Deve-se comer antes ou depois do exercício físico?

102 visualizações
O ideal é comer antes do treino. Especialistas indicam refeição até 40 minutos antes do exercício. A escolha dos alimentos, no entanto, deve alinhar-se ao seu objetivo: perder peso, aumentar resistência ou ganhar músculos. Planeje sua alimentação para otimizar resultados e energia.
Comentário 0 curtidas

Quando comer antes ou depois do treino físico?

Olha, pra mim, comer logo antes do treino, tipo uns 40 minutos antes, é o ideal. Mas sabe, não adianta comer qualquer coisa, tem que pensar no que você quer com o exercício, seja emagrecer, ter mais fôlego ou ficar mais forte.

Eu lembro que uma vez, lá pra 2019, fui correr no parque da minha cidade e comi um pão com manteiga. Senti que não deu muito certo, fiquei meio pesado.

Aí, outro dia, depois de ler umas coisas por aí, resolvi tentar uma banana uns 30 minutos antes de ir pra academia. Nossa, senti uma diferença boa na energia, sabe.

É como se o corpo pedisse um "combustível" certinho pra cada tipo de "missão" que a gente dá pra ele. Não é regra fixa, mas pra mim funcionou.

O que comer ao pequeno-almoço antes do treino?

O que comer ao pequeno-almoço antes do treino?

  • Smoothie de arroz e frutas
  • Bowl de arroz integral com iogurte e frutos secos

Lembra-me daquela fase em que comecei a levar o treino a sério, tipo, em 2021, lá em Lisboa, no meu apartamento perto do Saldanha. Acordava cedo, tipo 6h da manhã, e ia direto para a cozinha, com o estômago a fazer barulho. No início, era um desastre. Comia torradas com muita manteiga ou cereais cheios de açúcar. Resultado? Pesado, com o estômago embrulhado durante a corrida ou com uma quebra de energia a meio do treino de força. Era frustrante pra caramba, sentia que estava a sabotar-me antes mesmo de começar.

Um dia, depois de um treino péssimo, conversei com a minha amiga Clara, que é fitness freak e sabe tudo. Ela viu a minha cara de desânimo e perguntou: "O que é que comes antes?" Descrevi os meus hábitos e ela quase caiu para trás. Foi aí que ela me deu a dica dos smoothies e do bowl de arroz. Parecia estranho, arroz ao pequeno-almoço? Mas ela jurou que funcionava, e eu estava desesperado por uma solução.

Comecei pelo Smoothie de arroz e frutas. Naqueles dias de pressa, quando o alarme mal tocava e eu já estava a pensar na bicicleta ergométrica, era a minha salvação. Pegava no liquidificador, metia arroz cozido (sim, da noite anterior, é mais fácil!), uma banana madura, uns morangos congelados e um bocadinho de água ou bebida vegetal. Em menos de cinco minutos, estava pronto. Bebia enquanto calçava os ténis.

  • Rápido e leve: Perfeito para quando não tens muito tempo, mas precisas de energia.
  • Fácil digestão: Os carboidratos complexos do arroz dão energia sem pesar no estômago.
  • Hidratação e vitaminas: As frutas contribuem para isso, super importante antes do esforço.

Lembro-me da primeira vez que corri depois de um destes. Fui até ao Parque Eduardo VII, aquela subida que me matava. Senti uma diferença brutal. Não tinha aquela sensação de estômago cheio, nem aquela quebra de energia. O corpo parecia responder melhor, mais leve. Foi uma revelação!

Nos dias em que tinha um pouco mais de tempo, principalmente aos fins de semana, experimentei o Bowl de arroz integral com iogurte e frutos secos. Era uma refeição mais "sólida", que me dava uma sensação de conforto e saciedade. Cozinhava o arroz integral um pouco antes (ou usava sobras) e depois misturava com iogurte grego natural – porque a Clara disse que a proteína era crucial –, uma mão cheia de nozes e amêndoas, e um fio de mel para dar um toque doce.

  • Energia sustentada: O arroz integral e os frutos secos oferecem uma libertação lenta de energia, ideal para treinos mais longos.
  • Proteína para os músculos: O iogurte ajuda na recuperação e na prevenção da fadiga muscular.
  • Gorduras saudáveis: Os frutos secos são uma excelente fonte, ajudando na saciedade e no bom funcionamento do corpo.

Comer este bowl antes de um treino de pernas mais intenso ou de uma caminhada mais longa, dava-me um suporte incrível. Sentia que tinha "combustível" de sobra. É uma sensação de poder mesmo, sabe? De que o teu corpo está pronto para o que vier. Desde então, nunca mais larguei estas opções.