Como se contam os dias de luto?

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A contagem dos dias de luto no trabalho inicia-se no dia do falecimento, conforme orientação da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT). Embora a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não seja explícita, a ACT esclarece que, por padrão, o luto começa a ser contado a partir da data da morte. Existe, no entanto, a possibilidade de empregador e empregado acordarem uma data diferente para o início da licença, adaptando-se às necessidades e organização de ambos. Essa flexibilidade permite que o trabalhador organize a participação em funerais e outras questões familiares.
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Como calcular os dias de luto?

Ah, luto... Lembro-me da minha avó, falecida em 2018, em Braga. O funeral foi três dias depois, mas para mim, os dias de luto começaram no dia em que ela partiu. Senti a dor logo ali, sabe? Não havia um calendário oficial que pudesse mudar isso.

A lei, essa coisa burocrática... Li algo da ACT, uma nota técnica, que diz que começa no dia da morte, a não ser que haja acordo entre empregador e empregado. Mas, na prática, quem fica a definir? Sei que o meu chefe na altura, foi compreensivo, mas não fomos lá escrever um papel formal. Ficou tudo numa conversa.

Acho que a questão é mais de sensibilidade mesmo. Cada um sente o luto à sua maneira. O importante é o respeito e o apoio aos enlutados. Na minha experiência, a contagem dos dias é uma formalidade. O que dói mesmo é a saudade.

Como contabilizar os dias de nojo?

Lembro bem quando meu avô faleceu. Foi em junho de 2023, numa terça-feira. Acordei com a ligação da minha mãe, a voz dela embargada. Na hora, um aperto no peito, aquele nó na garganta que não te deixa respirar direito. Eu trabalhava num escritório pequeno, centro da cidade, rotina corrida. Liguei pro meu chefe, expliquei a situação, super compreensivo.

Naquele dia, fui direto pro interior. Velório, enterro, tudo corrido, uma névoa na cabeça. Só conseguia pensar nele, nos almoços de domingo na casa dele, cheiro de café fresco, ele lendo o jornal. Tristeza profunda, uma dor que parecia física. Voltei pra cidade só na quinta.

  • No meu caso, a contagem dos dias de nojo começou na quarta-feira, o dia seguinte ao falecimento, porque a notícia chegou de manhã, dentro do meu horário de trabalho.
  • Se tivesse recebido a notícia depois do expediente, a contagem teria começado na quinta.

Precisei de uns dias pra me recompor. A empresa me deu os três dias de licença nojo. Ajudou, claro, mas a saudade continua. Guardo as boas lembranças. Ele era um cara incrível.

Resposta concisa à pergunta: A contagem dos dias de licença nojo inicia-se no dia do falecimento, se este ocorrer dentro do horário de trabalho. Se o falecimento ocorrer após o horário de trabalho, a contagem inicia-se no dia seguinte. Férias, folgas ou feriados não são afetados pela licença nojo.

Quando começa a contar dias de luto?

A sombra fria da perda... Lembro da minha avó, ano passado. O cheiro de café fresco pela manhã, suas mãos ágeis tecendo crochês intricados, a calma em seus olhos. Ela se foi num fim de tarde, o sol já quase tocando o horizonte. Um vazio...

  • A contagem oficial, fria e burocrática, começa no dia do falecimento. Como se um carimbo pudesse medir a dor, a ausência. Mas lembro do meu tio, advogado, explicando os trâmites. Parecia tão distante de tudo que sentíamos.

  • A não ser que... um acordo silencioso, entre a dor e a necessidade. Empregador e empregado, unidos por uma circunstância triste. Negociando o início da contagem, como se pudessem adiar a tristeza, como se adiassem a saudade.

  • Mas se a noite chega... e leva consigo a luz, a vida... se a morte acontece depois do expediente... a contagem só começa no dia seguinte. Lembro do silêncio daquela noite, o telefone tocando, a notícia ecoando na sala vazia. A contagem só começou no dia seguinte, mas a dor... a dor começou no instante do telefonema. Uma pontada aguda no peito, a respiração presa na garganta.

O tempo, uma convenção. A dor, uma constante. Os dias de luto... uma tentativa de quantificar o incomensurável. O cheiro do café ainda me traz a lembrança dela, o vazio na mesa, o silêncio na casa. A contagem dos dias termina, mas a saudade... a saudade não tem fim.

Como são contados os dias de nojo?

Cara, te juro, essa história de dias de nojo é confusa! Tipo, outro dia tava precisando calcular isso pra uma viagem, quase pirei. Aí descobri, na raça mesmo, que é tudo corrido. Tudo. Sábado, domingo, feriado, Natal, tudo entra na conta.

Lembra daquela vez que a gente foi pra praia, em Ubatuba? Fiquei uns 5 dias lá, de quarta a domingo. Pensei que ia ser só 3 dias úteis pra contar, né? Mas não. Foram 5 dias de nojo mesmo. Meio chato isso, queria que fosse só dias úteis, ia facilitar minha vida.

