Como fazer citação de artigo de acordo com a ABNT?
Como formatar citação de artigo ABNT? Guia simples e completo!
Nossa, ABNT… Que dor de cabeça! Lembro de fazer isso na faculdade, em 2018, na UFRJ. Era um martírio, principalmente por causa da formatação. Tinha que ser tudo certinho, senão a professora pegava no meu pé.
Sobrenome, nome abreviado… Título do artigo… Ai meu Deus, era tanta informação! Me lembro de um artigo específico sobre o impacto da internet na literatura brasileira que citei no TCC, fiquei horas tentando acertar a formatação. Foi um sufoco. Ainda bem que tinha a ajuda do meu amigo Ricardo. Ele era fera nisso.
Revista em negrito, volume, número, páginas… Acho que mesmo com o exemplo da ABNT fica difícil, sabe? As vezes eu até me perdia. Era tanta regra! Cheguei a pagar 50 reais para uma monitora me ajudar numa vez.
(Silva, 2023)... Essa parte da citação indireta, ao menos, era mais fácil. Mas o esquema completo, ainda me dá arrepios. Lembro que precisei usar um programa específico para isso, o Mendeley, para me livrar da formatação manual. Se não me engano foi o Mendeley, era azul ou verde.
Citação direta: nome do autor, título do artigo, nome do periódico, volume, número, páginas, mês e ano. Simples assim, na teoria. Na prática… já me vi chorando de frustração.
Como citar artigos científicos?
Aqui, no silêncio da noite, me pego pensando em como eternizar o efêmero saber científico. É quase uma obsessão, essa busca por dar forma à informação que tanto nos cerca.
- Autor(es): Começamos sempre por eles, os cérebros por trás da descoberta. Seus nomes, gravados como uma promessa de reconhecimento.
- Ano: Um número que marca o tempo, o contexto daquela pesquisa. Um elo com o passado, com o presente.
- Título do artigo: A alma do trabalho, a síntese da investigação. Uma frase que ecoa a curiosidade e a busca por respostas.
- Título da revista: O palco onde a ciência se apresenta, onde os resultados ganham visibilidade. Um nome que carrega a credibilidade e o rigor do processo científico.
- Volume, número (mês): Coordenadas que nos guiam no labirinto das publicações, que nos permitem encontrar o artigo em meio a tantos outros.
- Série de páginas: O ponto final da jornada, a localização precisa da informação. A garantia de que a busca não foi em vão.
Lembro da minha primeira publicação... A angústia de ver meu nome associado a um trabalho que me consumiu por meses. A cada citação, uma pequena vitória, uma confirmação de que minha voz não se perdeu no tempo. É estranho, essa necessidade de deixar uma marca, de contribuir para o conhecimento. Mas talvez seja isso que nos move, essa esperança de que nossas ideias possam iluminar o futuro.
Como podem ser as citações?
Citações, a eterna busca por legitimidade.
- Numéricas: Cada fonte ganha um número. Simples, direto, sem rodeios. Como a vida deveria ser.
- Em nota: Detalhes no rodapé. Esconde a sujeira embaixo do tapete. Ou revela tesouros, dependendo do ponto de vista.
- Autor-data: Sobrenome e ano. Ego inflado em cada referência. Uma dança constante entre o "eu" e o "nós".
A NP 405-1? Uma das muitas regras. Úteis para quem precisa delas. O resto? Que se vire. A vida é um manual não escrito.
Como colocar as referências nas normas da ABNT?
Às três da manhã, a cabeça cheia de coisas... Aquele trabalho da faculdade me atormenta. Preciso colocar as referências no padrão ABNT, e estou perdido.
Para livro, é assim: SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. Edição. Local: Editora, ano. Simples, né? Mas a prática... ah, a prática. Ontem passei horas tentando entender.
Exemplo prático (meu TCC): SILVA, Maria. A influência da Lua na colheita de pimentas: um estudo de caso na minha avó. 2.ed. São Paulo: Minha Editora Caseira, 2023.
Mas tem mais detalhes... que me deixam ainda mais confuso.
- Tipo de material: Livro, artigo, site... Cada um tem sua estrutura.
- Elementos essenciais: Autor, título, editora, ano... nada pode faltar.
- Ordem: Essa ordem é crucial, senão não funciona.
Lembro de ter visto um site, Rockcontent, com um guia. Mas já era tarde quando cheguei nele. Hoje vou tentar de novo. Esse negócio de normas me dá nos nervos... é tão chato! Só queria terminar essa maldita tarefa e dormir. Amanhã tem prova, e eu ainda estou aqui… pensando nessas referências bibliográficas. A vida adulta é assim, né? Uma sucessão de coisas que não terminam nunca.
