Como fazer RGPD?

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Para implementar o RGPD: Levante as bases de dados existentes. Verifique a conformidade com os princípios de tratamento de dados. Identifique o fundamento legal para cada tratamento. Revise formulários de consentimento e contratos. Analise os subcontratos.
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Okay, então, RGPD... Ufa, só de ouvir já me dá um arrepio! Lembro-me da correria quando isto tudo começou, um caos! Mas pronto, respira fundo que não é nenhum bicho de sete cabeças. A verdade é que, se fores metódico, consegues pôr a casa em ordem.

"Como é que eu ponho isto em prática?" – era a pergunta que não me saía da cabeça. E no fundo, a receita, se é que podemos chamar assim, resume-se a estes passos:

  1. Levantar as bases de dados existentes. Isto parece simples, mas acreditem, é tipo abrir o armário da tralha! Quantas bases de dados é que realmente tens? Onde é que elas estão? Quais informações estão lá dentro? Eu descobri uma folha de Excel perdida no fundo de uma pasta, com dados de clientes de... 2010! Surreal! A sério, faz um inventário a sério.

  2. Verificar a conformidade com os princípios de tratamento de dados. Confesso, esta parte deu-me dores de cabeça. Estar mesmo a garantir que estamos a ser justos, transparentes, que os dados estão seguros... Tudo isso! Mas, no fundo, é como cuidar da casa – se a manténs arrumada, evitas surpresas. Estás a usar os dados para o que disseste que ias usar? E por quanto tempo?

  3. Identificar o fundamento legal para cada tratamento. Isto é crucial! Porque é que estás a usar aqueles dados? Tens o consentimento da pessoa? É para cumprir um contrato? Ou tens um "interesse legítimo"? Lembro-me de uma discussão acesa com o departamento de marketing sobre os "interesses legítimos"... No fim, tivemos que repensar algumas estratégias. E acreditem, mais vale repensar agora do que levar com uma multa!

  4. Revisar formulários de consentimento e contratos. Aqui é que a porca torce o rabo! As letras pequenas, os termos e condições... Quem é que lê isso tudo, não é verdade? Mas tens que ler! E tens que garantir que as pessoas realmente entendem o que estão a consentir. Eu mudei completamente a linguagem dos meus formulários – menos juridiquez, mais clareza. E sabem que mais? Acho que até os meus clientes ficaram mais satisfeitos.

  5. Analisar os subcontratos. Achavas que estavas livre só porque os dados estão na tua empresa? Nananinanão! Se tens alguém a tratar dados por ti (um fornecedor, um parceiro...), tens que ter a certeza de que essa pessoa também está a cumprir o RGPD. Lembro-me de ter passado semanas a renegociar contratos com alguns fornecedores. Chatice, sim, mas absolutamente necessário.

Pronto, é isto! Parece muito, eu sei. Mas com calma e organização, vais lá. E no meio de tudo, lembra-te: estás a proteger dados de pessoas. E isso, no fundo, é o mais importante, não acham? ????