Quantos dias por morte de marido?

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Nossa, que dor... Imagino a dificuldade de lidar com a perda de um marido, e a ideia de ter que voltar ao trabalho tão cedo é quase insuportável. Cinco dias parece muito pouco, considerando a dimensão da perda e a necessidade de lidar com os trâmites fúnebres e o luto. Vinte dias para a perda de um filho, já seria difícil, mas para o cônjuge, a base da família, cinco dias me parece cruelmente insuficiente. Precisamos de mais compaixão e empatia em situações assim.
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Cinco dias?! A sério? Para a morte de um marido? Meu Deus... Como é que alguém consegue sequer pensar em voltar ao trabalho depois de cinco dias? É... é impensável. Lembro-me da minha avó, quando o meu avô faleceu... ela ficou... destruída. Meses, levou meses até ela conseguir voltar à rotina, e mesmo assim, nunca mais foi a mesma. Cinco dias... parece uma piada de mau gosto. É como se a vida dissesse "Ok, já choraste o suficiente, agora volta a trabalhar!". Mas como? Como é que alguém consegue? Enterro, papéis, família, amigos... tudo a precisar de apoio, tudo um turbilhão. E ainda o vazio, aquela dor que te esmaga o peito... Imagino que vinte dias para a perda de um filho, apesar de ainda ser pouco, já seja um bocadinho mais compreensível, a dor é imensa, mas um filho é um pedaço de nós... Mas um marido, ou uma esposa... é a tua outra metade, a pessoa com quem construíste uma vida, com quem partilhaste tudo. Cinco dias é... não sei... desumano. Lembro-me de uma amiga que perdeu o marido num acidente, ela mal conseguia falar, quanto mais trabalhar. Precisamos de mais. Mais tempo, mais apoio, mais compreensão. Não dá para quantificar a dor, para colocar um prazo na tristeza. Cinco dias... é um insulto à memória, à dor, ao amor. Será que alguém que define estes prazos já passou por uma perda assim? Duvido. É preciso mais humanidade, mais empatia... cinco dias... simplesmente não chega.