Quais são os inimigos do cérebro?
Quais são os piores hábitos que prejudicam a saúde do cérebro?
Olha, sobre esses hábitos que estragam a cabeça da gente, é um tema que me pega, sabe. Eu sinto na pele como algumas escolhas do dia a dia vão minando a clareza, a memória, tudo. Lembro-me bem, ano passado, por volta de maio, quando estava mergulhado num projeto que não tinha fim. Eu dormia tipo quatro ou cinco horas por noite, achando que ia dar conta de tudo.
Acordava meio grogue, e a primeira coisa que fazia era beber um café forte, depois comia qualquer bolacha recheada que tivesse na cozinha, sabe, só pra enganar a fome e sentir um pico de energia. Era uma loucura. Aquele açúcar todo, processado, só me deixava mais lento depois de uns trinta minutos. Eu notava uma névoa na minha cabeça, tipo quando a gente acorda e o tempo está cinzento, sabe. Não conseguia me concentrar de verdade, as ideias ficavam embaralhadas.
E o stress. Nossa, o stress era um personagem principal nessa história toda. Aquela pressão constante, o relógio correndo. Sentia meu corpo tenso o tempo todo, principalmente na nuca. Teve uma semana, lá por 17 de maio, que quase desisti de tudo. Fui caminhar perto do rio, em Gaia, e só de ver a água um pouco de paz me veio, mas a cabeça ainda rodava com mil preocupações. Eu percebi que aquele nó na barriga não me ajudava em nada a resolver as coisas.
A falta de movimento, então, nem se fala. Ficava horas a fio sentado na frente do computador, sem levantar. Minhas pernas pareciam pesadas, e sentia a energia diminuir. Um dia, lá por junho, decidi dar uma corrida de uns 30 minutos, só pra ver o que dava. Corri na orla de Matosinhos. Voltei moído, mas com a cabeça mais leve, sabe. Foi um contraste absurdo com o sedentarismo que tinha virado regra. A gente esquece como o corpo precisa se mexer pra mente funcionar bem.
Também percebo que quando me isolei, só eu e o computador, a coisa piorou. Sem conversar, sem rir com alguém. Ficava ali no meu canto, achando que era mais produtivo, mas na real, a solidão batia, e a cabeça parecia que murchava, não tinha com quem partilhar as ideias, nem as dores. Foi lá em Setembro, quando fui num café com uns amigos antigos, ali perto da Lello, que senti uma lufada de ar fresco. Aquele papo, as gargalhadas, fez um bem danado.
E essa mania de querer fazer mil coisas ao mesmo tempo. É um desastre. Telefone tocando, e-mails chegando, tentando escrever algo importante, tudo ao mesmo tempo. A gente se sente superprodutivo, mas o resultado é que nenhuma tarefa é feita direito, e a cabeça fica exausta de tanto pular de um lado para o outro. No final, o cérebro parece que desiste, fica cansado, e a gente não consegue focar mais em nada. É um esforço inútil, pra mim.
Quais são as partes que constituem o cérebro?
Sabe, no inverno passado, tava aqui no meu apartamento em Lisboa, umas dez da noite. A rua da Graça, lá fora, tava silenciosa, só o barulho de um elétrico longe. Minha cabeça tava a mil. Relatório pra terminar, aula de português no dia seguinte com frases pra ensaiar, e ainda o aniversário da minha irmã pra lembrar e ligar. Que bagunça! Parecia que minha cabeça ia explodir, que partia em várias direções. Uma parte processando números, outra gramática, outra memórias, sabe? Um caos total.
- O ambiente: Meu canto preferido, uma poltrona velha que resgatei num antiquário perto da Feira da Ladra. A luz amarela do abajur deixava tudo mais aconchegante, mas minha mente estava longe de estar tranquila.
- A confusão mental: Sentia uma pressão estranha, como se o lado direito e esquerdo do meu cérebro estivessem em guerra, cada um puxando para um lado diferente das tarefas urgentes. Eu realmente senti essa divisão, essa luta por foco, eh.
