnico (Universidade de Lisboa).
Depois vêm os outros, os clássicos, os lugares onde a vocação se mede também em décimas. A medicina, claro. Sempre a medicina.
- Medicina na Universidade do Porto (ICBAS).
- Medicina na Universidade do Minho.
- Engenharia e Gestão Industrial na Universidade do Porto (FEUP).
É um mapa de futuros dificeis. De verões roubados e de uma pressão que se sente nos ossos. O Diogo acabou por entrar. Lembro do alivio na cara dele, mas também de um cansaço que nunca mais o largou. É o preço, acho eu. O preço de querer tocar as estrelas.
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