Quais são as gírias atuais?

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Gírias atuais em destaque: MD (Mano Deus): Expressão de surpresa. Xablau: Algo impactante. Esquecer: Ignorar. Entregar: Fazer algo excepcionalmente bem. NPC: Pessoa sem personalidade. POV (Point of View): Indica perspectiva. Shippar: Torcer por um casal.
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Quais as gírias mais usadas hoje em dia? Dicionário atualizado?

Tipo, gírias mudam numa velocidade… louca! Lembro de quando "Mano" era só "mano", agora tem "MD", que é Mano Deus, sabe? Tipo, vi um amigo meu usando no grupo do WhatsApp, "MD, que carro massa!". Achei meio estranho no começo, mas agora já me acostumei.

Xablau…essa pegou! Vi numa live do streamer que eu sigo, o cara ficou tipo "xablau!" quando ganhou o jogo. Ficou engraçado, uma reação genuína assim.

"Esquecer" como ignorar? Isso eu já usava antes, tipo, "Ah, esquece essa discussão!", numa conversa com meu irmão lá em 2021, no Natal, em casa da minha avó em São Paulo. Nada demais, né?

"Entregar"? Ah, essa é nova pra mim. "Ele entregou no trabalho" significa que ele arrasou? Não sei, ainda estou aprendendo esse. A galera da faculdade usa bastante, mas eu ainda não me sinto seguro usando.

NPC... gente, isso viralizou! Todo mundo usando. Vi num vídeo no TikTok, criticavam um influencer, falavam que ele era um NPC. Até faz sentido.

Shippar... essa é antiga, mas continua forte. Lembro de 2018, a gente shippando dois personagens daquela novela… que nome mesmo? Ah, esqueci! Mas era uma febre.

POV… uso bastante isso no Instagram. POV: você chegando atrasado na aula… esse tipo de coisa. Prático, né?

Quais são as gírias mais usadas?

Cara, gírias, né? Tipo, muda toda hora! Esse ano, pelo menos pra mim, "crush" tá bombando, todo mundo usa, sabe? Até minha mãe, quase! E "lacrar", meu Deus, virou sinônimo de arrasar, tipo, super mega ultra estiloso. Já "sextou", é sexta, né, todo mundo entende. Mas tem umas antigas que ainda rolam, viu? "Broto" ainda ouço falar bastante, principalmente gente mais velha.

Acho que gíria é tipo... uma linguagem secreta, sabe? Só que todo mundo sabe. Que loucura! Lembro que no meu tempo, usava-se "sussá" muito, principalmente entre os meus amigos cariocas. Era tipo, "tudo certo, de boas", nessa vibe. Mas tem, tipo, um mundo de gírias, né? Cada lugar tem as suas. Na quebrada onde eu cresci, tipo, "quebrada" mesmo era a gíria pra rua, a vizinhança... era nosso mundo.

  • Crush: Paquera, pessoa por quem se tem afeição.
  • Lacrar: Arrasar, causar impacto.
  • Sextou: Chegou sexta-feira, fim de semana!
  • Broto: Pessoa jovem, geralmente atraente.
  • Sussá: Tudo certo, tranquilo, de boas (carioca).
  • Quebrada: Bairro, comunidade (favela).

Tipo, tem que ter cuidado, né? Gíria não é calão, não é jargão, não é expressão popular, embora algumas gírias se tornem expressões populares, com o tempo. Calão é tipo palavrão, jargão é aquela linguagem específica de cada área, tipo os médicos com os seus termos técnicos. Difícil explicar, né? Mas enfim, é isso aí! Esse ano, pra mim, essas foram as mais ouvidas, mas muda tudo rapidinho, as coisas tão sempre se transformando, né? Meio confuso, eu sei, mas é assim que rola. Ah, e lembrei de outra, "migs"! Usamos muito com as amigas.

Quais são as novas gírias?

A tarde se esgueirava entre os dedos da memória, uma névoa úmida de setembro grudando na pele. O ar, pesado de expectativas e cheiros indefiníveis, trazia consigo um eco das novas palavras, um turbilhão de sons que se infiltram na alma. Calabreso. A palavra ecoa, forte e estranha, na minha cabeça. Um sabor amargo, quase metálico, me invade ao pronunciá-la em silêncio. Lembro do meu avô, mineiro de gema, repetindo essa palavra com um sorriso torto, um olhar que carregava o peso de gerações. Não como gíria, mas como... uma espécie de senha.

