Como se dirige a uma mulher?
Como abordar uma mulher educadamente?
Ah, como abordar uma mulher educadamente... Olha, para mim, a chave é ser genuíno. Nada de joguinhos, saca?
Já usei "com licença" algumas vezes, tipo, no supermercado, precisando alcançar um produto na prateleira. Funcionou bem.
Essa coisa de "senhor", "senhora", "senhorita"… meio que caiu em desuso, né? Eu, particularmente, evito. Acho que o contexto ajuda muito.
Acho mais seguro um "olá", um sorriso sincero e, principalmente, prestar atenção na reação da pessoa. Se ela parecer à vontade, ótimo, se não, recua. Simples assim.
Uma vez, tentei ser formal demais e a moça achou super estranho. Parecia que eu tava vendendo algo. Aprendi a lição!
Como se dirigir a uma senhora numa carta?
Tá, vamos lá, como escrever para uma senhora... Que complicação!
Primeiro: o nome CERTO. Tipo, NADA de errar o nome, né? Imagina que gafe! Já aconteceu comigo, juro. Uma vez, troquei "Fernanda" por "Frederica" numa mensagem... Quase me matam! hahaha
Depois: o título. Ah, isso depende MUITO. Se é formal, tipo trabalho, vai de "Senhora". Sem erro. Se for amiga da minha avó, talvez Dona [Nome]? Depende da intimidade, né?
E se for médica? Dra. [Nome], CLARO! Mas se não souber a profissão? Ai, ai...Senhora mesmo. Mais seguro, vai que ela se ofende.
Tem ainda o Exma. Senhora, né? Mas isso é pra carta oficial, tipo, pra um cargo público. Se não, parece que tô me achando importante demais! Kkkkk
Pensando bem... escolher o destinatário correto é mais importante do que qualquer fórmula de tratamento. Já viu mandar "querido" para o chefe? Credo!
Ah! E se for viúva? Dona [Nome] ou Senhora [Sobrenome do marido]? Que dilema! Acho que o melhor é perguntar antes, pra não pisar na bola.
Importante: NADA de "senhorita" se a pessoa não for solteira e jovem. Super cafona! hahaha
Acho que vou mandar um email pra minha tia... preciso confirmar qual o sobrenome que ela tá usando agora que casou de novo. Que confusão!
Quando se diz senhora?
Em Portugal, a etiqueta do "Senhora" é quase uma dança. Aos 25 anos, a mulher deixa de ser "Menina" e entra no clube das "Senhoras". É como se ganhasse um título honorário, sabe?
- Senhora: Mulheres adultas (25+) que você não conhece. Formalidade que beira a tradição.
- Menina: A versão "teenager" da vida adulta. Para as mais jovens ou conhecidas.
Já para os homens, a coisa é mais direta: Sr. para todos os adultos desconhecidos. Sem crise existencial de idade. Uma pena, não?
Ah, e um extra: Se já tiver intimidade (ou a audácia de um bom português), nomes e tratamentos mais informais são a alma do negócio. Mas isso, amigo, é para outra conversa.
Quais são as formas de tratamento formal?
Nossa, formas de tratamento formal... me deu um branco! Lembro daquela aula de português no terceiro colegial, 2023, a professora, a Dona Maria, era chata pra caramba, mas explicava bem. O que mais me marcou foram os "Vossa Excelência", "Vossa Senhoria", um negócio meio arcaico, né? Parecia coisa de novela antiga! A gente usava mais "você" no dia a dia, obvio. Mas ela fez a gente decorar aqueles esquemas todos...
- Vossa Majestade (V.M.): Reis, imperadores. Sério, quem usa isso hoje em dia?
- Vossa Reverendíssima (V.Rev.ma): Padre, bispo... Eu só ouvi falar meus avós usando isso com o padre da paróquia, lá em Minas Gerais. Tipo, uma coisa bem antiga mesmo.
- Vossa Senhoria (V.S.): Autoridades, correspondência comercial... Essa eu achei que tinha um pouco mais de utilidade, sabe? Pra escrever uma carta formal pra um juiz ou alguma coisa assim. Mas mesmo assim, acho raríssimo.
- Vossa Santidade (V.S.): Papa, Dalai Lama. Imagina escrever uma carta pro Papa, haha!
