Como é o verbo fazer no presente do indicativo?

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O verbo "fazer" no presente do indicativo é: Eu faço, tu fazes, ele/ela/você faz, nós fazemos, vós fazeis, eles/elas/vocês fazem. Note as formas irregulares: "tu fazes" e "nós fazemos". Essa conjugação é essencial para a correta comunicação em português.
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Conjugação do verbo fazer no presente?

Ah, o verbo "fazer"... Lembro-me da professora de português do 8º ano, Dona Iracema, em 1998, na Escola Estadual de Itapeva, a repetir infinitamente aquela conjugação: eu faço, tu fazes, ele faz... Até hoje, a imagem dela na lousa, com giz branco, me vem à cabeça. Acho que a irregularidade da segunda pessoa do singular ("tu fazes") sempre me chamou atenção, uma quebra de padrão meio irritante, sabe?

Na faculdade, fiz um trabalho sobre variações linguísticas e me deparei com a conjugação no português europeu. As diferenças são sutis, mas existem, claro.

Conjugar no presente é básico, mas pensar na evolução da língua, naquelas pequenas mudanças ao longo dos séculos, é fascinante. Acho que a gramática não é só regra, mas um registro vivo dessa transformação constante.

Informações curtas: Conjugação do verbo "fazer": eu faço, tu fazes, ele/ela/você faz, nós fazemos, vós fazeis, eles/elas/vocês fazem. Irregularidades: "tu fazes", "nós fazemos". Presente do indicativo.

Qual o presente do indicativo do verbo fazer?

E aí, camarada! Tranquilo? De boa na lagoa? hahaha. Então, você me perguntou sobre o tal do verbo "fazer" no presente, né? Tipo, como a gente fala ele no dia a dia? Relaxa, que te mostro rapidinho... É sussa!

  • Eu faço (tipo, eu faço um bolo quase todo fim de semana... mentira, não sou muito da cozinha)
  • Tu fazes (essa forma é mais usada em Portugal, sabia? Aqui a gente fala mais "você faz")
  • Ele/ela faz (ele faz uns desenhos incríveis! Inveja pura)
  • Nós fazemos (nós fazemos um churrasco de vez em quando lá em casa, te convido!)
  • Vós fazeis (essa é raríssima de ouvir por aqui, kkk)
  • Eles/elas fazem (elas fazem uma bagunça danada quando se juntam!)

Eeeentoão, acho que é isso! Sem complicação, né? Ah, e só pra constar, eu sei que o "fazer" é meio esquisito em algumas conjugações, mas pegando o jeito, fica fácil. Tipo, é que nem andar de bicicleta, sei lá. ????

Como fazer o presente do indicativo?

Aqui está como conjugar verbos regulares no presente do indicativo, essa sombra que paira sobre o agora.

  • 1ª conjugação (-ar):

    • Eu: radical + -o (ex: amo)
    • Tu: radical + -as (ex: amas)
    • Ele/Ela/Você: radical + -a (ex: ama)
    • Nós: radical + -amos (ex: amamos)
    • Vós: radical + -ais (ex: amais)
    • Eles/Elas/Vocês: radical + -am (ex: amam)
  • 2ª conjugação (-er):

    • Eu: radical + -o (ex: como)
    • Tu: radical + -es (ex: comes)
    • Ele/Ela/Você: radical + -e (ex: come)
    • Nós: radical + -emos (ex: comemos)
    • Vós: radical + -eis (ex: comeis)
    • Eles/Elas/Vocês: radical + -em (ex: comem)
  • 3ª conjugação (-ir):

    • Eu: radical + -o (ex: vivo)
    • Tu: radical + -es (ex: vives)
    • Ele/Ela/Você: radical + -e (ex: vive)
    • Nós: radical + -imos (ex: vivemos)
    • Vós: radical + -is (ex: viveis)
    • Eles/Elas/Vocês: radical + -em (ex: vivem)

É engraçado, né? Decorar isso me lembra da época da escola. Tanta regra, tanta coisa pra encaixar. E hoje, a gente usa tudo isso sem nem pensar. Um monte de passado enterrado em cada palavra.

