Quais são os 3 Rs da assertividade?

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Os 3 Rs da assertividade são: Respeito: Tratar a si e aos outros com consideração. Responsabilidade: Assumir a própria comunicação e suas consequências. Realismo: Expressar suas ideias e necessidades de forma clara e objetiva, sem distorções.
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Quais são os 3 Rs da assertividade para se comunicar de forma clara e eficaz?

Respeito, responsabilidade, e reciprocidade. Assim, na minha cabeça, se resumem os três pilares da comunicação assertiva. Lembro-me de uma reunião em 2018, naquela empresa de marketing digital em Lisboa, onde o meu chefe, um cara super direto, mas respeitoso, me ensinou isso na prática. Ele sempre se colocava no lugar do outro, assumindo a responsabilidade pelas suas palavras e esperando o mesmo em troca.

Funcionou que foi uma beleza. Conseguia discordar, apresentar argumentos, mas mantendo um tom respeitoso e ouvindo a resposta. Já vi gente usar a assertividade como uma forma de atropelar os outros, e o resultado é o oposto do que se pretende, claro. É preciso equilíbrio, um jogo de cintura.

Pensei muito nisso depois, principalmente num projeto em 2021, em que tive que lidar com um cliente super exigente, aqui no Porto. Aquele projeto, que custou uns 15.000€, quase me deu um infarto! Mas, aplicando esses 3 Rs, consegui lidar com a situação, sem perder a calma, ou o contrato. Afinal, é sobre respeito mútuo, responsabilidade pelas próprias ações, e a expectativa de reciprocidade.

O que é ter um comportamento assertivo?

Ser assertivo? Nossa, me lembro de uma vez...

  • O que aconteceu: Era uma reunião de trabalho, apresentação mega importante. Eu, super insegura, tinha preparado tudo, mas a chefe começou a questionar cada detalhe, sabe? Na frente de todo mundo.

  • Onde e quando: Sala de reuniões da empresa, uns 3 meses atrás, numa quarta-feira de manhã.

  • Como me senti: Comecei a suar frio, a voz tremia. Quase me encolhi na cadeira.

  • O que eu fiz (ou não fiz): No momento, travei. Não consegui defender minhas ideias, explicar o porquê das minhas escolhas. Saí de lá arrasada, me sentindo um lixo.

Depois, pensando bem, vi que agi como uma pamonha. Deixei que ela me atropelasse.

  • O que é assertividade (pra mim, agora): É ter coragem de se posicionar, de defender o que você acredita, mas sem ser agressivo, sem passar por cima dos outros. Tipo, "Olha, entendo seu ponto, mas a minha visão é essa por causa disso e disso". Não é ser passivo, nem ser um ogro.

É defender seus direitos sem pisotear os dos outros. Acho que é isso. Uma busca constante por equilíbrio, sabe? Ainda tô aprendendo, real.

Como se caracteriza uma pessoa assertiva?

A pessoa assertiva, em essência, é um mestre na arte da comunicação. Ela equilibra a firmeza com a gentileza, expressando seus sentimentos e opiniões com clareza e respeito.

  • Comunicação Direta e Transparente: Expressa o que pensa e sente sem rodeios, evitando ambiguidades que podem levar a mal-entendidos. A clareza é fundamental.

  • Respeito pelas Opiniões Alheias: A assertividade não significa impor a sua verdade, mas sim defender o seu ponto de vista sem desvalorizar o do outro. Afinal, cada um tem sua própria jornada.

  • Expressão de Emoções Positivas e Negativas: Não foge de conversas difíceis, mas também sabe reconhecer e celebrar o bom. A vida é um mosaico de experiências.

  • Firmeza sem Agressividade: Defende seus direitos e necessidades, mas sem pisar nos outros. A linha que separa a assertividade da agressão é tênue, mas crucial.

  • Autoconfiança: Acredita em si e no valor de suas opiniões. A autoconfiança é o alicerce da assertividade.

Como me torno mais assertiva?

Tá, deixa eu te contar como eu, eu mesma, virei mais assertiva, porque, olha, a gente sofre até aprender!

Começar com calma foi crucial. Lembro de uma reunião, sei lá, em 2021, no trabalho, sobre um projeto que eu achava furada. Em vez de explodir (que era meu costume), respirei fundo e falei, "Gente, acho que a gente podia repensar isso aqui, viu? Não me parece o melhor caminho". Tipo, suave, sem acusar ninguém. Deu certo! Comecei a me sentir mais no controle.

A parte do "não"... ah, essa foi punk! Minha mãe sempre dizia "Diga sim para tudo!", imagina a confusão. Mas teve um dia, lá em casa, mês passado, minha irmã pediu pra eu cuidar dos filhos dela de novo, no fim de semana. Já tinha um monte de coisa pra fazer! Doeu na alma, mas eu disse: "Olha, Ju, adoro os meninos, mas esse fim de semana não vai dar mesmo". Alívio instantâneo!

E não se sentir culpada, então? Putz, missão quase impossível! Mas aprendi que a culpa é um lixo tóxico. Outro dia, deixei de ir no aniversário da tia Bete porque tava exausta. Me senti a pior sobrinha do mundo, claro. Mas pensei: "Preciso cuidar de mim também, né?". E bola pra frente.