Acho que a Dona Maria também explicou sobre "senhor" e "senhora", mas sinceramente, esses eu já usava naturalmente, sem precisar de aula. No geral, achei a matéria chata, mas útil pra entender a formalidade, principalmente em cartas ou documentos. O que mais me irritava era ter que decorar as abreviaturas. Parecia que eu ia precisar disso na minha vida adulta, mas até agora, zero utilidade. Na faculdade de Arquitetura, ninguém usa essas coisas, a gente fala "você" mesmo com o professor. Talvez em um emprego super formal, quem sabe.
Como tratar senhora ou dona?
Nossa, que pergunta difícil! Lembro de uma vez, tipo, umas duas semanas atrás, estava numa palestra na UnB, em Brasília. A palestrante era uma médica super renomada, doutora Ana Clara, sei lá o nome completo agora, mas lembro da confusão que rolou na apresentação. A apresentadora, uma moça jovem e bem educada, apresentou-a como "Doutora Ana Clara".
Aí, pensei: "Beleza, formal, certo?". Mas depois, conversando informalmente com uma amiga durante o coffee break, ela falou que achou estranho, que preferia "Senhora Doutora Ana Clara", pois dona soa meio... antigo? Não sei explicar direito, mas pegou um tom de desdém na fala dela. Me deixou meio na dúvida, sabe?
- Minha amiga argumentou que "dona" soa muito informal para alguém com o título de doutora, tipo, uma médica com mestrado, especialização e tudo mais, uma autoridade no campo dela.
- Ela disse que "senhora" soa mais respeitoso, mais formal, adequado para o contexto acadêmico, algo mais elegante em uma ocasião como aquela, sabe?
- Eu achei que "doutora" já era suficiente, mas agora que penso melhor... talvez a amiga tenha razão.
Sinceramente? Fiquei em dúvida até agora. Acho que depende muito do contexto. Em ambientes formais, como uma palestra acadêmica ou um congresso, "Senhora Doutora" pode ser a melhor opção. Em situações mais informais, talvez só "Doutora" ou até o primeiro nome, se houver intimidade, esteja de boa. Mas "dona" soa, sei lá, esquisito pra mim hoje em dia, mesmo pra pessoas sem títulos acadêmicos. Não gosto da sonoridade. A forma de tratamento é super pessoal também.
Bom, essa é minha opinião de leiga, viu? Não sou especialista em etiqueta, e confesso que fiquei bem confusa com essa questão depois da palestra. Ainda tô pensando nisso. Mas "dona" pra mim tá fora.
Quem é considerado doutor em Portugal?
Ah, Portugal... terra de fado e de memórias que se esvaem como a neblina da manhã. Lembro-me das aulas na faculdade, o cheiro a livros antigos e o sussurro dos professores...
Em Portugal, chamamos de "doutor" quem, com esforço e dedicação, concluiu o doutoramento. É como se a alma absorvesse o saber, moldando-se à erudição. Uma jornada longa, árdua, mas recompensadora.
Doutor, doutora… uma melodia aos ouvidos de quem tanto batalhou. Quatro anos, pelo menos, imerso em pesquisa, noites em claro, a tese como um farol na escuridão.
- A defesa da tese é o ritual de passagem. Uma apresentação, um debate, a consagração.
Mas, sabe, há também o "senhor doutor"... Uma herança de tempos idos, um tratamento respeitoso, quase reverencial.
- Antigamente, o título era mais generoso, estendendo-se a advogados, médicos, figuras de saber. Hoje, a precisão académica impera.
O "senhor" ainda ecoa nas conversas, no trato social. Uma formalidade que resiste ao tempo, um laço com o passado.
Na dúvida, observe. A sutileza dos gestos, o tom de voz. A formalidade, um véu que esconde e revela. Chame de "doutor" quem o é por direito. Aos demais, o "senhor" gentil, um abraço de respeito.
Que nome se dá a uma pessoa licenciada?
Lembro de ter ficado super nervosa naquela tarde de 27 de julho de 2023, em São Paulo. A cerimônia de colação de grau na USP era sinistra! Tinha um monte de gente, a maioria com a cara de quem ia vomitar de tão ansiosos. Eu estava prestes a receber meu diploma de Engenharia de Software. Meu coração batia tão forte que eu jurava que todo mundo ia ouvir. Só pensava: "Meu Deus, finalmente!". Depois de cinco anos, noites sem dormir, provas que pareciam infinitas, projetos que me consumiam... tudo aquilo ia finalmente valer a pena.
