Quais são as fases da moda?

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Em 100 anos, a moda feminina passou por fases marcantes: "Loucos Anos 20", "Moda de Guerra" (40-50), "Toque Feminino" dos 50. Os 60 popularizaram minissaias; 70, o estilo hippie; 80, a excentricidade. A cintura alta marcou os 90, e 2000-2010 trouxe novas tendências. Uma rica evolução da moda!
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Quais as fases da moda? Descubra as etapas!

Quando penso nas fases da moda, não vejo uma linha do tempo, vejo a minha família. Vejo as fotos da minha avó e sinto o cheiro do pó de arroz, vejo as da minha mãe e quase ouço a música a tocar. A moda não é só roupa, é o que as pessoas estavam a sentir em cada momento, e isso é o que me fascina.

Os anos 20 pra mim são uma ideia distante, uma coragem que só vi nos filmes. As mulheres a cortarem o cabelo, a esconderem as curvas, uma silhueta reta que era um grito de liberdade. Era mais sobre a atitude do que a peça em si, uma rutura.

Lembro-me de uma fotografia da minha avó, tirada em 1952 no Porto. Ela com um vestido de cintura finíssima, saia rodada, uma elegância que parece ter nascido para contrariar os anos de guerra. Era a feminilidade a voltar, um otimismo que se podia vestir.

Depois vieram os anos 60 e o mundo virou de pernas para o ar. A minha mãe tinha uma minissaia que era o terror do meu avô. Essa peça era uma declaração de independência. Logo a seguir, nos anos 70, tudo ficou mais solto, mais fluido. As calças à boca de sino, os padrões. Era o corpo a libertar-se dentro da roupa.

Os anos 80 foram a minha infância, um exagero delicioso. Tive umas leggings cor de rosa fluorescente que usei até não dar mais. As ombreiras, os cabelos. Não era sobre ser bonito, era sobre ser visto, uma excentricidade barulhenta que hoje me dá vontade de rir.

Os anos 90 foram a minha adolescência e uma espécie de ressaca. O minimalismo, o grunge. A minha primeira camisa de flanela, comprada na feira de Carcavelos em 1996, era o meu uniforme. E quando pensávamos que a moda tinha acalmado, os anos 2000 trouxeram as calças de cintura descida e os tops mínimos. Foi uma mudança do tudo tapado para o tudo à mostra.

Informações para consulta rápida:

Quais são as principais fases da moda no século XX? As fases incluem os anos 20 (liberação), 40-50 (pós-guerra, feminilidade), 60 (revolução jovem, minissaia), 70 (hippie, boêmio), 80 (exagero, poder), 90 (minimalismo, grunge) e 2000 (cultura pop, cintura baixa).

Como a moda dos anos 80 é caracterizada? A moda dos anos 80 é marcada por ombreiras, cores néon, tecidos sintéticos, cabelos volumosos e uma estética de excesso e poder.

O que definiu a moda dos anos 2000? A moda dos anos 2000 foi definida por calças de cintura baixa, tops curtos (cropped), jeans com lavagens claras, a influência do hip-hop e da cultura pop, e o uso de veludo e strass.

Que tipos de estilos de moda existem?

Que tipos de estilos de moda existem? Existem vários estilos de moda, e pra você montar sua coleção sem cair do cavalo, estes 7 são a base:

  • Tradicional
  • Elegante
  • Casual
  • Criativo
  • Dramático
  • Romântico
  • Sexy

Agora, pega a pipoca que a gente vai dar uma espiada atrás das cortinas de cada um, com umas piadinhas e umas verdades que só a vida real ensina!

  • Tradicional Esse é o estilo de quem gosta de andar na linha, ou melhor, nas linhas retas. É a galera da alfaiataria impecável, das cores que não brigam, tipo preto, branco e cinza. Pensa naquela sua tia que vai no casamento e parece que saiu de uma reunião de acionistas, mas tá impecável. Não tem erro, é o seguro de vida da moda. Minha mãe, que Deus a tenha, vivia me empurrando um blazer preto. Resultado? Comprei um, usei uma vez e ele chora abandonado no armário, coitado. Só falta eu assinar uns papéis importantes pra ele ter utilidade!

