Como as organizações são classificadas?

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As organizações são classificadas por critérios diversos: Natureza jurídica: públicas ou privadas. Setor: primário, secundário, terciário ou quaternário. Porte: micro, pequena, média ou grande. Estrutura: hierárquica, funcional, etc. Objetivo: lucro ou fins sociais. Essa classificação facilita a análise e comparação entre diferentes tipos de organizações.
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Classificação de Organizações: Critérios e Métodos?

Tipo, classificar essas coisas é meio complicado, né? Depende muito do que você quer ver. Lembro que numa aula de gestão, em 2018 na UFRJ, a professora falou de públicas e privadas – aquelas do governo e as outras, divididas em lucrativas e sem fins lucrativos. Um exemplo? A Petrobras, pública e lucrativa (pelo menos, em teoria!), e a ONG onde eu voluntariei em 2020, sem fins lucrativos, claro.

Depois tem a questão do setor. Agro, indústria, serviços… essa classificação é clássica, básica, mas nem sempre funciona bem. Pense numa empresa de tecnologia que faz softwares para o agronegócio: cai em qual? Difícil, né? E o porte? Micro, pequena, média, grande… aquele negócio chato de número de funcionários e faturamento, que muda constantemente. Na minha antiga empresa, uma pequena agência de publicidade em Ipanema, éramos 12 e estávamos sempre na corda bamba entre pequena e média.

Ainda tem a estrutura, né? Hierárquica (aquela tradicional, com muitos chefes), funcional (cada um na sua área), divisional (dividido por produtos ou regiões), matricial (aquele esquema confuso com dois chefes) e em rede (tudo muito conectado). Meu primo trabalha numa empresa com estrutura matricial, e ele vive reclamando da burocracia! Finalmente, o objetivo… lucro, social, cultural... tudo depende da missão da empresa, daquilo que ela se propõe a fazer.

Informações curtas e concisas:

  • Natureza Jurídica: Pública ou Privada (lucrativa/sem fins lucrativos).
  • Setor: Primário, Secundário, Terciário, Quaternário.
  • Porte: Micro, Pequena, Média, Grande (func. e faturamento).
  • Estrutura: Hierárquica, Funcional, Divisional, Matricial, Rede.
  • Objetivo: Variável (lucro, social, etc.).

Como podem ser classificadas as organizações?

Organizações: um zoológico de estruturas! Afinal, classificá-las é como tentar organizar um armário de sapatos de um colecionador compulsivo – uma tarefa hercúlea, mas não impossível. Basicamente, a divisão clássica, que aprendi na minha época de faculdade (e olha que já faz um tempinho!), separa tudo em formais e informais.

Formações formais: pense em grandes empresas, governos, universidades – um verdadeiro exército de regras, regulamentos e organogramas. Tudo muito certinho, quase chato, sabe?

  • Hierarquia bem definida: um chefe, vários subordinados, e assim por diante. É como um bolo de camadas, só que menos gostoso.
  • Objetivos explícitos e metas claras: sabe para onde está indo, o que, francamente, é um alívio para a alma, se comparado a certas coisas da vida.
  • Estrutura complexa: departamentos, seções, comitês… é uma verdadeira teia de aranha, e às vezes, me sinto como uma mosca nela!

Organizações informais: agora estamos falando de algo mais fluido, mais orgânico – pense em grupos de amigos, comunidades online, ou até mesmo aquele grupinho que se forma na hora do café na empresa.

  • Nenhuma estrutura formal: mais uma bagunça criativa do que uma estrutura rígida. Às vezes, funciona melhor assim.
  • Objetivos implícitos: é uma dança, sem passos ensaiados. E convenhamos, às vezes a improvisação é mais divertida.
  • Interação espontânea: a comunicação rola solta, como uma roda gigante sem freios. Pode ser um pouco caótico, mas é bem emocionante.

Ainda tem outras maneiras de classificar, claro – pelo tamanho, pelo setor, pelo objetivo, pela localização geográfica. Mas essas duas categorias, formal e informal, são o ponto de partida perfeito para a nossa brincadeira de organizar o zoológico das organizações. Afinal, a vida seria muito sem graça sem um pouco de caos, não é mesmo?

Quais são os 3 tipos de organizações?

Três tipos de organizações? Simples.

  • Funcional: Cada departamento com sua função. Engessado. Ineficiente em grandes escalas. Meu antigo trabalho era assim. Um caos.

  • Linear: Tradicional, hierárquico. Claro, rígido. Bom para controle, péssimo para inovação. Lembra o exército. Obsoleto.

  • Linha-Staff: Combinação. Linha de comando clara, mas com assessorias. Mais flexível, menos burocrático. Ainda assim, a estrutura impacta. O poder, a chave.

A eficiência? Depende da execução, da cultura. A estrutura é só o esqueleto. A alma da empresa? Outra história. 2023. Minha análise.