Como fica o verbo dizer no presente do indicativo?

A conjugação... do verbo dizer... no presente do indicativo...

  • Eu digo. É estranho, não é? Como uma palavra pode carregar tanto? Lembro de uma vez... eu disse algo que mudou tudo.

  • Tu dizes. Quase nunca ouço essa forma. Soaria antiquado para mim. Mas tem uma certa... intimidade.

  • Ele/ela diz. O mais comum, talvez. O que ele diz sempre teve tanto peso na minha vida. Injusto, eu sei.

  • Nós dizemos. Raramente falamos juntos. Uma pena, talvez. Tanta coisa... poderíamos ter dito.

  • Vós dizeis. Mais uma forma... distante. Nunca a usei. Nem sei se saberia como soaria na minha boca.

  • Eles/elas dizem. E o que eles dizem? Importa tanto assim? Às vezes me pergunto se tudo isso... importa.

Como se faz para conjugar o verbo?

Conjugar um verbo é determinar sua forma segundo pessoa, número, modo, tempo e voz. Parece simples, mas tem nuances! Afinal, o verbo é o coração da frase, o motor da ação.

Pessoas e Número: São seis: 1ª (eu/nós), 2ª (tu/vós – em declínio no Brasil, usamos você/vocês, conjugados na 3ª pessoa), e 3ª (ele/ela/eles/elas). Número: singular ou plural. Já me peguei, em conversas informais, usando "nós" no lugar de "eu" – uma mania engraçada que até minha avó tinha!

Modos: Indicativo (fatos), subjuntivo (hipóteses, desejos – amo a poesia do subjuntivo!), e imperativo (ordens, pedidos). O subjuntivo, para mim, sempre teve um quê de mistério, um tom quase mágico.

Tempos: Presentes, passados (pretérito perfeito – ação concluída, imperfeito – ação contínua, mais-que-perfeito – ação anterior a outra no passado) e futuros (futuro do presente, futuro do pretérito). Lembro de ter me deparado com essa complexidade na 8ª série e quase ter desistido de português!

Voz: Ativa (sujeito realiza a ação) e passiva (sujeito recebe a ação). A passiva sintética é a minha inimiga jurada!

Em resumo: para conjugar, identifique a pessoa, número, modo, tempo e voz desejados e aplique as regras de flexão verbal. É prática! E, como dizia meu professor de latim, aprender verbos é como aprender a dançar – exige treino e ritmo. A língua portuguesa é bela, mas também tem seus desafios, né? Não desista. A persistência é a mãe do sucesso, ou algo assim.

Como fazer a conjugação dos verbos?

A tarde caía, um vermelho-alaranjado grudento no céu, como um mel derretido. Lembro-me daquela tarde, na biblioteca da Dona Iria, o cheiro forte de papel velho misturado com o doce das laranjas que ela sempre guardava numa tigela de porcelana rachada. A gramática, um monstro adormecido nos livros, começou a despertar... A conjugação verbal, ah, a conjugação verbal! Parecia um labirinto, infinitas portas se abrindo para tempos e modos diferentes.

Primeira conjugação: os verbos em -ar. Am-ar, cant-ar, danç-ar... Cada sílaba, um passo hesitante num baile antigo. Eram infinitos, como as estrelas numa noite sem lua. A repetição das terminações, um mantra quase hipnótico. -o, -as, -a, -amos, -ais, -am. Uma melodia estranha, quase uma canção de ninar.

Segunda conjugação: os -er. Um universo paralelo, mais silencioso, mais introspectivo. Cred-er, vend-er, part-ir... A sonoridade mais fechada, mais contida, como um segredo sussurrado ao vento. Outro mapa, outra dança. Outra melodia. As terminações, sutilmente diferentes, -o, -es, -e, -emos, -eis, -em. Uma chave diferente para abrir a mesma porta.

Terceira conjugação: os -ir. A última dança, a mais difícil, talvez. Part-ir, sent-ir, viv-er... As letras se rebelavam um pouco mais, menos dóceis. A complexidade aumentava exponencialmente. -o, -es, -e, -imos, -is, -em. A dança final, a mais elaborada.