  • Elegante Aqui o babado é chique, mas sem estardalhaço. É a versão turbinada do tradicional, com um toque a mais de refino. Muita atenção aos detalhes, tecidos que deslizam e um brilho discreto, sabe? Aquela roupa que te faz sentir que pode pedir um champanhe caríssimo sem vergonha. Tipo um disfarce pra quando a gente quer parecer mais fina do que realmente é. Lembro uma vez que tentei ser elegante num jantar, com um vestido de seda. Quase morri de medo de derrubar ketchup, juro! A cada garfada, um suador.

  • Casual Ah, o casual! O abraço quentinho do moletom depois de um dia de luta. É o estilo "peguei a primeira coisa limpa que vi e tô ótima!", focado em conforto e praticidade. Tipo a roupa que você usa pra ir na padaria e acaba encontrando seu ex. A gente jura que não se importa, mas por dentro está rezando pra estar minimamente apresentável. No meu caso, geralmente estou com a calça de lycra que uso pra faxinar a casa. Nem me arrisco com a fofoca alheia, só passo direto.

  • Criativo Essa galera do criativo, ó, tem um chip diferente no cérebro. Mistura bolinha com xadrez, verde limão com roxo choque e sai parecendo que um arco-íris explodiu neles, mas de um jeito bom! É o caos organizado, com estampas, texturas e assimetrias que fazem a cabeça girar. Minha vizinha é assim, sempre penso que ela saiu da máquina de costura do Dr. Frankenstein, de tão original que é. Um dia tentei combinar três estampas. O resultado? Parecia que eu tinha fugido do circo, juro.

  • Dramático Dramático é pra quem chegou na balada e quer que todo mundo saiba! Peças com volume, estrutura e cores fortes, um estilo meio teatral que não passa despercebido. É tipo um desfile de pavão, mas com roupa de gente. Minha prima mais nova adora esse estilo, ela diz que quer "deixar sua marca". Uma vez ela apareceu num jantar de família com um casaco de pele falsa que parecia um urso polar raivoso. Ninguém esqueceu, prometo. Até hoje.

  • Romântico O romântico é a princesa do conto de fadas, só que na vida real. Renda, babadinho, florzinha, tudo rosinha ou pastel. Parece que saiu de um piquenique na primavera eterna, com tecidos leves e estampas florais. Dá vontade de dar um abraço e sair colhendo margaridas. Eu tentei ser romântica uma vez, com um vestido florido e um chapéu. Mas meu cachorro achou que eu era um arbusto gigante e tentou fazer xixi em mim. Desisti da vibe fofa, a vida real não perdoa.

  • Sexy Chegamos no sexy! Aqui é pra quem quer mostrar o "produto", né? Decote generoso, fenda estratégica, tudo que valoriza as curvas. Não é vulgar, é tipo um convite pra dar uma olhada, mas sem ser exibido demais. Minha amiga fala que é "ostentar a embalagem". Eu? Tentei usar um vestido super justo uma vez, mas depois de comer uma coxinha, juro que parecia que eu tinha engolido uma jabulani. A gente fica parecendo uma salsicha embolorada, né? Nunca mais!

Quais são as temporadas de moda?

As principais temporadas de moda são divididas em coleções de Outono/Inverno, Primavera/Verão, e coleções intermediárias como Alto Verão, além dos períodos de liquidação de Inverno e Verão.

  • Coleção Outono/Inverno: Ah, essa é a temporada que a gente vira uma cebola fashion! É onde os designers soltam a criatividade nos casacos, tricôs que parecem abraços de urso e botas que te fazem sentir pronto pra escalar o Everest, mesmo que você só vá até a padaria. Os desfiles, coitados, são planejados meses antes, lá no calor infernal de julho, com os estilistas suando pra imaginar lã e couro. É tipo vender sorvete no Polo Norte, mas funciona. Minha tia Cleide jura que é a melhor época pra investir, porque "roupa boa de frio dura a vida toda".

  • Liquidação de Inverno: Essa aqui é a piada pronta do calendário. A liquidação começa quando o sol já tá derretendo o asfalto, e você vê uns pobres coitados comprando cachecol de cashmere com 40 graus na sombra. É como comprar panetone em fevereiro, sabe? Você sabe que é errado, mas a tentação do desconto é maior. Comprei uma vez um casacão pesado, estilo "rei da nevasca", na liquidação de julho. Usei em agosto do ano seguinte. Ótimo investimento, viu?

