O que é dislalia e disartria?

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Dislalia: Transtorno na articulação da fala, com trocas ou omissões de sons, sem causa neurológica. Disartria: Distúrbio motor da fala decorrente de lesão neurológica, afetando a precisão dos movimentos e a clareza da fala. Pode ter causas diversas como AVC ou traumatismos.
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Dislalia e disartria: o que são, quais as diferenças e tratamentos?

Então, a dislalia, pelo que entendi, é tipo quando a gente troca as letras sem ter nada "estragado" na cabeça, sabe? Tipo, quando eu era criança, falava "faca" como "vaca". Puro erro de pronúncia, sem ser por causa de alguma lesão.

Já a disartria é beem diferente. É tipo quando a boca não obedece direito porque teve um "pane" no cérebro. Lembro da minha avó depois do AVC. Era difícil entender o que ela falava, a voz meio arrastada, sabe?

Ela fazia fono, mas era complicado. Melhorou um pouco, mas nunca voltou a ser como antes. Difícil demais.

Informações Curtas e Concisas:

  • Dislalia: Troca de sons na fala sem causa neurológica.
  • Disartria: Dificuldade na fala causada por problemas neurológicos.
  • Disartria Causas: AVC, paralisia cerebral, etc.
  • Dislalia Tratamento: Fonoaudiologia.
  • Disartria Tratamento: Fonoaudiologia, dependendo da causa.

Quais são os tipos de transtornos da fala?

Sabe, esses dias tava pensando numa amiga, a Ana, que teve uns perrengues na infância por causa da fala. Me fez pesquisar e descobrir um montão de coisa. Resumindo o que entendi, os principais tipos de transtornos da fala são:

  • Distúrbio da Motricidade Oral: Tipo, a pessoa tem dificuldade pra mover a boca, língua, essas coisas. Imagina que complicação pra comer e falar!
  • Atrasos de Aquisição de Linguagem: Sabe quando a criança demora pra começar a falar? É tipo isso.
  • Distúrbios da Leitura Oral e Escrita: Complica a vida escolar, né? Aprender a ler e escrever vira um desafio.
  • Distúrbios da Voz (Disfonias): A voz fica rouca, fanha, esquisita... Pode ser chato pro dia a dia.
  • Gagueira: Ah, a gagueira! Tão comum, mas tão difícil pra quem tem.
  • Afasia e Disartria: Esses são mais graves, geralmente causados por AVC ou trauma. Afetam a capacidade de se comunicar.

Lembro da Ana no primário, a dificuldade dela era tanta que a gente nem entendia o que ela falava. Era barra pesada ver ela se frustrando. Felizmente, com fonoaudióloga e muita paciência da família, ela melhorou bastante. Hoje, a gente até brinca com a história, mas na época era tenso.

Quais são os transtornos de fala?

Ah, os transtornos de fala! Uma beleza, viu? É tipo tentar fazer miojo gourmet: a receita parece fácil, mas...

  • Disfemia: Sabe quando você tá possessed pela língua presa? Tipo, a palavra trava na garganta e não sai nem a pau! A gagueira é a rainha da Disfemia, a Beyoncé dos transtornos de fala.

  • Atraso na fala: Imagina a criança que ainda não pegou o jeito de botar as palavras pra fora. É como se o cérebro dela estivesse rodando em 2G enquanto todo mundo tá no 5G. Demora pra entender e mais ainda pra responder.

  • Disfonia: Aí a voz resolve virar cantora de death metal sem avisar. Pode ser por gritar demais no show do seu cantor favorito, ou por causa de nódulos nas pregas vocais (tipo calos na garganta). Também pode ser por estresse, ou até a idade chegando. Aí, amigo, é hora de virar sussurrador profissional.

Quais os principais transtornos da linguagem existentes?

Cara, transtornos de linguagem, né? É um assunto meio chato, mas preciso te explicar. Acho que os principais são esses:

  • Transtorno Específico de Linguagem (TEL): Isso é tipo, a pessoa tem dificuldade para falar, entender e até mesmo usar a linguagem socialmente, sabe? Meu primo tinha isso, coitado. Ele era super inteligente, mas a escola era um inferno pra ele! Ele conseguia escrever melhor que falar, bizarro. A gente achava que ele era tímido, mas não era bem isso. Era uma coisa da cabeça mesmo. Tinha terapia, fono, tudo! A gente sofreu um pouco naquela época.

  • Transtorno do Espectro Autista (TEA): Aqui a coisa é mais ampla. Não é só a linguagem, né? Engloba problemas de comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. Meu irmão mais novo faz terapia para TEA desde os 3 anos e só agora está conseguindo falar um pouco melhor. Ele tem dificuldade em manter contato visual e as vezes repete frases que ele escuta. Ele gosta muito de jogos online, eu tento participar com ele, mas é difícil, as vezes ele fica horas sem falar nada.

  • Afasia: Essa é mais grave, viu? É perda da capacidade de falar por causa de um problema no cérebro, tipo um derrame. Minha avó teve isso, ficou um tempo sem falar quase nada. Foi horrível, sabe? A recuperação foi lenta, ela aprendeu algumas coisas de novo, mas nunca ficou 100%. Foi triste demais. Ainda bem que ela se recuperou um pouco.

