Quantos géneros humanos existem?

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Atualmente, não há consenso científico sobre a quantidade de gêneros. A Comissão de Direitos Humanos de Nova York reconhece 31 identidades de gênero, incluindo, entre outras: agênero, andrógino, gênero fluido, não-binário, MTF (male to female), FTM (female to male) e genderqueer. O número é fluido e depende da autoidentificação individual, sendo a variedade muito maior que a listagem exemplificativa.
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Ok, vamos lá dar uma volta a isto e tentar trazer mais "vida" ao texto.

Então, quantos géneros humanos existem? Essa é daquelas perguntas que nos faz pensar, não é? Tipo, lá no fundo, o que é que realmente significa "género"?

A verdade é que não há uma resposta preto no branco. Os cientistas não chegam a um acordo e, honestamente, acho que nem vão chegar tão cedo. Mas reparem nisto: a Comissão de Direitos Humanos de Nova York (Nova York, gente! Uma cidade super diversa!) já reconhece 31 identidades de género. Treinta e um!

E a lista é daquelas, sabem? Agênero, andrógino, género fluido, não-binário... até MTF (male to female) e FTM (female to male) entram na conversa. Mas, e aqui é que está a chave, aquilo que percebi é que isto é mesmo só uma amostra.

É que, pensando bem, o número de géneros é praticamente... infinito? Ou será que estou a exagerar? Talvez. Mas o que importa é que, acima de tudo, depende de cada pessoa. Da forma como cada um se sente, como se vê, como se identifica. É uma coisa tão pessoal, tão íntima, que tentar meter tudo dentro de uma caixinha... não me parece que funcione.

Lembro-me da minha prima, a Sofia. Ela sempre foi um bocado "fora da caixa", digamos assim. E durante muito tempo, ela própria não sabia bem onde se encaixar. Até que um dia, simplesmente, percebeu. E assumiu-se como género fluido. E, de repente, fez todo o sentido. Foi como se um peso lhe tivesse saído dos ombros. E eu, como é óbvio, só quis que ela estivesse feliz.

Por isso, no fundo, acho que o mais importante não é tanto contar os géneros, mas sim respeitar a individualidade de cada um. Concordam? É que, no fim das contas, somos todos humanos, não é? Com as nossas particularidades, as nossas complexidades, as nossas identidades. E é isso que nos torna tão... interessantes.