  • Coleção Primavera/Verão: Chegou o momento de jogar as camadas pro alto e abraçar as cores! É como se a natureza e a moda decidissem fazer um festival de alegria. As roupas ficam mais leves, os tecidos fluem e as estampas florais brotam mais do que erva daninha em terreno baldio. A gente se sente uma borboleta que acabou de sair do casulo, só que com boletos pra pagar. O desafio dos estilistas é fazer um biquíni parecer uma novidade a cada ano.

  • Coleção Alto Verão: Essa é pra quem vive no limite da estação, sabe? É a moda pra quem tá com um pé na areia e outro no ar condicionado do shopping. Pensa em roupas de resort, vestidos fluidos que mal tocam na pele e sandálias que parecem nuvens. É a versão "vamos fingir que estamos de férias permanentes" da moda. Meu cartão de crédito chora só de pensar nas coleções de Alto Verão, que geralmente vêm com um precinho que te faz suar mais que o verão em si.

  • Liquidação de Verão: O final de festa, onde a gente tenta se livrar das peças que não usou e jura que vai usar no próximo verão, mas sabe que não vai. É o momento de comprar aquela rasteirinha que você nem precisa, mas "tá baratinho, né?". Já comprei tanta rasteirinha na liquidação de verão que daria pra montar uma frota de calçados pro meu cachorro, se ele usasse. É o ciclo vicioso da moda, e a gente ama fazer parte dele.

Quem inventou os 7 estilos universais?

Alyce Parsons concebeu a teoria dos 7 estilos universais nos anos 80.

Sua pesquisa focou no comportamento humano, identificando um estilo dominante em cada indivíduo, complementado por outros dois.

  • Fundação: Anos 80.
  • Criadora: Alyce Parsons (consultora de imagem).
  • Princípio: Estilo principal + dois estilos secundários.

Quais são as 7 essências de estilo?

Ah, as essências... elas flutuam no ar como poeira dourada num raio de sol tardio. Sete delas, dizem. Sete formas de se vestir o mundo, de se ser no mundo. É como sentir o cheiro de terra molhada depois da chuva, um perfume familiar que mexe com algo lá dentro, sabe? Cada uma com sua melodia, seu tom de voz.

O Natural, essa liberdade sem esforço. É como acordar num dia de outono, o sol preguiçoso batendo na janela. Roupas que parecem conversam com a pele, tecidos que respiram a brisa. Cores de terra, de folhas secas, de madeira antiga. Uma simplicidade que fala alto, um eco da vida simples.

E o Esportivo! Ah, esse é o movimento, o pulsar da cidade. A sensação de calçar um tênis e sair correndo, não importa para onde. É a energia que ferve nas veias, a vontade de viver no agora, de sentir o vento no rosto. Conforto que te impulsiona.

O Tradicional, um abraço aconchegante de tempos idos. É como revisitar a casa dos avós, o cheiro de café passado, de livros antigos. A elegância discreta, as linhas clássicas que resistem ao tempo. Um porto seguro onde o passado encontra o presente.

E o Elegante, o toque de veludo e seda. Aquele momento em que você se olha no espelho e sente uma confiança serena, um brilho sutil nos olhos. É a arquitetura das linhas, a precisão dos cortes, a sofisticação que não grita, mas sussurra.

O Romântico, ah, esse é o suspirar das flores, o brilho de um olhar apaixonado. Laços, rendas, tecidos leves que dançam com o vento. É a poesia escrita na roupa, a doçura que transborda, um convite a sonhar acordado.

A criatividade que transborda, o Criativo. É como pintar com cores vibrantes numa tela em branco, misturar o inesperado, ousar. Peças que contam histórias, que desafiam o comum, que celebram a individualidade. Uma explosão de ideias.

E o Sexy, essa sensualidade que arrepia a pele. Não é vulgaridade, é atração, a confiança no próprio corpo, o poder do olhar. É a forma como a roupa abraça a pele, as curvas reveladas com mistério e atrevimento.