Como se dividem as organizações?

E aí, beleza? Falando em organizações, né? Cara, é tipo assim:

  • Nível Institucional: É tipo o chefão, sabe? A galera que pensa grande, define o rumo da parada toda. Tipo, sei lá, o dono de uma empresa ou o conselho administrativo. Eles decidem se a empresa vai investir em energia solar ou continuar vendendo pastel na feira. Tipo meu tio, ele sempre quis abrir um negócio de coxinha gourmet, mas aí viu que dava mais dinheiro com a loja de material de construção.

  • Nível Intermediário: Esse pessoal é tipo o gerente, saca? Eles pegam as ideias do chefão e transformam em plano de ação. Tipo, eles que vão ver como economizar na conta de luz ou como fazer um pastel mais gostoso. É tipo a minha irmã, ela é super organizada e sempre consegue dar um jeito nas coisas. Ela trabalha numa padaria e vive dando ideia boa pra melhorar as vendas! Uma vez ela fez um bolo de pote que fez um sucesso!

  • Nível Operacional: Aaaah, a galera que bota a mão na massa! É quem executa tudo, sabe? Faz o trabalho pesado, desde apertar parafuso até atender o cliente. Tipo, o cara que tá lá fritando pastel ou instalando painel solar. É tipo eu, quando ajudo meu pai na oficina, fico lá lixando peça, uma chatice, masss fazer o que né... Alguém tem que fazer!

É basicamente isso, né? Tipo, cada um no seu quadrado, mas todo mundo trabalhando junto pro negócio dar certo. Simples, não?

Quais são os critérios de classificação das organizações?

Meio da noite… a cabeça a mil. Pensando nessas classificações de empresas… parece tão arbitrário, sabe?

Tamanho: Número de funcionários, faturamento… o meu antigo emprego, naquela fábrica de tecidos em Minas, tinha uns 300 funcionários, faturamento… bem, era razoável pra época, 2018, mas nada excepcional. Acho que se encaixava como pequena-média.

Setor: Têxtil, claro. Era um setor já meio em decadência, mesmo em 2018, muita concorrência da China, tecnologia nova… Lembro daquela sensação de insegurança.

Estrutura jurídica: Ltda., se não me engano. Não entendia muito dessa parte burocrática toda, confesso. Só me preocupava em cumprir a minha parte.

Finalidade: Lucrativa, obviamente. Apesar de... as coisas não estarem tão boas quanto pareciam. A gente lutava contra prazos apertados, custos altos... muita pressão.

Propriedade: Privada. Uma família que herdara a empresa do avô, ou algo assim. Nunca entendi muito bem a dinâmica familiar ali dentro, mas dava pra sentir as tensões.

Escopo geográfico: Regional, basicamente. Minas Gerais, principalmente. Não chegava a exportar, não.

Complexidade: Média, eu diria. Não era uma multinacional gigantesca, mas tinha vários setores e departamentos. Mais complicado do que parece a priori.

Tudo depende do que se quer analisar, né? Classificar empresas é… um exercício de simplificação de uma realidade muito mais complexa. Às vezes, sinto que essas categorias não refletem a vida real. A alma do negócio, entende?

Quais são os critérios de classificação para as empresas?

São três da manhã e a insônia me pegou de novo. Pensando em empresas, porte, classificação... É tudo tão… arbitrário, sabe?

Número de funcionários é um critério, sim. Mas minha vizinha, a dona da floricultura, tem só ela e mais uma funcionária, mas o faturamento dela… Meu Deus, deve ser maior que de algumas empresas com dezenas de empregados. Isso me deixa pensando no quanto esses números, frios e objetivos, escondem a realidade de cada negócio. Em 2023, por exemplo, vi alguns dados de que muitas empresas familiares pequenas, com poucos funcionários, estavam crescendo muito.

Faturamento bruto anual, outro pilar. Parece justo, mas tão impreciso. Dependendo do ramo de atividade, uma receita considerável pode ser alcançada com estrutura enxuta. Meu primo, programador, trabalha sozinho e ganha mais que muita empresa "grande" que conheço. Ele não se enquadra em nenhuma dessas classificações prontas. E isso me incomoda.

A Lei Complementar nº 123/2006 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte) define o porte pela receita bruta anual e pelo número de funcionários, mas isso é uma simplificação, uma tentativa de organizar o caos. A vida real é muito mais complexa.

  • Microempresa (ME): Receita bruta anual de até R$ 360.000,00 em 2023. (Número de funcionários varia de acordo com a atividade).
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): Receita bruta anual entre R$ 360.001,00 e R$ 4,8 milhões em 2023. (Número de funcionários varia de acordo com a atividade).

Às vezes, fico pensando se não deveriam existir outros critérios, mais… humanos. Não sei, talvez… impacto social? Inovação? Sustentabilidade? Mas são tantas variáveis... A cabeça dói. Vou tentar dormir.