  • Dias corridos: Isso significa que conta TUDO, sem exceção.
  • Fins de semana: Sim, sábado e domingo também entram.
  • Feriados: Também entram, mesmo que seja feriado nacional, municipal, o que for.

Uma vez, precisei calcular os dias pra um negócio de trabalho, e levei um susto, hahaha. Achei que tinha bem menos tempo. Precisei correr contra o relógio pra entregar tudo. Era uma apresentação importante para um novo cliente, um tal de Sr. Silva. Imagina a vergonha se eu atrasasse!

Esses dias eu tava conversando com a minha irmã, a Ana, sobre isso, lembra dela? Ela trabalha com RH, e ela confirmou: dias corridos, sempre. Falou até que teve gente lá no trabalho dela que se confundiu, igual eu. Mas ó, a regra é clara: conta tudo. Fim de papo. Não tem discussão.

Quais são os dias de luto em Portugal?

Lembro da confusão quando meu avô faleceu, em Maio de 2023. Estávamos em Lisboa, na casa da minha tia, perto do Parque das Nações. Um aperto no peito horrível, aquele telefonema de madrugada. Ninguém esperava, ele estava bem, tinha seus 90 e poucos anos, mas lúcido, ativo. Tudo aconteceu tão rápido. Tive que correr para resolver a papelada do trabalho para justificar a falta.

  • 5 dias: foi o que tirei, o máximo permitido por lei. Precisei organizar as coisas em Lisboa, ajudar minha mãe com os trâmites, e depois voltar para o Porto, onde eu morava, para resolver pendências. Foi exaustivo, emocionalmente e fisicamente. O luto não espera.

  • Voo de volta: lembro da sensação estranha no avião, olhando pela janela, pensando em tudo. Um vazio. Lisboa, lá de cima, parecia pequena, e meus problemas, enormes. A culpa por não ter ido visitá-lo mais, a saudade das histórias que ele contava.

  • De volta ao trabalho: mesmo com os 5 dias, não foi suficiente para processar tudo. A rotina me atropelou, mas a dor ficou ali, um nó na garganta. Precisei de tempo, muito tempo, para me acostumar com a ideia de que ele não estava mais aqui.

Dias de luto em Portugal (2023):

  • Até 5 dias consecutivos: cônjuge, pais, padrastos, madrastas ou sogros.
  • Até 2 dias consecutivos: irmãos, cunhados, avós, bisavós, netos e bisnetos.

Como funcionam os dias de luto?

E aí, beleza? Falando em dia de luto, que bad, né? Mas bora lá, tentar entender essa parada toda.

Basicamente, a lei te dá uns dias de folga do trabalho quando alguém da família morre. E tipo, não é qualquer parente, saca? Tem umas regras meio específicas.

  • 2 dias: Se liga, rola quando é parente de 2º grau em linha reta (tipo, seus avós ou netos, bisavós, bisnetos, essas coisas). Também vale pro pessoal da família do seu companheiro ou companheira, seguindo a mesma lógica. E, pra fechar, parentes de 2º grau na linha colateral, que seriam seus irmãos e cunhados. Ah, e detalhe importante: isso aí vale mesmo se você tiver só uma união estável, tá?
  • Eu lembro que quando meu vô se foi, foi um sufoco organizar tudo, e esses dias fizeram diferença, viu? Sem contar a burocracia.

Sei lá, acho que podia ser mais, dependendo do caso. Mas, pelo menos, já ajuda a gente a dar um respiro nesse momento tão tenso. E, ó, cada empresa pode ter suas próprias regras também, então é bom checar direitinho o que diz o seu contrato ou o sindicato da sua categoria.

Como se contam as faltas por falecimento?

Nossa, que pergunta difícil! Meu avô faleceu em 2023, dia 15 de março, um sábado. A correria foi inacreditável. Liguei para o trabalho na segunda-feira, dia 17, totalmente desolada. A chefe foi compreensiva, mas as regras... um saco!

O que me disseram na empresa é que eu podia escolher a data para contabilizar as faltas. Pensei muito: o dia da morte dele (15/03), o dia que eu soube (17/03), ou o dia do enterro, que foi no dia 18/03 (uma sexta-feira, péssimo dia para enterro!). Escolhi contar a partir do dia 18, porque era quando tudo realmente parou para mim, sabe? Aquela sensação de vazio... ter que me despedir... meu avô era tudo pra mim.

Me senti péssima, entre a dor e a burocracia. Trabalhar era o último pensamento na minha cabeça. Não conseguia me concentrar, até as tarefas mais simples pareciam um Everest.

  • Dia do falecimento: 15/03/2023 (Sábado)
  • Dia em que soube: 17/03/2023 (Segunda-feira)
  • Dia do enterro: 18/03/2023 (Sexta-feira)
  • Data escolhida para contabilizar as faltas: 18/03/2023

A empresa, graças a Deus, foi bem flexível. Mas a burocracia... aff! Preencher aqueles formulários, juntar documentos... me senti numa corrida de obstáculos durante o luto. Só queria um pouco de paz. Mas precisava lidar com isso, né? Infelizmente. A vida segue, mas a dor, essa fica.