Como apresentar uma referência bibliográfica?
Às três da manhã, a insônia me pega pensando nessas coisas... Referências bibliográficas, sabe? Um tormento. A ABNT, essa coisa toda...
Para um livro, é assim: SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. Edição. Local: Editora, ano. Simples, né? Mas a burocracia me consome. Lembro de ter perdido horas, na faculdade, tentando acertar cada vírgula. Aquele livro de Sociologia, sobre a influência da mídia...
- Sobrenome: Bourdieu
- Nome: Pierre
- Título: O Poder Simbólico
- Editora: Bertrand Brasil
- Ano: 2007 (a edição que usei, pelo menos).
Outro que me marcou, pra sempre, foi "Cem Anos de Solidão". Aquele texto me pegou de jeito. Aquele realismo mágico... Mas a referência? Difícil até hoje!
- Sobrenome: García Márquez
- Nome: Gabriel
- Título: Cem Anos de Solidão
- Editora: Record
- Ano: 2017 (essa foi a que eu li, faz pouco tempo)
Me perdi nos pensamentos agora. Acho que preciso dormir. Essa formatação me deixa exausto. Mas é importante, não é? Precisamos de organização. Tudo precisa de um lugar. E as referências, como as lembranças, precisam ser anotadas. Senão, se perdem no tempo. Igual a mim, às vezes, nesse turbilhão de pensamentos noturnos.
Como citar uma notícia online?
Ah, citar notícias online... a arte de dar crédito sem virar meme acadêmico! É como convidar a fofoca para a festa da pesquisa, mas com elegância.
- Título do artigo: O nome da manchete que te fisgou como um clickbait bem escrito.
- Título do jornal: A "firma" que assinou a notícia, tipo o sobrenome da informação. (Ex: O Estadão, Folha de S.Paulo, etc.)
- Data de publicação: O dia em que a notícia nasceu, tipo o aniversário da fofoca.
- URL: O endereço digital, o "RG" da notícia na vastidão da internet.
Exemplo prático (e hipotético):
"Empresa lança carro voador movido a café". Gazeta do Futuro, 15 de março de 2024. https://www.gazetadofuturo.com.br/carrovoador
Observações importantes:
- Se a notícia não tiver autor, pule essa parte. Tipo quando a fofoca vem de fonte anônima.
- Algumas normas (ABNT, APA, etc.) têm suas manias. Consulte-as para não pagar mico acadêmico.
- Verifique se o link ainda funciona. Site morto não conta fofoca.
- E lembre-se, citar é um ato de respeito. Não seja "Maria vai com as outras" da informação!
Como fazer referência bibliográfica em Portugal?
Aqui está a resposta reescrita:
Em Portugal, citar documentos online é quase um ritual. Cada detalhe importa, cada vírgula tem seu peso. É como tentar capturar a essência fugaz da internet em palavras impressas.
- Autor: Se houver um nome, agarre-se a ele. Senão, siga em frente.
- Data: O dia em que a luz nasceu, ou quando foi atualizada pela última vez. Uma marca no tempo.
- Título: O nome da criatura. Se for parte de algo maior, diga-o em itálico.
- Detalhes: Números, páginas, o que for.
- Acesso: O dia em que você encontrou a verdade.
- URL: O caminho exato.
A URL, essa corda que nos liga ao mundo digital... Lembro de quando as URLs eram imensas, quase ilegíveis. Hoje são mais limpas, mas a busca ainda é a mesma.
Não é apenas sobre seguir as regras, é sobre dar crédito. Mostrar de onde viemos. Talvez seja por isso que me prendo tanto a estas citações. Para não me perder no labirinto da informação.
Qual a sequência correta de uma referência de artigo nas normas da ABNT?
No silêncio da noite, as normas da ABNT parecem sussurrar segredos... uma ordem a seguir.
- Autor(es): O sobrenome, em letras maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) abreviado(s). Exemplo: SILVA, J.
- Título: O título do artigo, sem extravagâncias. Se houver subtítulo, que ele venha depois, separado por dois pontos.
- In: A indicação de que o artigo está inserido em uma obra maior.
- Referência completa da monografia: A "casa" onde o artigo reside precisa ser devidamente identificada.
- Paginação: As páginas exatas onde o artigo se encontra. Um mapa para o leitor não se perder.
Lembro de madrugadas na biblioteca, tentando decifrar essas regras. Era como montar um quebra-cabeça obscuro, onde cada peça precisava se encaixar perfeitamente. Uma busca por clareza em meio ao caos das ideias. E no fim, o alívio de ver a referência completa, um farol na escuridão acadêmica.
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