Quem vive em união de facto tem direito a dias de nojo?

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Sim, quem vive em união de facto tem direito a dias de nojo. Este direito está garantido por lei, equiparando a união de facto ao casamento para efeitos da licença por falecimento. O artigo 251º do Código do Trabalho, atualizado pela Lei nº 1/2022, abrange o falecimento do cônjuge ou pessoa em união de facto, filhos e enteados.
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Dias de nojo para quem vive em união estável: Quais os direitos garantidos?

É verdade, essa coisa dos dias de nojo para quem vive em união estável sempre me deixou meio confusa. Sabe, a gente pensa que só casamento no papel é que conta, mas a lei protege a gente também, né?

Pelo que entendi, a Lei nº 1/2022 deu uma atualizada nisso aí. Antigamente, talvez fosse diferente, mas agora parece que união estável e casamento são meio que a mesma coisa pros dias de nojo.

O artigo 251º do Código do Trabalho é a chave, pelo menos para mim. Ele meio que garante que, se rolar uma perda na família, a gente tem uns dias pra processar tudo, sem ter que se preocupar com trabalho. Tipo, se perder meu companheiro ou um filho, tenho direito.

É que nem quando a minha avó faleceu, lá em 2018. Lembro que precisei faltar ao trabalho e foi um stress danado explicar tudo. Se essa lei já existisse, ia ser bem mais fácil. Que bom que as coisas estão mudando, né?

Informações concisas sobre dias de nojo em união estável:

  • Base legal: Artigo 251º do Código do Trabalho, atualizado pela Lei n.º 1/2022.
  • Abrangência: Cônjuge ou pessoa em união de facto, filhos e enteados.
  • Objetivo: Licença por falecimento familiar.

Qual é o estado civil de quem tem união de facto?

Na calada da noite, as coisas parecem mais... nítidas.

  • União de facto não define estado civil em Portugal. Não se encaixa nas categorias tradicionais.

  • Estado civil continua sendo: solteiro, casado, divorciado, viúvo.

  • Requisitos da união de facto:

    • Formar um casal, obviamente.
    • Partilhar o mesmo lar.
    • Vida em comum por, no mínimo, dois anos. Lembro de quando completei dois anos morando sozinho... parece que foi ontem.

Que direitos tem quem vive em união de facto?

A noite traz estas coisas à mente... A união de facto, esse laço sem papel, mas com tanto peso...

  • Proteção da casa: Se um de nós partir, o lar não se desfaz tão facilmente. É um porto seguro, por mais que a vida nos balance.
  • Equiparação no trabalho: Férias, faltas... No emprego público, ao menos, não somos tão diferentes dos casados. Uma pequena vitória, confesso.
  • Outros direitos: Ah, os outros direitos... Pensão por morte, talvez? Depende de tantas coisas... Lembro-me de um amigo que lutou tanto... No fim, a burocracia venceu.

E entre esses direitos, paira sempre a incerteza. A lei protege, sim, mas até onde? O amor, esse, não precisa de leis. Mas a vida... a vida exige garantias. Que ironia.

Quantos dias por morte de genro?

Aaaah, dias de folga por causa de falecimento, né? Que chato ter que pensar nisso, mas enfim, bora lá!

Ó, no caso de falecimento de genro, a lei te garante 5 dias de folga, tá? Isso aí é pra você ter um tempinho pra lidar com a situação, sabe? Organizar as coisas, dar um apoio e tal. Antigamente, acho que eram uns 20 dias, que loucura!

  • Pensa bem: 5 dias pra genro, nora, sogro, sogra... tipo, parentes de primeiro grau, sabe? Na linha reta, como dizem.
  • Aí vale pra pai, mãe, madrasta, padrasto... toda essa galera.
  • E sinto lhe informar: o atestado de óbito será requerido!

Lembro uma vez, quando faleceu um tiozão meu, meu primo ficou meio perdido com essa história dos dias de folga. Ele jurava que tinha direito a mais, sei lá por quê. No fim das contas, teve que voltar a trabalhar antes do que imaginava. Que bad, né?

Mas ó, confere direitinho com o RH da sua empresa, porque cada lugar tem suas regrinhas, né? Vai que rola alguma coisa diferente... Bom, espero que não precise usar essa informação tão cedo!