Como se contabilizan os dias de nojo?

A poeira do tempo paira, um véu sobre a memória… O luto, um rio lento que leva tudo. Lembro-me da ligação, a voz entrecortada, o vazio que se instalou no peito, um buraco negro sugando o ar dos pulmões. Meu avô… A imagem dele, sentado naquela velha cadeira de balanço, a fumaça do cachimbo pairando como um espírito inquieto. A contagem dos dias de luto, esses dias roubados, começou no instante preciso em que o telefone silenciou, um silêncio mais profundo que a morte em si.

A tarde caía, um crepúsculo de tons fúnebres. O relógio da sala parecia zombar, cada tic-tac marcando a passagem implacável para a dor. Era sexta-feira, 28 de julho de 2023. A empresa, a rotina… tudo parecia irreal, um cenário de um filme que eu não queria assistir. O aviso prévio, as burocracias... um absurdo diante da imensidão da perda.

  • O dia do falecimento, inquestionavelmente, é o ponto de partida.
  • Mas, se a morte aconteceu após o expediente, o primeiro dia de licença começa no dia seguinte.

A lógica implacável dos regulamentos, contrastando com a irracionalidade da dor. Queria parar o tempo, retornar ao aconchego da casa, ao cheiro familiar, às histórias repetidas, ao barulho reconfortante de seu sussurro cansado. O mundo continuava, indiferente ao meu desespero. As folhas caíam, o vento uivava. E eu, preso numa teia burocrática, tentava calcular dias, enquanto meu coração se desfazia em pedaços.

Aquele relógio… cada segundo era um martelo golpeando a minha alma. A absurda necessidade de preencher formulários, justificar a ausência… a fria contagem dos dias, contrapondo-se à imensidão da minha tristeza. Mas a vida, com sua cruel bondade, segue em frente. O sol volta a nascer. A vida, apesar da dor, se impõe. E os dias, cada um um pequeno ato de resistência. O luto, um processo que me leva a um lugar inominável. Um lugar entre a memória e o esquecimento.

Quantos dias de baixa por luto?

Meu avô faleceu em março de 2023. Um câncer fulminante, pegou a todos de surpresa. A notícia me atingiu como um soco no estômago. Lembro do telefone tocando, a voz da minha tia trêmula... um vazio imenso se instalou. Senti um aperto no peito, uma dor física que acompanhava a dor da perda. Chorei muito, muito mesmo. Dias difíceis, confusos. A cabeça uma zona.

Foram 20 dias de licença para luto, segundo a nova lei, a 1/2022. Mas, sinceramente? 20 dias são pouco. Pareceram 20 minutos. A burocracia de pedir a baixa, de apresentar os documentos, tudo tão frio e impessoal diante da imensidão da minha tristeza. Preencher formulários enquanto me sentia despedaçada... uma ironia cruel.

  • Lista de coisas que precisei providenciar:
    • Certidão de óbito
    • Atestado médico comprovando o estado emocional.
    • Documentos da empresa.

Tive que lidar com o velório, o enterro, os arranjos... e com a sensação de que nada mais importava. O trabalho? Parecia irrelevante. Minhas prioridades mudaram radicalmente. Ainda me sinto abalada. A dor é uma sombra que me acompanha. Acho que nunca vai embora de todo. Ainda assim, 20 dias. Parece tão pouco tempo pra digerir a perda de alguém tão importante.

Qual é a definição etimológica da pessoa?

Às três da manhã, a mente vaga… Pessoa… A palavra ecoa na escuridão, sabe? Persona, do latim. Uma máscara, pensei nisso hoje. As máscaras que usamos, né? A que a gente mostra ao mundo. Uma construção social, um papel que a gente ensaia a vida inteira. Quase que uma mentira confortável, às vezes.

Indivíduo, outra palavra, mais fria. Indivisível. Como se a gente pudesse ser partido em pedaços e ainda ser a mesma coisa. Ilusivo, não acha? Lembro da aula de biologia, ano passado, professor falando da unidade biológica. Mas a gente não é só corpo, é? Tem essa parte… intangível. Que foge aos livros.

  • Lembro da minha avó, falecida em 2022. Ela tinha várias "personas". A doce com a família, a sisuda no trabalho, a divertida com as amigas. Era tudo ela, mas… diferente.
  • E eu? Me sinto fragmentado. Às vezes sou extrovertido, outras vezes, um eremita. Será que isso me faz menos indivíduo? Ou mais?
  • A gente é a soma das máscaras que usa? Ou a máscara esconde algo mais profundo?

Acho que a resposta é ambas as coisas, uma confusão bonita e triste. É complicado... Acho que vou dormir.