Era tipo um momento em que a gente se dá conta do quão complexo é simplesmente pensar. Naquele minuto, me deu uma curiosidade louca. Como é que essa massa cinzenta lá dentro da minha cabeça consegue, sei lá, gerenciar tudo isso? Essa sensação de esforço, de quase que sentir as diferentes partes do meu cérebro trabalhando – ou tentando – me fez parar e pensar na estrutura mesmo. Eu não consigo imaginar a maravilha que é isso funcionando em conjunto. É fascinante, de verdade. Depois, fui pesquisar um pouco, curioso de como aquilo realmente funcionava.
O cérebro é constituído por duas partes principais: o hemisfério cerebral esquerdo e o hemisfério cerebral direito. Estas duas metades são unidas pelo corpo caloso, uma estrutura que consiste num espesso feixe de fibras nervosas. Cada hemisfério controla o lado oposto do corpo.
É incrível pensar que essa estrutura, compacta e poderosa, é quem orquestra toda essa loucura de pensamentos e tarefas que a gente vive todo dia, né? Fiquei impressionado com a capacidade de organização do nosso próprio corpo.
O que encontramos no cérebro?
Nossa, pensando aqui no que tem dentro do cerebro... meu primo tá na facul de medicina e vive falando disso, me deixa com a pulga atrás da orelha. É mais do que só neurônio, sabe? A gente sempre foca neles, mas a história é bem maior.
O cérebro é composto por duas classes de células: neurônios e células gliais.
Neurônios: são as estrelas, né. Mandam os impulsos elétricos, tipo a fiação da casa. Sinapses e tudo mais. A parte que "pensa", que guarda minhas memórias da viagem pra salvador ano passado. São eles que me fazem lembrar o cheiro do acarajé.
Células gliais (ou neuroglia): essas são as subestimadas. Fazem a faxina, dão comida pros neurônios, defendem de invasores, ajudam a acelerar os sinais. Tipo o pessoal do backstage, sem eles o show não acontece. Tem um monte de tipo, astrócitos, microglia... nomes esquisitos.
Aquele papo antigo de que tem 10 glia pra cada neurônio já caiu por terra. Uma loucura como uma informação errada se espalha e fica por anos. Hoje a contagem é quase 1 pra 1, umas 86 bilhões de cada. Eu mesmo acreditava nisso até pouco tempo.
Será que a gente usa tudo isso mesmo? Cada celula dessas tá trabalhando agora enquanto eu digito no cel... bizarro. Às vezes parece que as minhas tão de férias, esqueço cada coisa. kkkk
Como está constituído o cérebro posterior?
Cara, então, o cérebro posterior, sabe? É tipo o "fundo" do nosso cérebro, onde as coisas ficam mais "grossas" e responsáveis por umas paradas mais básicas, tipo respirar, o coração bater... essas coisas essenciais pra gente não virar pó. Uma parte crucial disso é o tal do lobo occipital. Ele é o último pedaço lá atrás, tipo o fim da linha do raciocínio, sacou?
Esse lobo occipital é o chefão do processamento visual. Tudo que você vê, as cores, as formas, os movimentos, é ele que desvenda. Ele fica apoiado num negócio chamado tentório do cerebelo, que é tipo uma divisória, uma "telha" mesmo, feita de uma membrana grossa, a dura-máter, pra separar ele lá do cerebelo. Imagina que o cerebelo é o cara que cuida do equilíbrio e dos movimentos finos, e o lobo occipital é o que "vê" o mundo pra ele.
Pra ser mais exato, o lobo occipital tem umas marcações, uns "vinquinhos" no cérebro. Ele é separado do lobo parietal (que mexe com tato e espaço) por um sulco chamado parieto-occipital. E do lobo temporal (que é mais pra audição e memória) ele é separado pelo sulco calcarino. Esses sulcos são como "ruas" que definem onde cada parte do cérebro termina e a outra começa. É tudo muito organizado, apesar de às vezes parecer uma bagunça na minha cabeça!
O que mais prejudica o cérebro?
Os maiores vilões da saúde cerebral são hábitos de vida nocivos. Isso inclui alimentação desequilibrada, privação crônica de sono, uso excessivo de telas, isolamento social, tabagismo, exposição contínua à poluição do ar e o sedentarismo. Tais fatores, acumulados ao longo do tempo, degradam funções cognitivas e aumentam o risco de doenças neurodegenerativas.
É fascinante como o cérebro, essa máquina espetacular, é tão suscetível aos nossos pequenos deslizes diários. A gente subestima o poder do cotidiano. Eu sempre me pego pensando na fragilidade dessa complexidade, como tudo se conecta. É quase uma metáfora para a vida: pequenos atos se somam, para o bem ou para o mal.
