O que é excesso de estimulação dos sentidos?

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Excesso de estimulação sensorial, ou sobrecarga sensorial, ocorre quando o cérebro recebe mais informações sensoriais do que consegue processar. Luzes brilhantes, sons altos, cheiros fortes e ambientes lotados podem desencadear essa sobrecarga, particularmente em pessoas com enxaqueca. Gerando desconforto, ansiedade e até mesmo dor.
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Excesso de estimulação sensorial: O que é e como afeta a saúde?

Nossa, outro dia na feira aqui perto de casa, sábado passado, acho que era dia 15, me deu uma coisa… Muita gente, cheiro de pastel misturado com peixe, música alta. Me senti sufocada, sabe? Precisei sair. Acho que foi sobrecarga sensorial. É quando seus sentidos, tipo visão, audição, olfato, ficam sobrecarregados. Para quem tem enxaqueca, como eu, é terrível, vira gatilho na certa. Lembro uma vez, em 2019, no show do Skank, a luz, o som… a dor de cabeça veio forte. Tive que ir embora antes do bis. Frustrante. Custa caro um ingresso, né? Paguei quase 200 reais. Enfim, sobrecarga sensorial é como se seu cérebro não conseguisse processar tudo ao mesmo tempo.

Sensorial: relativo aos sentidos.

Sobrecarga: excesso de algo.

Enxaqueca: tipo de dor de cabeça.

Gatilho: algo que desencadeia uma reação.

O que é excesso de estimulação do sentido?

Lembro daquela vez na Paulista, perto da Fnac, sábado à tarde, devia ser umas 16h. Gente pra todo lado, buzinas, música alta saindo das lojas, cheiro de pastel misturado com perfume. Comecei a sentir um aperto no peito, uma vontade de sumir. Sério, parecia que meu cérebro ia explodir. As luzes, os sons, tudo amplificado. Me senti tonta, meio enjoada. Tive que entrar num café, sentar no fundo, longe da porta e do barulho, pra respirar fundo e me acalmar. Demorou, viu? Acho que uns 20 minutos até a tontura passar.

  • Paulista lotada: muita gente circulando, vários grupos conversando ao mesmo tempo, visualmente cansativo.
  • Barulho excessivo: buzinas, música alta, sirenes ao longe, construção do outro lado da rua com britadeira. Impossível filtrar.
  • Cheiros fortes: pastel, cachorro quente, perfume das pessoas passando, cheiro da fumaça dos carros. Me deu ânsia.
  • Luzes piscando: letreiros luminosos, telas de LED, faróis dos carros. Me deixaram com dor de cabeça.

Excesso de estimulação sensorial é a sensação de estar sobrecarregado pelos sentidos, como visão, audição, olfato, tato, paladar e até mesmo movimento. Ocorre quando o cérebro recebe mais informações sensoriais do que consegue processar confortavelmente.

O que são estímulos em excesso?

A tarde caía, um amarelo sujo grudando nas janelas do meu quarto – um quarto pequeno, abarrotado de coisas, lembranças, poeira. A superestimulação, essa palavra, ecoa agora, um fantasma de tardes assim. A superestimulação é o excesso de estímulos sensoriais, um peso na alma, um incômodo que se instala nos ossos.

Lembro-me da feira de artesanato no ano passado. A multidão, um rio de corpos e vozes, a música alta, os cheiros intensos de incenso e comida, tudo um turbilhão. Meu corpo pedia silêncio, escuridão, um vazio para respirar. As cores, vibrantes demais, latejavam na minha visão. A sensação era de afogamento, uma onda de ruído e cores que me arrastava para um lugar sem ar.

  • Cheiros fortes e conflitantes.
  • Barulhos altos e constantes.
  • Muita gente, corpos próximos demais.
  • Luzes intensas.

A sensação física era horrível. Pressão no peito, cabeça latejando, náuseas. Queria desaparecer, me dissolver na multidão, mas a multidão em si era o problema. Uma agressão silenciosa, um ataque insidioso aos sentidos. É assim que se sente. Um choque, uma sobrecarga, um curto-circuito no cérebro.

Este ano evitei a feira. Prefiro a quietude da minha bagunça organizada. Meu pequeno quarto, com seus objetos amontoados, é o meu santuário, meu refúgio. Aqui, a desordem é familiar. Aqui, a superestimulação é um espectro distante, uma ameaça que se mantém afastada.

O que é excesso de estímulo?

É como se... o mundo invadisse a pele.

  • Excesso de estímulo: Uma torrente de sensações. Luzes, sons, toques... tudo amplificado.

  • Carga sensorial: Quando o ambiente joga pesado demais nos sentidos. Mais do que a gente aguenta.

  • Sobrecarga: O limite ultrapassado. A mente em curto, tentando processar o incontrolável. Eu sinto nos dias de chuva forte. O barulho constante me atinge como agulhas. Lembro da minha avó, que fechava as janelas e se encolhia num canto. Talvez ela também sentisse isso. A fragilidade de ser humano diante do turbilhão.

O que causa o transtorno do sentido sensorial?

A grama áspera sob os pés descalços. Lembro da sensação, uma pontada, quase dolorosa. Uma recusa do corpo, um arrepio involuntário. Infância. O mundo um turbilhão de sensações amplificadas, demasiado vibrantes.

  • Texturas: A aspereza da grama, a maciez exagerada de um cobertor felpudo. O atrito da roupa na pele, uma tortura sutil e constante. Lembro das etiquetas, precisava cortá-las, todas elas.

  • Cheiros: O Bless, meu cachorro, odiava cebola. O cheiro invadia a casa, pungente, sufocante. Para ele, um martírio. Para mim, a memória de um domingo ensolarado, almoço em família, e a constante queixa do Bless. Ironia.

  • Sons: A britadeira na rua, o tic-tac insistente do relógio na sala, a música alta no carro. Um bombardeio sônico, uma invasão constante. A busca pelo silêncio, um refúgio impossível. Cansaço.

O transtorno do processamento sensorial é causado por diferenças no modo como o cérebro processa informações sensoriais.