O último, expressar necessidades e sentimentos, virou meu mantra. Antes, engolia sapo até explodir. Hoje, se algo me incomoda, falo na hora. Não com grosseria, claro. Tipo, "Fulano, adorei sua ideia, mas isso aqui não funciona pra mim, posso te explicar?". As pessoas até que entendem, sabia?

Resumindo:

  • Comece pequeno: Não precisa virar a mulher maravilha da assertividade de uma hora pra outra.
  • O "não" é libertador: Aprenda a dizer não sem se sentir um monstro.
  • Culpa? Pra quê?: Priorize suas necessidades.
  • Fale, fale, fale: Não guarde tudo pra você.

Que tipo de hábitos as pessoas mais assertivas possuem?

Pessoas assertivas geralmente cultivam hábitos que refletem autoconfiança e respeito mútuo. Isso não significa ausência de vulnerabilidade, mas sim a capacidade de expressar suas necessidades e opiniões de forma clara e respeitosa. Lembro de uma conversa com meu amigo psicólogo, ele enfatizou a importância da autoconsciência nesse processo. Afinal, como podemos nos comunicar efetivamente se não compreendemos nossas próprias emoções e limites?

  • Comunicação direta e honesta: Evitam rodeios e falam abertamente sobre o que pensam e sentem. Para mim, isso é fundamental. Fui muito tímido na adolescência, e me arrependo de não ter me comunicado melhor em algumas situações.

  • Escuta ativa: Não apenas ouvem, mas realmente prestam atenção ao que o outro está dizendo. Observei isso em minha chefe, uma mulher assertiva que demonstra genuíno interesse pelo que seus funcionários relatam. Ela consegue sintetizar informações de forma impressionante.

  • Assertividade na tomada de decisões: Não se deixam intimidar e tomam decisões baseadas em suas próprias convicções, mesmo que isso signifique ir contra a corrente. Penso que essa postura é fruto de um equilíbrio entre confiança e humildade. Ser assertivo não é sinônimo de teimosia, é uma questão de coerência.

  • Limites saudáveis: Sabem dizer "não" quando necessário e defendem seus direitos sem agredir os outros. Uma amiga minha, advogada, é mestre nisso! Ela consegue dizer não com gentileza mas firmeza, algo que eu admiro.

  • Gestão de emoções: Compreendem e gerenciam suas emoções, evitando reações impulsivas ou agressivas. Na minha opinião, dominar as emoções é um dos pilares da assertividade. É uma jornada, e envolve autoconhecimento e autocontrole.

Em resumo: A assertividade se constrói com a prática consistente desses hábitos. É uma jornada de autoconhecimento, e a recompensa é uma comunicação mais eficiente e relações mais saudáveis. Afinal, como dizia Sartre, "A liberdade é o que somos". E para mim, a assertividade é um caminho para se apropriar dessa liberdade, sem ferir a liberdade alheia.

Como agir assertivamente?

A assertividade... Puts, precisei aprender na marra.

Lembro de um projeto no trabalho, ano passado, Setembro de 2023. A gente tava ferrado, prazo curto e o chefe (sempre ele!) jogando mais coisa em cima. Me sentia um lixo, sobrecarregado.

  • Eu sempre dizia "sim" pra tudo, com medo de parecer incompetente. Erro crasso!
  • Resultado: Estresse, noites mal dormidas e um burnout que me pegou de jeito.

Um dia, no meio de uma reunião online (eu morrendo de sono, com olheiras profundas), ele veio com mais uma demanda absurda. Senti um nó na garganta, a raiva subindo.

  • Em vez de explodir ou me encolher, respirei fundo e falei: "Chefe, com todo o respeito, não consigo assumir mais essa tarefa agora. Já estou com a agenda lotada e preciso priorizar a entrega X e Y para não comprometer a qualidade. Podemos conversar sobre o que pode ser delegado ou adiado?".

Foi a primeira vez que me posicionei de verdade. Senti um alívio absurdo! Ele não gostou muito na hora, mas depois entendeu.

A chave é:

  • Ser honesto (mas sem ser grosso).
  • Focar no problema, não na pessoa.
  • Saber dizer não (e justificar o porquê).
  • Priorizar o autocuidado, senão a gente pira!

Hoje, ainda tropeço às vezes, mas aprendi que ser assertivo não é ser egoísta, é ser respeitoso comigo mesmo. Demorei, mas cheguei lá!

Como aplicar a assertividade?

A assertividade... Ah, a assertividade. É como um farol na neblina, um caminho tênue que a gente busca trilhar.

  • Escutar: É sobre mergulhar no oceano do outro, sentir a maré das palavras, as correntes dos sentimentos. Lembro da minha avó, Dona Izaura, com seus olhos cor de rio, sempre atenta. Ela dizia que escutar é "acolher a alma". E era verdade.

  • Diálogo: Criar um diálogo, um espaço seguro onde as vozes se encontram, sem medo de se perder. Um jardim onde as ideias florescem, mesmo as mais tímidas. Me faz lembrar das rodas de conversa na varanda, o cheiro de café, a brisa suave... Tempos que não voltam.

Ser assertivo, no fundo, é respeitar o outro, sem se anular. É dançar na corda bamba do "eu" e do "nós". Difícil? Demais. Mas essencial.