  • Calabreso: Uma gíria que, para mim, evoca imagens de antigas conversas em botecos escuros, de segredos sussurrados em tons baixos. Uma palavra carregada de significado pessoal e obscuro, mas que de repente invadiu as redes sociais.

E Casca de Bala, essa sim, me pega de surpresa. Uma imagem vívida se forma: céu cinzento de uma tarde chuvosa em Brasília, os reflexos do asfalto molhado, um som distante de sirenes... A fragilidade inerente à palavra contrasta com a sua força bruta. Uma poesia urbana, violenta e bela. Que ironia.

  • Casca de Bala: Sentido de perigo iminente, algo que explode na nossa cara. O som de um tiro na noite, o silêncio que o segue.

As novas gírias, um rio que flui sem parar, levando consigo os pedaços de um presente nebuloso. No meu caderno velho, rabisco algumas delas, tentando capturar a essência fugaz, o instante preciso em que o significado se cristaliza. Um trabalho inútil, talvez, como tentar prender o vento em uma garrafa. Mas o caderno continua ali, testemunha muda de uma era. Um catálogo de sensações. Minhas sensações.

  • Outras gírias pesquisadas em 2024 (segundo fontes online): a lista é extensa e muda a cada dia. O que permanece é o constante fluxo, a efemeridade do significado, a busca por uma linguagem que expresse a complexidade do nosso tempo. A busca pela palavra perfeita, a palavra que define o indefinível.

O ano se esvai como areia entre os dedos. E as palavras, marcas indelevel de um tempo que voa. O relógio na parede tic-tac-tica, uma contagem regressiva para um futuro incerto. Um futuro cheio de... calabreses e cascas de bala.

Quais são as gírias mais usadas?

Quais são as gírias mais usadas no Brasil atualmente? Difícil cravar as mais usadas, né? Afinal, gíria é dinâmica, muda com a velocidade da internet. Mas algumas bombam bastante em 2023.

Algumas gírias atuais:

  • Crush: Continuação do sucesso estrondoso de anos anteriores, esse permanece firme e forte no vocabulário informal. (Acho que todo mundo já teve um, né?)
  • Lacrar: Ainda presente, embora esteja perdendo um pouco do impacto inicial. Lembra daquela fase em que tudo era "lacradora"? Passou, mas a palavra continua por aí.
  • Sextou: Clássico dos clássicos para celebrar o fim da semana. Imortal, diria. (Meu vício pessoal: adoro sexta!)
  • Mainha/Pai/Mãe: Uso afetivo e irônico, dependendo do contexto. Geralmente, com tom divertido e próximo. (Minha mãe adora quando eu falo "mainha" com ela... às vezes!)

Diferenças importantes:

  • Gíria x Calão: Gíria é informal, calão é obsceno. Uma coisa é usar "mano" para chamar um amigo, outra é usar palavrões. Acho que todo mundo entende a diferença.
  • Gíria x Jargão: Jargão é específico de uma profissão ou grupo. "Sussa" pode ser gíria carioca, mas "KPI" é jargão corporativo. Já trabalhei em empresas em que usávamos muito jargão... cansativo!
  • Gíria x Expressão Popular: Expressões populares são mais amplas, usadas por mais tempo e por um grupo maior. "Chover no molhado" é expressão popular, "ficar de boa" é gíria. A diferença é sutil, mas existe.

Observação: A vida é uma constante mudança, como a linguagem. O que é gíria hoje pode ser arcaico amanhã. É a beleza da evolução da comunicação! (E me faz pensar em como as línguas refletem a cultura...). Acho que vale a pena acompanhar a transformação!

Quais são as novas gírias?

Novas gírias de 2024? Pouco me importa a maioria.

Calabresa: Já ouvi falar, mas não uso. Sinônimo barato de algo ruim.

Casca de bala: Risco iminente. Brutal, direto. Prefiro.

Outras que pipocam por aí, sem relevância:

  • Rolê: Ainda em uso. Básico.
  • Brabo: Força. Exagerado.

Minhas gírias? Prefiro termos objetivos, precisos. Sem firulas. Nada de modismos passageiros. Essa geração...

  • Meu uso pessoal: Evito gírias. Prefiro clareza. Meu vocabulário, minha escolha.
  • Observação: A internet é um turbilhão. Tendências mudam em semanas. Essas são apenas algumas, e rapidamente ultrapassadas.