Como ter motivação para ir ao ginásio?

74 visualizações
Manter a motivação para ir ao ginásio é um desafio comum.Definir metas alcançáveis é crucial. Crie hábitos consistentes, encontre um parceiro de treino e celebre cada progresso. Variar os exercícios e buscar inspiração contínua também ajuda.Use fontes de motivação interna e externa para se manter ativo e saudável.
Comentário 0 curtidas

Qual o segredo para ter motivação e não faltar aos treinos no ginásio?

Olha, o segredo pra não desistir do ginásio, pra mim, foi um monte de coisas juntas, sabes. No início, eu era o típico gajo que começava com tudo, queria levantar pesos que nem via, e depois de duas semanas já tinha desaparecido. Aquela ânsia de ser logo o Hércules, tipo, achei que ia levantar 100kg no supino em um mês, lá em 2021, no ginásio local da minha rua, o Fitness Zone. Obviamente que não deu.

O que mudou foi quando comecei a pensar em algo mais real. Em vez de "ficar gigante", era "ir três vezes por semana, nem que fosse só para andar na passadeira 30 minutos". E sim, aquele meu amigo, o Bruno, lá do ginásio que ficava perto do trabalho, ajudava muito. Íamos sempre depois do almoço, ali pelas 13h30. Se ele não ia, sentia que faltava qualquer coisa. Era um pacto silencioso, quase.

Depois de um tempo, percebi que criar mesmo uma rotina era chave. Eu marquei as terças e quintas à noite, tipo 19h, e sábados de manhã, pelas 10h. Aquela hora de terça-feira à noite, depois de um dia de trabalho, era um suplício, confesso. Mas depois de uns meses, tornava-se automático. A gente nem pensava, só ia. Tipo, um hábito enraizado, sem grande drama.

Eu tinha um caderninho, de capa preta e espiral, onde anotava tudo: os pesos, as repetições. Lembro que em agosto de 2022, quando consegui fazer mais uma flexão que no mês anterior, anotei com um orgulho danado. No ginásio 24h na Rua das Palmeiras, sabes? Pequenas vitórias. Elas faziam toda a diferença, ajudando a ver o progresso, mesmo quando eu achava que nada mudava.

Pra não ficar aborrecido, que é um perigo, comecei a variar. Uma semana era mais musculação, na outra tentava uma aula de spinning, ou mesmo uns pesos livres de forma diferente. Aquelas aulas de grupo na Body Factory do centro comercial, de vez em quando, davam um ar fresco à coisa. Mesmo que a música fosse péssima, a energia da malta contagiava um pouco, sabes?

A verdade é que a minha motivação vinha de dois lados. Claro que gostava de me sentir mais definido para o verão, principalmente para ir para a praia em Troia no ano passado. Isso era um impulso extra. Mas o que me mantinha lá mesmo era a sensação depois. A energia que tinha para brincar com os miúdos ou para subir as escadas do prédio sem ficar ofegante. Essa era a verdadeira gasolina.

E a inspiração, meu amigo. Às vezes via uns vídeos de malta a treinar no YouTube, ouvia uns podcasts enquanto corria na passadeira. Lembro de um documentário sobre desporto que vi na Netflix, sobre um tipo que correu não sei quantas maratonas. Não é que eu queira correr maratonas, mas dá um "gás" diferente. E a música, claro, ter a playlist certa, que puxa.