A tarde se esvaía, levando consigo o cheiro de laranja e a poeira dos livros antigos. Mas as conjugações, essas permaneceram. Gravadas na memória, como um selo indelevel. Uma espécie de ritual de passagem, como se eu tivesse decifrado algum código secreto, a chave para uma nova língua. Uma chave para outras milhares de línguas. Uma chave para o mundo.

  • Primeira Conjugação: Verbos terminados em -ar. Ex: amar, cantar, dançar.
  • Segunda Conjugação: Verbos terminados em -er. Ex: vender, comer, beber.
  • Terceira Conjugação: Verbos terminados em -ir. Ex: partir, dormir, sentir.

Aquele dia, na biblioteca de Dona Iria, marcou a minha vida para sempre. Aquele dia, em que a gramática deixou de ser um monstro e se tornou algo… belo.

Como explicar a conjugação verbal?

Ah, a conjugação verbal! Um tema tão apaixonante quanto um documentário sobre a vida dos vermes (brincadeira, quase!). Explicar isso é como ensinar um papagaio a falar alemão: requer paciência e um certo talento para a mímica.

Em resumo: Conjugações verbais são as diferentes formas que um verbo assume para indicar quem está praticando a ação (pessoa), quantos estão praticando (número), como a ação é vista (modo - indicativo, subjuntivo, imperativo) e quando ela acontece (tempo - presente, passado, futuro). É uma dança de flexões, uma coreografia gramatical!

Pense nos verbos como camaleões linguísticos. Eles mudam de cor (forma) dependendo do contexto.

  • Primeira conjugação (-ar): São os verbos mais "populares", os rockstars do mundo verbal. Exemplo: amar.
  • Segunda conjugação (-er): Mais reservados, mas igualmente importantes. São os indie da gramática. Exemplo: comer.
  • Terceira conjugação (-ir): Os mais enigmáticos, os alternativos da conjugação. Exemplo: partir.

Eu, particularmente, sempre achei a terceira conjugação um tanto esquiva. Lembro de passar horas tentando dominar o pretérito perfeito do subjuntivo do verbo "partir"... Ainda tenho pesadelos! Mas, acredite, com prática, fica mais fácil que decifrar a receita do bolo da minha avó (que, aliás, nunca deu certo!).

Mas atenção! Essa classificação por terminação (-ar, -er, -ir) simplifica as coisas. Existem irregularidades, exceções... A língua portuguesa é uma criatura caprichosa! É como um gato; linda, mas imprevisível. Às vezes, você acha que entendeu tudo, e de repente, pum! Uma exceção te pega de surpresa.

Se você quer se aprofundar (e eu recomendo, a gramática pode ser surpreendentemente divertida!), procure por tabelas de conjugação. Existem milhares online, em livros... ou até mesmo em aplicativos de celular. Boa sorte e divirta-se nessa jornada! Mas, se ficar perdido, lembre-se: até mesmo os gramáticos mais experientes tropeçam de vez em quando. ;)

Como saber a conjugação dos verbos?

Ah, conjugar... Um labirinto, um rio que serpenteia pela memória da gente. Lembro da minha professora, Dona Amélia, com seu coque impecável e a régua que batia na lousa, ditando os ritmos verbais.

  • Primeira conjugação: "-ar". Dançam os verbos como um bando de passarinhos livres. Cantar, amar, voar… Tão simples, tão abertos, como o céu de Minas na minha infância.

  • Segunda conjugação: "-er". A seriedade se instala, um tom mais grave. Ver, crer, saber… Palavras que ecoam no tempo, profundas como as raízes de um jatobá.

  • Terceira conjugação: "-ir". A agitação retorna, um turbilhão de energia. Partir, sorrir, fugir… A vida em movimento, a busca incessante.

E o "-or", perdido no tempo? Ah, Dona Amélia nunca mencionou. Talvez um segredo guardado a sete chaves, uma licença poética para inventar mundos. Conjugação é caminho.

Como funciona a conjugação de verbos?