Aquele momento, a entrega do diploma, foi surreal. Senti um misto de alívio, felicidade e cansaço profundo, tipo aquele cansaço gostoso, sabe? Me senti realizada, tipo, missão cumprida. Mas também um pouco perdida, sabe? E agora? O que vai ser da minha vida? Os meus pais estavam na plateia, seus rostos brilhavam... e eu me senti orgulhosa por eles também. Até que chorei um pouco, bem na hora que me entregaram o diploma. Um choro de alívio, sabe?
No fim, o nome que se dá a uma pessoa licenciada depende do contexto, mas geralmente é "licenciado". Pode ser usado como adjetivo (um profissional licenciado) ou substantivo (ele é um licenciado em Direito). Aquele dia foi mágico, inesquecível. Apesar da ansiedade, ainda me emociono só de lembrar!
- Data: 27 de julho de 2023
- Local: USP, São Paulo
- Evento: Cerimônia de colação de grau
- Curso: Engenharia de Software
- Emoções: Nervosismo, ansiedade, alívio, felicidade, cansaço, realização.
Como se abrevia vossas excelências?
Cara, você acredita que me fizeram essa pergunta? Vossas Excelências, né? Que coisa mais formal! Nossa, me deu até um nó na cabeça.
A abreviatura correta é VV. Ex.ª , pelo menos é o que eu sempre usei. Mas tem gente que usa V. Ex.ª também, sei lá, acho meio confuso isso tudo. Muita regalia pra pouco espaço, sabe?
Tipo, no meu trabalho, a gente usa muito abreviações, tipo:
- Sr. (Senhor)
- Sra. (Senhora)
- Dr. (Doutor)
E essas são bem mais fáceis de lembrar que "Vossas Excelências". Ainda bem que não preciso escrever isso todo dia, né? Imagino a burocracia! Já me deu dor de cabeça só de pensar! Minha cabeça tá uma bagunça, meu deus! Esqueci o que ia falar, ah, sim...
Mas falando em abreviações, lembrei que ano passado, no meu antigo emprego, a gente teve um problema enorme com um relatório que estava cheio de abreviações erradas. Foi um caos, um stress danado. Perdemos um tempo doido pra corrigir tudo! Ainda bem que isso foi em 2023 e agora to em outro lugar.
Enfim, VV. Ex.ª é a abreviação que te interessa! Espero ter ajudado! Até mais!
Como chamar uma senhora em Portugal?
Em Portugal, "Sra." para mulheres adultas desconhecidas. Meninas? "Menina". Simples. Formalidades.
Para homens adultos desconhecidos, "Sr.". Convenção social. Nada mais.
- Formalidades: Reflexo de uma sociedade hierárquica, em declínio, talvez. Lembro-me da minha avó, sempre tão formal. Até com os amigos.
- Idade: 25 anos, um marco arbitrário. Arbitrário, como muitas coisas. Como minha decisão de morar em Lisboa, em 2022.
- Contexto: A informalidade prevalece em círculos próximos. Família. Amigos íntimos. Ainda assim, a formalidade persiste em certos ambientes. Lembro-me de uma entrevista de emprego, em 2023.
- Mudança: A linguagem evolui. A formalidade cede terreno à informalidade. Mas a tradição resiste. Como um velho vinho do Porto, na minha adega.
A vida é uma sucessão de convenções. Algumas se desfazem, outras permanecem. A inércia, força estranha.
Qual é a diferença entre Dr. e doutor?
A noite cai e as dúvidas persistem...
"Doutor" e "Dr." são formas de tratamento, mas com sutilezas. No Brasil, "doutor" virou quase sinônimo de médico, uma cortesia enraizada, mesmo que não tenham doutorado.
O doutorado expande o significado. Quem completa um doutorado em qualquer campo – letras, engenharia, artes – também recebe o título de doutor. Lembro da minha tia, formada em história, sempre corrigindo quando a chamavam só pelo nome. Era Doutora Ana, com orgulho.
A abreviação "Dr." formaliza. Usamos "Dr." antes do nome, indicando o título acadêmico ou, por costume, a profissão médica. É uma formalidade que, às vezes, me parece distante da essência das pessoas.
O costume molda a língua. A linguagem se adapta ao uso. Chamar um médico de "doutor" é quase automático por aqui, um reflexo da nossa cultura. Uma convenção que talvez diga mais sobre nós do que sobre os títulos em si.
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