Como colocar um artigo nas normas ABNT?
Como formatar artigo nas normas ABNT?
Formatar um artigo segundo a ABNT. Puxa, é um desafio, mas a gente se acostuma. Aquele esquema de autor, título, revista, local, volume, número, páginas, mês e ano, né. É como dar um nome e um endereço completo pra cada coisa. Lembra aquela vez que mandei um artigo pra uma revista lá em Curitiba, por volta de 2018, e esqueci a página inicial. Foi uma trabalheira pra achar.
No fim, a gente vai pegando o jeito. É sempre o sobrenome do autor em caixa alta, seguido do nome. Aí vem o título do artigo, em negrito, para se destacar, sabe. Depois, o nome da revista, também em negrito, o local, o volume e o número. Essencial ter as páginas, tipo, de 45 a 52, se for o caso. E claro, mês e ano. Tipo, janeiro de 2023.
Isso vale pra revista. Para um capítulo de livro, por exemplo, muda um pouco a ordem. É o sobrenome do organizador, o título do capítulo em negrito, o nome do livro todo em negrito, a editora, a cidade, o ano. Ah, e a página do capítulo.
É meio chato no começo, confesso. Fico às vezes revisando umas três, quatro vezes antes de enviar. Mas depois que a gente entende a lógica, fica mais fácil. É sobre organizar a informação, dar clareza. Tipo quando eu fui mandar um trabalho pra uma revista específica em 2021, eles eram bem rigorosos com ABNT. Lembro que gastei uma tarde só pra alinhar os detalhes.
Como citar um artigo ABNT: Sobrenome do autor em maiúsculas, Nome do autor. Título do artigo. Título da Revista, local, volume, número, páginas, mês, ano.
Formato ABNT: Sobrenome, Nome. Título do Artigo. Título da Revista, local, v. volume, n. número, p. página inicial-final, mês. ano.
Como fazer bibliografia de artigos científicos?
Ah, a bibliografia! Essa arte sutil de dar crédito àqueles que nos inspiraram, e não ser acusado de plagiar como um ladrão de ideias em plena luz do dia. É como arrumar a casa antes da visita dos sogros: tudo no lugar, impecável e um pouco assustador se você falhar.
A receita secreta para não virar meme acadêmico:
- SOBRENOME, Nome. - O nome de batismo científico. Lembre-se, o sobrenome vem primeiro, como um rei no seu trono, para que todos saibam quem é o dono daquela joia intelectual.
- Título do artigo. - A cereja do bolo, o suspense que te faz clicar. Use um título que venda o peixe, mas sem prometer um banquete que você não pode entregar.
- Título da Revista, local de publicação, volume do exemplar, número do exemplar, p. (página inicial e final do artigo), mês, ano de publicação. - O endereço completo do tesouro. Pense nisso como a ficha policial do artigo, com todos os detalhes para encontrá-lo, caso ele decida fugir ou ser reeditado por algum motivo. E sim, é vital conferir se as páginas estão corretas, a menos que você queira que seu leitor se perca como eu no labirinto da minha própria geladeira.
Por que essa ordem é mais importante que a senha do Wi-Fi?
Essa formatação não é por frescura acadêmica, meu caro. É para criar um sistema universal de identificação para artigos. Imagine tentar achar um livro em uma biblioteca sem ISBN ou nome do autor. Um caos!
- Uniformidade: Todos os pesquisadores do mundo usam um padrão similar. Isso permite que qualquer um, em qualquer lugar, identifique e localize um trabalho específico. É a língua franca da ciência.
- Credibilidade: Apresentar uma bibliografia bem feita mostra que você fez sua lição de casa, pesquisou a fundo e respeita o trabalho alheio. Ninguém quer confiar em um trabalho que parece ter sido compilado na pressa por um esquilo.
- Rastreabilidade: Se um leitor se interessar por uma citação sua, ele precisa saber exatamente onde ir buscar a informação original. A bibliografia é o mapa do tesouro.