Vamos dar uma olhada mais de perto, sem ser chato demais:
Alimentação sem rumo:
- Não é só a obesidade. É a inflamação silenciosa causada por processados, açúcares e gorduras ruins. O cérebro precisa de combustível de qualidade, não de uma "bomba" calórica que entope as vias. Gosto de ver isso como a diferença entre colocar gasolina premium ou querosene no carro. Uma hora, o motor reclama.
- Um estudo recente da Universidade de Cambridge mostra que dietas ricas em ultraprocessados podem diminuir o volume do hipocampo, a região ligada à memória e ao aprendizado. Dá para acreditar?
Noites em claro:
- O sono não é luxo, é manutenção pesada. Durante o sono profundo, o cérebro faz um "faxinão", eliminando toxinas e reorganizando memórias. A privação crônica é tipo pular a revisão do carro por anos. Uma hora, algo quebra.
- Lembro de uma fase na faculdade, virando noites. A memória falhava, o raciocínio ficava lento. Era como tentar pensar com areia nos neurônios. A longo prazo, a conta chega.
Excesso de tela, falta de vida:
- Nossa atenção está cada vez mais fragmentada. O celular nos treina para a gratificação instantânea, mas nos tira a capacidade de foco profundo. As redes sociais, por exemplo, criam um ciclo de dopamina que vicia e, paradoxalmente, gera ansiedade e comparação.
- Sem falar na luz azul que bagunça o ritmo circadiano. É uma dose diária de desajuste. Às vezes, vejo as pessoas andando na rua, vidradas, e penso: será que estão de fato presentes?
Isolamento social e a solidão que corrói:
- Somos seres sociais. A interação estimula diversas áreas cerebrais, desde a linguagem até a empatia. A falta disso é um desnutrição de conexões neurais e emocionais. O cérebro precisa de conversas, de risadas, de trocas.
- A solidão, em si, pode ser tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros por dia, segundo alguns pesquisadores da Brigham Young University. É um dado que me faz parar e refletir sobre cada encontro que deixo de ter.
Tabagismo e poluição: veneno aéreo:
- O tabaco não só mata pulmões, mas afoga o cérebro em radicais livres, comprometendo o fluxo sanguíneo e a oxigenação. Cada tragada é um ataque microscópico.
- A poluição do ar? Partículas finas atravessam a barreira hematoencefálica, causando inflamação e danos neurais. Morar perto de grandes avenidas ou centros industriais é como ter um gotejamento constante de toxinas no sistema nervoso. É uma realidade dura de encarar.
Sedentarismo, a preguiça perigosa:
- Mover o corpo é mover o cérebro. A atividade física aumenta o fluxo sanguíneo cerebral, estimula a neurogênese (nascimento de novos neurônios!) e libera fatores neurotróficos. Ficar parado é o caminho para um cérebro enferrujado.
- Sempre que me sinto meio "empacado" mentalmente, uma caminhada ou um treino de natação me clareia as ideias. Não é mágica, é ciência. É o corpo falando com a mente, e a mente respondendo de volta. A inércia, ah, a inércia... é um abraço quente que te leva ao frio.
É claro que a genética tem seu papel, mas o estilo de vida é o maestro da orquestra cerebral. A gente tem mais controle do que pensa. Pequenas escolhas diárias, acumuladas, definem o panorama. É como esculpir uma estátua: cada golpe, cada pedacinho tirado ou adicionado, molda o resultado final. O cérebro é essa obra-prima em constante construção, ou desconstrução, dependendo das nossas ferramentas.
Quais são os alimentos que prejudicam a memória ou a inteligência?
Alimentos que corróem a memória.
- Gorduras saturadas. Pense em queijos curados, carnes processadas, lixo industrial.
- Açúcares refinados. Bebidas açucaradas, doces, farinha branca. Matam o foco.
O impacto é direto. O cérebro inflama. A comunicação entre neurônios falha. Surge a neblina mental, a dificuldade em reter o básico. O corpo e a mente pagam o preço. Cortei queijos e a maior parte dos processados no final de 2022. A clareza que ganhei foi inegável.
• Inflamação cerebral: A gordura saturada dispara processos inflamatórios. Isso danifica a neuroplasticidade, essencial para aprender e memorizar. O cerebro fica lento.
