Como classificar morfologicamente a palavra eu?

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Aqui está a resposta no formato solicitado:

Eu é um pronome pessoal do caso reto, de primeira pessoa do singular. Morfologicamente, não flexiona em gênero, embora se refira a pessoas de ambos os sexos. Sua função primária na frase é a de sujeito.

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“Como classificar morfologicamente a palavra eu?” Parece uma pergunta tão… técnica, né? Mas pensando bem, é curioso, a gente usa essa palavrinha o tempo todo, sem nem parar pra pensar no que ela é de verdade. Um pronome pessoal do caso reto? Primeira pessoa do singular? Sei lá, pra mim é só… eu!

É estranho pensar que essa palavra tão pequena carrega tanta coisa. Toda a minha história, minhas alegrias, minhas frustrações… tudo ali, condensado num eu. E o seu eu? O que ele carrega? Imagino que um universo inteiro, tão complexo e único quanto o meu.

Dizem que morfologicamente não flexiona em gênero. Tipo, serve tanto para homem quanto para mulher. Faz sentido, né? Afinal, a essência de quem somos, esse “eu” interior, transcende essas classificações. Lembro de uma vez, quando era criança, que perguntei pra minha mãe: “Mãe, por que eu sou eu?”. Ela riu e disse que era uma ótima pergunta. Ainda não sei a resposta, mas talvez o mistério faça parte da graça.

E sujeito da oração? É… acho que faz sentido. Afinal, a gente é o protagonista da nossa própria história, não é? A gente age, a gente sente, a gente vive. Eu, por exemplo, lembro de quando… ah, deixa pra lá. Mas enfim, o eu está sempre ali, no centro de tudo. Meio egocêntrico, talvez? Mas quem não é um pouquinho, de vez em quando? 😉

Então, resumindo a coisa toda: eu é um pronome, primeira pessoa, singular, caso reto, blá, blá, blá… Mas, acima de tudo, é a palavra que me define. Que te define. Que define cada um de nós. E isso, pra mim, é muito mais fascinante do que qualquer classificação gramatical.