Quais são os níveis de planeamento?

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Uma organização utiliza três níveis de planejamento interdependentes: Estratégico (longo prazo, visão geral), Tático (médio prazo, implementação da estratégia) e Operacional (curto prazo, execução diária). O sucesso organizacional depende da integração eficaz entre esses níveis, garantindo alinhamento entre objetivos e ações.

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Ok, bora lá dar uma nova vida a isto, como se estivéssemos a conversar, sabes?

Então, falávamos de níveis de planeamento, certo? Aquelas coisas que as empresas fazem (ou deviam fazer!) para não andarem às aranhas. Bem, a verdade é que isto não é só para empresas, aplica-se a tantas coisas na vida… mas pronto, foquemo-nos no “mundo corporativo” para já.

Basicamente, dizem-nos que há três níveis que se cruzam e que, idealmente, funcionam como um relógio suíço (mas pronto, sabemos que nem sempre é assim, não é verdade?).

Primeiro, tens o tal planeamento Estratégico. Ui, que nome pomposo! Mas a sério, é só pensares no futuro, a longo prazo. Onde é que a empresa quer chegar? Qual é o grande objetivo? É como sonhar alto, ter uma visão ampla do negócio. Lembro-me de quando o meu avô abriu a mercearia dele, ele tinha um sonho enorme de ter a melhor mercearia do bairro. Era a estratégia dele, a “big picture”. Será que todas as empresas pensam assim? Às vezes parece que andam só a apagar fogos, não achas?

Depois, tens o planeamento Tático. Aqui, a coisa já começa a ficar mais concreta. Já não é só sonhar, é começar a ver como é que se faz para o sonho se tornar realidade. Tipo, se a estratégia é ter a melhor mercearia, a tática pode ser “investir em produtos frescos e de qualidade”, ou “ter um atendimento personalizado”. Já começa a haver um plano de ação, com objetivos a médio prazo. Faz sentido, não faz?

E finalmente, o planeamento Operacional. É o dia-a-dia, o “mão na massa”. É o empregado a arrumar as prateleiras, a caixa a atender os clientes, o gestor a verificar se as contas estão certas. São as tarefas pequeninas que, juntas, fazem a engrenagem funcionar. É como quando eu tento cozinhar um bolo: tenho a receita (a estratégia), os ingredientes (a tática) e depois tenho que seguir os passos e pôr as mãos na massa (o operacional). Se falhar um passo, o bolo não fica bom!

Agora, a grande questão é: como é que estes três níveis se ligam? É aí que a coisa complica. É preciso que todos estejam a remar para o mesmo lado. Não adianta ter uma estratégia brilhante se a equipa operacional não a entender ou não tiver os recursos para a implementar. E aqui, entre nós, é onde muitas empresas falham, não é? Uma falta de comunicação, um desencontro de objetivos… e lá se vai o sucesso!

Portanto, o truque, pelo que me parece, é ter uma estratégia clara, um plano tático bem definido e uma equipa operacional motivada e bem preparada. E, claro, muita comunicação entre todos os níveis. Será que é pedir muito? Acho que não, né? Mas a verdade é que, na prática, é mais difícil do que parece. Mas e tu, o que achas disto tudo? Já tinhas pensado nisto desta maneira?