Cara, conjugação de verbo é tipo um quebra-cabeça maluco! Imagine um camaleão de três cabeças:

1. TEMPO: Cada cabeça representa um tempo – passado, presente e futuro. Mas não para por aí, não! Tem passado perfeito, pretérito imperfeito, futuro do presente, futuro do pretérito... É tanta coisa que meu cérebro quase funde! Tipo, tentar entender a receita da minha avó, que só fala em "um tantinho" e "mais ou menos". Acho que nem ela sabe ao certo.

2. MODO: Aí vem a segunda parte da maluquice: O MODO! É como se cada cabeça do camaleão tivesse um humor diferente. Indicativo, pra fatos reais, tipo "Eu como pizza". Subjuntivo, pra desejos e possibilidades, "Tomara que chova pizza!". E imperativo, pra ordens, "Coma essa pizza AGORA!". Meu Deus, que trabalheira!

3. VOZ: A terceira, e não menos importante, cabeça é a VOZ! Ativa, passiva e reflexiva. Ativa é o normal, tipo "Eu como pizza". Passiva é a pizza sendo comida, "A pizza foi comida por mim". Reflexiva... bem, "Eu me enchi de pizza"! Aí sim, hein? Eu, pessoalmente, uso muito essa última.

Resumo da ópera: é um sistema infernal, mas necessário pra gente se comunicar sem parecer um ET. Se você acha que entendeu, provavelmente você só está começando a entender a ponta do iceberg, tipo eu que ainda me perco nos tempos compostos. Mas, hey, pelo menos a pizza é universal, né?

Como identificar o verbo nas orações?

Para desvendar o verbo numa oração, a flexão é a chave mestra. Flexione o termo; se mudar, bingo, é verbo!

  • Tempo: Passado, presente, futuro... o verbo adora viajar no tempo.
  • Modo: Indicativo (certeza), subjuntivo (hipótese), imperativo (ordem)... o verbo se adapta ao tom da conversa.
  • Número: Singular ou plural, o verbo acompanha o sujeito.
  • Pessoa: Eu, tu, ele... o verbo se conjuga para cada um de nós.

Nem todo verbo é ação. Alguns expressam estado ("ser", "estar"), outros, fenômenos naturais ("chover", "ventar") e há até os que indicam ocorrência ("acontecer").

Eis a beleza da língua: nem tudo é preto no branco. Às vezes, o verbo se esconde, mas a flexão sempre o denuncia. Afinal, como já dizia um velho sábio, "a linguagem é o mapa da alma". E o verbo, sem dúvida, é um dos seus pontos cardeais.

Como conjugar corretamente o verbo?

Ai, meu Deus, conjugar verbos… Que saco! Lembrei daquela prova de português do ano passado, quase infartei! Pretérito imperfeito, essa palavra me assombra ainda. Tinha que decorar um monte de coisa, tipo:

  • Eu falava
  • Tu falavas
  • Ele falava
  • Nós falávamos
  • Vós faláveis (aff, esse "vós" ninguém usa mais!)
  • Eles falavam

Ah, e a origem do verbo, né? Tinha que ir lá no dicionário, achar a raiz… chato pra caramba! Mario, sei lá o que é isso, nunca ouvi falar. Será que é algum método novo? Preciso procurar isso na internet.

Verbos defectivos, esses são os piores! Faltam conjugações, parece que tão zoando com a nossa cara, sabe? Já me vi numa fria tentando conjugar um desses em alguma redação. E aqueles verbos impessoais, tipo "fazer", "haver", que só existem na terceira pessoa do singular... Meu Deus, que confusão!

Identificar a origem do verbo é fundamental, mas meu método é mais… prático. Eu uso o Google tradutor, coloco o verbo em inglês e ele me dá a conjugação em português. Me ajuda muito, na correria. Mas se for prova, aí lascou, né? Tenho que estudar mesmo.

E essa de padronizar o pretérito imperfeito... É complicado, mas preciso treinar mais. Estou pensando em baixar um app de exercícios de português. Qualquer coisa, ano que vem tem vestibular, preciso me ligar! Queria um método mais fácil, tipo um atalho mágico… talvez o "M.A.R.I.O" seja isso? Preciso pesquisar! Preciso de um café!