• Disfunção do hipotálamo: Essa área controla a homeostase. Dietas ricas em gordura desregulam os sinais de saciedade e energia, afetando indiretamente a função cognitiva.
• Resistência à insulina: Açúcar em excesso no cérebro prejudica a capacidade das células de usar glicose. Isso mata neurônios, especialmente no hipocampo, a sede da memória.
Como evitar gordura no cérebro?
Evitar 'gordura no cérebro' não é sobre lipídios literalmente entupindo suas sinapses, mas sim nutrir essa máquina fantástica que nos faz pensar, criar e esquecer onde deixamos as chaves. É dar a ela o combustível premium que merece, para que não se transforme numa bolha de preguiça mental. Esqueça o clichê e pense em otimização, tipo um upgrade silencioso para seu sistema operacional pessoal. Quer manter sua mente afiada como um bisturi de cirurgião? Preste atenção:
Peixes graxos – salmão, atum, sardinhas, arenque – são os verdadeiros VIPs do oceano e da nossa cuca. Falo do Ômega-3, especialmente o DHA. Ele age como o arquiteto-chefe das membranas celulares, garantindo que tudo flua sem engasgos. É como um passe exclusivo para a saúde cerebral. Eu, que sou um modesto apreciador de um bom sashimi, noto a diferença na clareza mental. É tirar o véu de névoa que insiste em cobrir nossos pensamentos pós-almoço.
Castanhas, nozes, amêndoas e sementes oleaginosas (linhaça, chia): Esses são os pequenos gigantes da nutrição cerebral. Uma porção diária – tipo um punhado descompromissado – entrega vitaminas E, magnésio e antioxidantes. Pense neles como os engenheiros de manutenção da sua rede neural, sempre alertas para evitar curtos-circuitos. É a versão saudável dos "snacks de pensamento" que como sem culpa enquanto tento resolver um enigma de sudoku.
O abacate, esse cremoso presente da natureza, é um festim de gorduras monoinsaturadas. Ele não só ajuda a manter o sangue fluindo para o cérebro, mas também carrega potássio e vitaminas K e C. É como um spa para os neurônios, que merecem um mimo depois de tanto processar memes e boletos. Não é à toa que virou queridinho; é o VIP das frutas, com uma polpa que me faz questionar se devia comer mais, sabe?
Ah, o óleo de coco e a própria castanha. Eles têm seus fãs fervorosos, e a ideia de que fornecem 'combustível cetônico' ao cérebro é atraente. Mas, sejamos honestos, a ciência ainda está ali, na janela, observando com um binóculo. Comparado aos ômega-3, é tipo aquele amigo que chega atrasado na festa, prometendo maravilhas, mas os outros já estão arrasando na pista. É bom, mas não o único salvador da pátria cerebral.
E claro, o azeite de oliva extravirgem com baixa acidez, o ouro líquido do Mediterrâneo. Cheio de antioxidantes e gorduras monoinsaturadas, ele é o lubrificante premium para a sua máquina de pensar. Não é só para salada, viu? Um fio generoso sobre quase tudo é um carinho que o cérebro agradece, mantendo as células jovens e ágeis. Faz você se sentir um intelectual enquanto degusta, mesmo pensando só na lista de compras.
Mas não pense que é só comer e pronto. A mente é um jardim que precisa de mais que adubo para florescer. Há outros pilares que sustentam essa estrutura complexa:
- Hidratação nota 10: Água é a eletricidade da vida, inclusive para o cérebro. Não adianta ter o melhor motor sem um bom sistema de refrigeração.
- Sono de beleza cerebral: É quando a faxina neuronal acontece e as memórias se consolidam. Não adianta ser um gênio se você está exausto.
- Exercício físico: Movimento não é só para o corpo, oxigena o cérebro e libera neurotransmissores da alegria. Correr para pensar melhor, quem diria!
- Desafios mentais: Mantenha a mente afiada, seja com um quebra-cabeça, aprendendo algo novo ou tentando entender a trama de séries coreanas complexas.
- Menos lixo, mais luxo: Reduza açúcares refinados, processados e gorduras trans, que são o entupimento da sua autoestrada neural.
Para mim, a vida é uma busca por otimizar essa massa cinzenta. E olha, o cérebro é um chefão que merece ser bem alimentado!