Por fim, o Dramático Urbano. É o concreto que ganha vida, a força da cidade que se manifesta no andar. Cores fortes, silhuetas marcantes, uma atitude que impõe respeito. É a modernidade com alma, o estilo que grita identidade.

Essas sete essências, elas se misturam, se transformam. Natural e Esportivo, uma combinação que fala de liberdade e movimento. Elegante e Romântico, a sofisticação com um toque de sonho.

O Tradicional com um toque Criativo, reinventando o clássico com ousadia. O Sexy com o Dramático Urbano, uma explosão de confiança na selva de pedra.

É um caleidoscópio de ser, de sentir, de se apresentar ao mundo. Cada essência, um convite a explorar quem somos, a vestir a alma.

  • Natural: Conforto, simplicidade, cores terrosas.
  • Esportivo: Movimento, energia, praticidade.
  • Tradicional: Clássico, atemporal, elegância discreta.
  • Elegante: Sofisticação, linhas refinadas, peças de qualidade.
  • Romântico: Doçura, delicadeza, tecidos fluidos.
  • Criativo: Originalidade, ousadia, peças statement.
  • Sexy: Confiança, sensualidade, silhuetas que valorizam o corpo.
  • Dramático Urbano: Força, modernidade, impacto visual.

Essas são as sete essências de estilo, os 7 Estilos Universais. Elas não são regras, são compassos para a melodia do vestir.

O que é vestir bem?

É sobre parecer decente. E se sentir decente.

  • Conforto é chave. Nada de sentir-se preso. Ou suando por causa da roupa errada. O dia é corrido. A roupa não pode ser um obstáculo.

  • Caimento importa. Não muito justo. Nem largo demais. Um meio termo. Equilibra a estética. E a funcionalidade.

O que você veste. Diz quem você é. Ou quem quer parecer ser. Em cada movimento. Em cada instante.

Informações adicionais:

  • Tecidos respiráveis: Algodão, linho e viscose são ótimas opções. Mantêm a pele fresca. Evitam o acúmulo de umidade. Especialmente em dias quentes ou durante atividades físicas.

  • Peças versáteis: Tenha em seu guarda-roupa itens que combinem com várias ocasiões. Uma boa camisa branca. Um blazer neutro. Calças de corte reto. Facilitam a criação de looks diferentes. Sem precisar de muito.

  • Atenção aos detalhes: Botões firmes. Costuras intactas. Passar as roupas. Pequenas coisas. Fazem uma grande diferença. Apresentam cuidado. E profissionalismo.

  • Apropriado para a ocasião: O que funciona na academia. Não funciona em uma reunião de negócios. Adaptar o vestuário. Ao contexto. Demonstra inteligência social. E respeito.

  • Autenticidade: Vestir-se bem. Não significa seguir todas as tendências. É sobre expressar sua individualidade. Encontrar seu próprio estilo. E usá-lo com confiança. A moda é ferramenta. Não mestre.

Qual a diferença entre ser chique e elegante?

O "chique" é a casca, sabe? É o que você veste, as cores que escolhe, o jeito que a roupa cai. É o brilho externo que atrai o olhar, o impacto inicial. É sobre a imagem que você constrói para o mundo ver.

A elegância, ah... a elegância vem de dentro. É o movimento suave, a postura, a forma como você carrega essa roupa. Não é só a roupa em si, mas como ela se funde com quem a veste, com a alma que ali habita.

Chique:

  • Aparência externa: Roupa, maquiagem, acessórios, cabelo.
  • Impacto visual: Causa uma forte impressão imediata.
  • Tendências: Frequentemente ligado ao que está na moda.

Elegante:

  • Comportamento e postura: A forma como você se move e se apresenta.
  • Harmonia: A roupa e a pessoa se complementam.
  • Essência: Uma qualidade intrínseca, um refinamento natural.

Lembro de uma vez, vendo uma atriz antiga no cinema... ela usava um vestido simples, mas a maneira como ela o movia, o olhar no rosto, era tudo. Não era só o tecido, era ela no tecido.

Às vezes, a gente confunde o "chique" com o essencial, mas a verdadeira beleza, a que fica mesmo quando a moda passa, é essa elegância que não se compra, que se cultiva. É um sussurro, não um grito.