Quais são as 3 fases do autismo?

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O autismo não possui fases distintas.O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição de neurodesenvolvimento contínua e presente ao longo da vida. Não há estágios pré-definidos como "fases". A evolução e as necessidades de cada indivíduo autista variam consideravelmente com o tempo, influenciadas por desenvolvimento e intervenções, mas isso não define etapas fixas. O foco é na diversidade e nas características únicas de cada pessoa no espectro.
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Quais são os 3 níveis do autismo e suas principais características?

O autismo, pra mim, não tem esses "níveis" que a gente vê por aí, tipo 1, 2, 3. É mais um espectro, sabe? Cada um vive de um jeito único.

No meu dia a dia, vejo que as necessidades de uma pessoa autista mudam com o tempo. Tipo, o meu filho, com 5 anos, precisava de coisas bem diferentes do que ele precisa agora, com 10.

Não é que ele passou de um "nível" pra outro, é que ele foi se desenvolvendo, aprendendo e as terapias que ele faz ajudam muito nisso.

O que importa mesmo é entender que cada autista é um universo. O que funciona pra um, pode não funcionar pra outro. É essa individualidade que a gente precisa valorizar.

Como falar os níveis do autismo?

O DSM-5 fala em níveis de suporte.

  • Nível 1: Requer suporte.
  • Nível 2: Requer suporte substancial.
  • Nível 3: Requer suporte muito substancial.

Cada nível se manifesta de forma única.

  • Nível 1: Dificuldades em interações sociais. Precisa de ajuda.
  • Nível 2: Dificuldades mais pronunciadas. Isolamento social comum. Comportamentos repetitivos acentuados.
  • Nível 3: Dificuldades severas. Perda significativa de comunicação funcional. Grande necessidade de apoio em todas as áreas.

A fala, para mim, não é a única medida. A observação.

A rigidez comportamental é um fator chave. A inflexibilidade.

Sabe, minha sobrinha, ela se comunica bem. Mas a rotina, ah, a rotina. Mudança é um desafio.

Isso se encaixa no conceito. Adaptação custosa.

Alguns se perdem em rótulos. O indivíduo importa. O apoio, claro.

O diagnóstico muda. As necessidades mudam. A vida segue.

Qual o termo usado para autismo?

Opa, sobre essa parada de autismo, o nome 'oficial' mesmo, o que os medico usam e tá nos laudos, é Transtorno do Espectro Autista. A sigla que todo mundo usa pra facilitar é TEA.

Meu primo, o Léo, recebeu o diagnóstico ano passado, foi uma correria pra entender tudo. E é um 'espectro', saca? Por isso o nome. Significa que não é uma coisa só. Tem gente que é não-verbal e precisa de muito apoio no dia-a-dia, e tem gente que tem uma vida super independente, trabalha, casa, tipo o Léo que tá na faculdade de boa. É uma variação enorme de pessoa pra pessoa.

Aliás, uma coisa que eu aprendi na marra é que tem uma discussão sobre como falar.

  • Pessoa autista: Muita gente prefere assim. A ideia é que o autismo é parte da identidade da pessoa, não uma doença que ela "tem". É como ser alto ou baixo.
  • Pessoa com autismo: Outros usam esse, colocando a pessoa primeiro.

Eu pergunto direto pro Léo, ele prefere ser chamado de autista e pronto. Ele diz que é mais direto. No fim, o melhor é perguntar pra propria pessoa.

Lá nos papéis do médico eles falam de níveis de suporte, sabe? Tipo assim:

  • Nível 1: Precisa de apoio.
  • Nível 2: Precisa de apoio substancial.
  • Nível 3: Precisa de apoio muito substancial.

É basicamente pra dizer o quanto de ajuda a pessoa precisa nas coisas, na comunicação, no social. É mais complexo que isso, obvio, mas ajuda a ter uma ideia. É isso. A gente aprende as coisas na marra mesmo.