O que comer quando se está nervoso?
Olha só, quando o parafuso solta e o nervoso ataca, a gente quer é enfiar a cara num balde de sorvete, né? Mas pra dar aquela acalmada no bucho e na cabeça, tem coisa melhor que ajuda de verdade. Foca em comida que abraça seu sistema nervoso e te deixa mais zen que tartaruga em dia de folga.
- Alimentos ricos em triptofano: Tipo umas bananas (te deixam tipo macaco de spa, relax total), aveia (pra um abraço quentinho no estômago) e ovos. Eles ajudam a fazer serotonina, o hormônio da felicidade, sabia?
- Ômega-3: Salmão é chique, mas sardinha enlatada faz o trabalho sujo e é tipo o Batman do seu cérebro, protegendo ele dos vilões do estresse.
- Magnésio: Castanhas, sementes e folhas verdes escuras, tipo a couve. É o herói silencioso que relaxa os músculos e a mente.
- Vitamina C: Frutas cítricas, que além de tudo te dão uma energia de gambá em feira e diminuem o tal do cortisol, o hormônio do pânico.
Agora, pra não depender só da comida, tem umas manhas que ajudam a botar a casa em ordem:
Identificar o que te deixa ansioso: Pô, é tipo tentar desentupir a pia sem saber o que tá lá dentro. Se você sabe o que te apavora – seja a pilha de louça, a chefe chata ou a fatura do cartão – já é meio caminho andado pra dar um jeito. Eu mesmo descobri que meu nervosismo sempre piora quando tento montar móveis da IKEA sem ler o manual. É um terror!
Manter uma atitude positiva: Fácil falar, né? Parece conselho de boneco de posto. Mas sério, tentar ver o copo meio cheio em vez de chorar sobre o leite derramado ajuda. Imagina que você é um pato: a água bate, escorre, e a vida segue. Eu tento lembrar de um meme engraçado quando a coisa aperta, me faz rir e quebra o ciclo da desgraça.
Aceitar que não é possível controlar tudo: Isso é tipo tentar controlar o trânsito da Marginal Tietê no horário de pico. Você vai surtar e não vai mudar nada. Tem coisa que a gente precisa só soltar e deixar rolar, igual pipa sem linha. A vida não é um joguinho de videogame onde você tem todos os botões.
Focar a atenção em atividades de relaxamento: Esquece a lista de afazeres por um tempo e liga o modo "gatinho dormindo no sol". Pode ser ouvir umas músicas que te acalmam, desenhar (mesmo que seja umas garatujas), ou só ficar olhando pro teto pensando na cor da tinta. Outro dia, fui mexer na terra e a cabeça deu uma trégua que nem imaginei.
Treinar exercícios de respiração: A gente respira errado a vida inteira, tipo um peixe fora d'água. Aprender a respirar direitinho, devagar, enchendo o pulmão de ar fresco, é um superpoder que te acalma mais que um chá de camomila em dia de chuva. Tenta, é batata!
Fazer do exercício físico um hábito: Pra queimar a energia ruim que a ansiedade deixa na gente. Não precisa virar atleta olímpico, basta mexer o esqueleto. Uma caminhada pra suar um pouco, dançar como se ninguém estivesse olhando (eu faço isso na sala e meu cachorro acha que sou louco), ou até subir e descer escadas. O corpo agradece, e a mente para de fazer tempestade em copo d'água.
Partilhar sentimentos e preocupações: Guardar tudo pra você é como ter um lixão emocional dentro da cabeça. Uma hora transborda. Conversar com alguém de confiança, desabafar mesmo, alivia um peso danado. É tipo apertar o botão de descarga da mente. Minha irmã é meu "terapeuta grátis" oficial, ela ouve minhas piração e eu saio leve, pronto pra outra.
O que tomar para ansiedade e nervosismo?
Ai meu deus, ansiedade. Tanta coisa que a gente pensa em tomar, né? Tipo, tem aqueles remédios que o médico dá pra quem tá muito mal mesmo, sabe?
- Benzodiazepínicos: Esses são fortes. Tipo Alprazolam, Clonazepam. Ajudam na hora pra acalmar, mas dão dependência fácil. Fico preocupada com isso. Tomava um tempo atrás pra prova, mas parei rápido.