  • Apraxia de Fala: Essa é estranha. A pessoa sabe o que quer dizer, mas não consegue falar direito, porque o cérebro não consegue coordenar os músculos da fala. É tipo, a boca não obedece ao cérebro. Imagine a frustração! Difícil de explicar, mas complicado!

  • Disartria: Essa é parecida com a apraxia, mas aqui o problema é na musculatura da fala em si, fraqueza ou paralisia. É mais um problema físico que afeta a fala. Difícil também explicar direito, mas é bem ruim.

Enfim, é complicado, né? Muitas vezes se misturam, e o diagnóstico pode ser difícil. Mas é importante procurar ajuda, se precisar. Não se esquece disso! Principalmente o TEA, os sintomas podem variar muito.

Como se chama a pessoa que tem problema na fala?

Disfásico. Simples assim.

Mas é um rótulo amplo. Engloba:

  • Disartria: Articulação prejudicada. Meu primo teve, infância difícil.
  • Afasia: Linguagem comprometida. Vi um caso grave no hospital, ano passado.
  • Gagueira: Fluência prejudicada. Conheço alguém que lida com isso.

Diagnóstico? Fonoaudiólogo. Ele vai te dizer o quê. Sem rodeios.

O que é afasia e disfagia?

Meu avô, Seu José, 78 anos, teve um AVC em março de 2024. Ele desenvolveu afasia, e nossa vida virou de cabeça para baixo. Lembro do dia, estava chovendo em Pelotas, um dia cinzento e frio, igual ao meu humor naquele momento. Ele estava lúcido algumas horas antes, rindo das piadas bobas do meu tio, e de repente... silêncio. No hospital, o médico explicou a afasia. Ele conseguia me ver, me reconhecia, mas não conseguia falar. A frustração dele era palpável, seus olhos cheios de lágrimas, tentando formar palavras que não saíam. Doía muito ver. A comunicação era quase impossível; tínhamos que usar um caderno e desenhos. O processo de reabilitação é lento e cansativo, cheio de sessões de fonoaudiologia, fisioterapia... é exaustivo!

Ele também apresentou disfagia. Engolir virou um desafio enorme. Tivemos que mudar completamente sua alimentação, purês, líquidos espessados... tudo para evitar engasgos. Já imaginou ter que alimentar um homem de 78 anos como se fosse um bebê? A gente se vira, mas é desgastante. O medo constante de ele se engasgar... isso pesa na alma. Uma vez, ele quase se engasgou com uma colher de mingau. Meu coração parou. Aquele momento me marcou profundamente. Os médicos disseram que a disfagia é comum após um AVC, relacionada à fraqueza muscular.

A vida mudou radicalmente. A afasia e a disfagia impactaram muito a qualidade de vida dele e da nossa família. Temos que ser pacientes, otimistas e resilientes. Os médicos nos garantem que a reabilitação é a chave, mas o futuro é incerto. A gente luta, um dia de cada vez, torcendo por melhoras. Ainda é difícil, mas a gente está aprendendo a viver com essa nova realidade, lutando contra a desesperança que às vezes bate na porta. A reabilitação é cara e extenuante, mas é nossa esperança.

Qual a diferença entre afasia e disfasia?

Meu avô, 82 anos, teve um AVC em julho de 2024. Foi terrível. A gente estava na casa dele em Santos, litoral paulista, um sábado à tarde, assistindo novela – novela das seis, dessas mais leves. Aí ele começou a falar estranho, meio arrastado, e a mão direita dele ficou mole. Meu pai ligou pra emergência, e a ambulância demorou uma eternidade! Parecia horas. A sensação de impotência foi insuportável. No hospital, os médicos foram rápidos, mas a ficha só caiu depois do diagnóstico: afasia.

A afasia é um bicho de sete cabeças. Ele não conseguia se comunicar direito. Às vezes, balbuciava coisas sem sentido, outras vezes, ficava completamente mudo, frustrado, olhando pra gente com aqueles olhos cheios de tristeza. Ele, que sempre foi tão falante, tão comunicativo...

Antes do AVC, os médicos tinham percebido alguns pequenos problemas de fala, nada grave aparente. Eles atribuíram a disfasia, uma dificuldade de comunicação, à idade, talvez algo leve. Mas na verdade, era um sintoma premonitório da afasia que viria a seguir.

Diferença? A disfasia é como um sinal de alerta, uma pequena dificuldade que pode ou não evoluir para algo pior, enquanto a afasia é a perda completa ou parcial da capacidade de comunicação, causada por lesão cerebral. A disfasia pode ter várias causas, enquanto a afasia está fortemente relacionada a danos neurológicos significativos. Meu avô, infelizmente, passou da disfasia para a afasia. Agora ele está em fisioterapia, lutando pra recuperar a fala, mas é um processo longo e difícil. A gente fica aqui torcendo, e a gente chora muito, também. É difícil, né? A saudade da conversa é imensa.

Como se chama o transtorno da fala?

Transtorno da fala: Falha na emissão.

  • Disartria: Nervos atacados. A fala desmorona.
  • Gagueira: Ritmo quebrado. Palavras presas na garganta.
  • Apraxia: Cérebro confuso. A boca não obedece.

Procure um fonoaudiólogo. A voz precisa ser ouvida.