Quais são as ciências auxiliares da EMC?

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A Educação Moral e Cívica (EMC) se nutre de diversas áreas das Ciências Humanas. Entre suas principais ciências auxiliares, destacam-se a Filosofia, a História, a Psicologia, a Geografia, a Sociologia e a Antropologia. Essas disciplinas fornecem o embasamento teórico e conceitual para a compreensão dos valores, da cidadania e do contexto social abordados na EMC.
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A sério, EMC... Educação Moral e Cívica... quem é que se lembra disto? Lembro-me das aulas, vagamente. Mas pensando bem, não era só decorar coisas sobre cidadania? Era mais do que isso, não era? Acho que sim. A EMC bebia de várias fontes, tipo... Filosofia, claro. (Será que alguma vez percebi realmente o que era a Filosofia naquela altura? Duvido.) História, essa era mais fácil, com as histórias e os reis, heróis e vilões. Psicologia também, perceber como as pessoas funcionam, os seus tiques e manias – lembro-me de uma vez que o professor falou sobre empatia. Acho que foi a primeira vez que ouvi essa palavra. Mudou a minha perspetiva, juro.

Geografia? Sim, até a Geografia tinha um papel! Perceber o mundo, as culturas, as diferenças… lembro-me de um trabalho sobre a Índia. Fiquei fascinada. E Sociologia, para perceber a sociedade, como tudo se encaixa (ou desencaixa, vá). Lembro-me de um debate aceso na turma sobre pobreza. Foi intenso. E Antropologia, claro, para perceber de onde viemos, as nossas raízes, os nossos costumes. A minha avó, por exemplo, tinha uns rituais tão estranhos… agora percebo que era tudo uma questão de antropologia, de cultura, de história familiar.

Portanto, todas estas coisas – Filosofia, História, Psicologia, Geografia, Sociologia, Antropologia – ajudavam a construir a tal da EMC. Não eram só disciplinas isoladas. Eram peças de um puzzle maior, que tentavam explicar o mundo e o nosso lugar nele. Não sei se funcionava sempre, mas a ideia era boa, não acham? Era tentar formar pessoas melhores, mais conscientes, mais… cívicas. Olha, até me arrepiei agora. É que, no fundo, acho que era mesmo disso que se tratava. De tentar fazer de nós pessoas melhores. E isso, convenhamos, nunca é demais.