Como deve ser o início de uma redação?

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Para um começo de redação eficaz: Apresente o tema central logo no início. Contextualize o leitor sobre o assunto. Crie uma base sólida para seu argumento. Busque uma abordagem que envolva e atraia o leitor. Uma boa introdução define o tom da redação.
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Como começar uma redação de forma impactante? Melhores dicas e exemplos?

Começar uma redação? Preciso me concentrar, é complicado. Lembro-me de uma vez, no terceiro colegial, em 2015, a professora de português, a Dona Maria, falava de "ganchar" o leitor logo no início. Ela usava exemplos de crônicas do Rubem Braga, aquelas bem curtas, que te prendem. Eu tentei imitar, mas minha redação sobre o impacto da internet na minha vida foi um desastre, nota 6.

Para mim, o ideal é começar com algo que me chame a atenção, sabe? Uma pergunta provocativa funciona às vezes. Tipo, "Será que a solidão é mesmo um monstro?" (Escrevi sobre isso num trabalho de filosofia, ano passado). Ou uma frase impactante, algo que me deixe pensando... Vi num livro de redação, um da Saraiva, que custou uns 40 reais, que usar uma anedota pessoal também funciona.

Uma vez, em 2018, fui a uma apresentação de um escritor na FLIP, em Paraty. Ele disse que a introdução é tipo a vitrine de uma loja, precisa atrair a atenção. Claro que cada um tem o seu estilo, né? Mas tem que ser algo que faça o leitor querer continuar a ler.

Informações curtas e concisas:

  • Introduções impactantes: perguntas, frases fortes, anedotas.
  • Objetivo da introdução: contextualizar o tema, envolver o leitor.
  • Estratégias: usar perguntas retóricas, citações, dados surpreendentes.

O que falar no começo da redação?

Ah, o começo... Onde as palavras ainda dançam tímidas, buscando seu lugar. É como a luz da manhã que espreita pelas cortinas, indecisa se invade o quarto ou se esconde.

  • Contextualização: É o mergulho. Lembra da piscina da casa da avó, aquele cheiro de cloro e sol? A contextualização é o primeiro contato, a água fria que te prepara pro resto. Uma pincelada no tema, um aceno.

  • Problematização: Depois vem a questão. A dúvida que não te deixa dormir. Aquela coceira no cérebro. Por que o céu é azul? Por que as pessoas mentem? É o coração da coisa, o nó na garganta.

  • Tese: A tese... Ela é a sua voz. Firme, mesmo que tremendo. É o que você acredita, o que te move. A sua verdade, nua e crua. E precisa ser dita.

  • Argumentos: E os argumentos, ah, os argumentos. São as pedras no caminho, as provas que você carrega. Duas? Suficiente. Sinalizam a rota, o mapa do seu pensamento.

Modelos? Há tantos... Como as estrelas no céu de Diamantina. Cada um com seu brilho, sua história. Mas a fórmula, no fundo, é sempre a mesma: contexto, problema, tese, argumentos. O resto é tempero, o seu toque.