E lembre-se, se a revista tiver mais de um local de publicação, é o local principal que conta. A menos que eles tenham um escritório em Marte e isso seja relevante para o seu trabalho, claro. ????
Como fazer referências bibliográficas de um site?
Pra fazer referência de site, meu chapa, é igual dar a dica do rolê: tem que ser exato! Pega o nome do site, joga o ano ali do lado pra não ter confusão.
Aí vem a ementa, que é tipo um resumo da parada. Pensa num trailer do filme: mostra o que tem no site sem dar o filme todo, saca?
Depois, é crucial o "Disponível em:" com o link que não pode quebrar, senão a gente se perde mais que barata em salão de festa.
Por fim, "Acesso em:" com o dia, mês e ano que você viu a mágica acontecer. Pra provar que você não inventou a roda. É isso! Simples assim, igual mandar um zap pro seu amor. Fica lindo!
Como fazer referências bibliográficas automaticamente?
Pra fazer referências bibliográficas automaticamente, use um gerador de citações ABNT online. Esta ferramenta cria referências no padrão ABNT sozinha, pedindo um identificador, tipo URL, ISBN ou DOI, e depois busca os detalhes pra montar a citação completa. É tipo mágica, mas com dados.
Ah, as referências ABNT... Aquele pesadelo que faz a gente querer largar a faculdade e ir vender miçanga na praia! Lembro bem da minha época, passando horas catando vírgula, ponto e parênteses. Era um trampo do cão, parecia que eu tava descascando abacaxi com colher de chá, juro.
Mas calma, jovens padawans da academia! A tecnologia, essa benção dos céus que nos livra de tarefas chatas, trouxe a solução: o tal gerador de referências bibliográficas automático. É tipo um robôzinho ninja que faz o trabalho sujo pra você. Você joga umas migalhas de informação, e ele te devolve o banquete prontinho. A vida adulta finalmente ficou menos complicada, não é mesmo?
A coisa funciona assim: você bota um código, tipo o RG do livro ou o CPF do artigo online (que tecnicamente chamam de ISBN, DOI, ou a URL). Ele, com a inteligência que Deus deu (ou os programadores), vai lá na internet, caça as informações que faltam – autor, ano, editora, cidade – e plim! A referência aparece formatada conforme manda o figurino da ABNT.
É mais fácil que fritar um ovo, e bem menos bagunça na cozinha.
Eu mesmo, pra formatar meu TCC (que, confesso, quase me levou à loucura), usei um desses. MyBib é um que sempre quebra galho, e olha que tem outros por aí. Eles são tipo os super-heróis invisíveis da vida acadêmica. A gente nem sabe o nome de todos, mas agradece a existência.
O MyBib, por exemplo, tá sempre com uma atualização quentinha pra 2025, prometendo deixar tudo mais supimpa ainda. Não lembro onde salvei meu projeto final, mas sei que as referências tavam impecáveis por causa deles.
E a beleza é que eles não são frescos, pegam qualquer tipo de material pra referenciar:
- Livros (os grandões, com capa e tudo)
- Artigos de jornal/revista (seja online ou aquele que a gente compra na banca, se é que alguém ainda faz isso)
- Teses e dissertações (o terror dos universitários)
- Sites e blogs (o paraíso da pesquisa rápida e, às vezes, duvidosa)
- Vídeos do YouTube (sim, até aquele tutorial de como montar móveis, se for o caso)
- Artigos científicos com DOI (os mais chiques e difíceis de copiar na mão)
Pra mim, usar um gerador de referências é tipo ter um chef particular pra fazer o jantar: você só diz o que quer, e ele entrega o prato pronto, sem você sujar a pia. É uma mão na roda pra economizar tempo e neurônios, que a gente sabe que são poucos e preciosos.
Deixar de usar isso hoje em dia é tipo querer lavar roupa na mão tendo máquina de lavar em casa. Nem pensar!
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