Como saber o tipo de pele que temos?
Oleosa: Brilho, especialmente na zona T (testa, nariz e queixo), e poros dilatados.
Seca: Descamação, aspereza, sensação de repuxamento após a limpeza e aspecto opaco.
Pele, né? Essa coisa complicada que a gente nunca entende direito. Como é que se descobre que tipo de pele a gente tem, mesmo? Às vezes parece que muda de um dia para o outro!
Oleosa… Lembro-me de quando era adolescente, minha testa parecia um campo petrolífero. Brilho, brilho, brilho! Principalmente naquela zona T, né? Testa, nariz e queixo… A clássica. E os poros? Pareciam crateras lunares. Juro. Ainda hoje luto com isso, embora não seja tão dramático como antes. (Ainda bem!) Quem nunca sentiu aquela necessidade desesperada de passar um lenço no rosto a cada cinco minutos? Ugh.
Já a pele seca… Ai, coitada da pele seca. Conheço quem sofra com isso, e não parece nada agradável. Descamação, aspereza… Imagino a sensação horrível de repuxamento depois de lavar o rosto. Tipo pele de cobra, quase. E aquele aspecto opaco, sem vida… Dá até pena! Eu, felizmente, nunca tive esse problema. Mas já vi amigas minhas a usarem cremes super hidratantes, tipo, camadas e camadas, para tentarem combater o ressecamento. Às vezes penso que deve ser um alívio não ter que se preocupar com o brilho, mas depois lembro-me da coceira e… Acho que prefiro o meu brilho, vai.
É complicado, não é? A gente ouve falar de tantos tipos de pele, tantas rotinas, tantos produtos… Acho que no fim das contas, o importante é observar a nossa própria pele, perceber o que ela precisa. Tipo, se brilha muito, é provável que seja oleosa. Se repuxa e descama, seca. Parece óbvio, mas às vezes a gente complica tanto as coisas, não é?
#Cuidados#Dermatologia#Tipo De PeleFeedback sobre a resposta:
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