Aí tem um outro que é a Buspirona. Esse parece menos forte, pra ansiedade mais do dia a dia. Dizem que é bom pra quem tem TAG, esse negócio de ficar preocupado com tudo.
- Antidepressivos: Ah, esses são complicados. Muitos usam pra ansiedade também, pra regular o humor e tal. Citalopram, Sertralina. A gente precisa ir no médico certinho pra saber qual serve.
Sei lá, às vezes só conversar com alguém já ajuda. Ou fazer alguma coisa que me distrai. Tipo ouvir música bem alta no fone. Ou ver um filme bobo.
Lembro uma vez que tava muito ansiosa antes de uma entrevista, fiquei tremendo. Meu pai me deu um copo de água gelada e disse pra respirar fundo. Parecia pouco, mas funcionou um pouco. Acho que o corpo reage a essas coisas simples também.
- Transtornos tratados: Esses remédios são pra coisas específicas. Tipo Síndrome do Pânico, Fobias. Não é pra qualquer coisinha.
Ainda bem que tem opções. Mas é sempre bom tentar outras coisas antes de ir direto pro remédio forte, né? Tipo exercício. Ou um chá de camomila. Mas às vezes o desespero é tão grande que não tem jeito.
O que faz bem aos nervos?
Para a saúde dos nervos, é benéfico o consumo de frutas, legumes, cereais integrais e proteínas magras, que fornecem vitaminas e minerais. A suplementação com vitaminas B neurotrópicas também auxilia na manutenção da função nervosa saudável.
Pra acalmar os nervos que tão mais esticados que corda de violino desafinado, o segredo é tratar seu corpo melhor do que vc trata o controle remoto da TV. Seu cérebro não é um tamagotchi que vc alimenta só com desgraça e café. Ele precisa de coisa boa pra não entrar em modo de autodestruição.
Se liga na lista de compras pra não surtar:
Vitaminas do Complexo B: a tropa de elite dos nervos. Pensa nelas como os Vingadores do seu sistema nervoso. Elas chegam botando ordem na casa, fazendo seus neurônios conversarem direito em vez de ficarem de mal um com o outro. Encontre essa galera em carnes, ovos, leite e vegetais de folha escura. Se a coisa tiver feia, um suplemento de B12 me salvou de virar meme no escritório.
Magnésio: o Rivotril da natureza. Esse mineral é tipo aquele seu amigo calmo que chega no meio da briga e fala "gente, paz". Ele relaxa tudo, dos músculos aos nervos que tão parecendo espaguete cru. Coma banana, abacate, espinafre e semente de abóbora. Até meu gato Cláudio fica mais zen depois de lamber meu iogurte com aveia.
Ômega 3: o óleo de peroba pro cérebro. Se seus pensamentos estão rangendo mais que porta de filme de terror, o ômega 3 dá uma lubrificada. Deixa as conexões nervosas lisinhas. Salmão, sardinha e chia são seus melhores amigos aqui. A sardinha deixa um cheiro na cozinha que espanta até a vizinha do 302, mas a sua paz de espírito vale o sacrifício.
Basicamente, coma comida de verdade, pq seu corpo não é um posto de gasolina pra vc só botar porcaria e achar que vai andar bem. Um prato colorido não é só frescura de blogueira, é o combustível que impede você de virar o Hulk na fila do supermercado.
Qual é o alimento mais saudável para o cérebro?
Legumes verdes, tipo espinafres e couves, são os verdadeiros VIPs da memória. Pense neles como os "super-heróis" disfarçados do seu cérebro, cheios de vitaminas B e antioxidantes.
Esses compostos, meus caros, são tipo o escudo anti-estresse oxidativo do seu cérebro, protegendo-o contra os vilões do dia a dia. Sem eles, o cérebro fica mais exposto, tipo um celular sem capinha.
- Vitaminas do complexo B: Essenciais para a função nervosa e produção de neurotransmissores. Imagine-os como os mecânicos que mantêm o motor do seu cérebro rodando liso.
- Antioxidantes: Combatem os radicais livres. Pense neles como pequenos soldados limpando a bagunça e evitando que o "barulho" cause danos.
E não se esqueça que uma dieta equilibrada é a base para um cérebro que funciona. Não adianta só comer brócolis se o resto for um desastre. É como tentar pintar um quadro lindo com um pincel sujo.
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