Como ficou o uso do hífen?

50 visualizações
Hífen: Uso Atual Via de regra, usa-se hífen quando prefixo ou falso prefixo termina em vogal e a palavra seguinte começa com a mesma vogal. Exceção: Não se usa hífen com os prefixos átonos co-, pre-, re- e pro-. Exemplos: coordenar, preestabelecer, reler e propor.
Comentário 0 curtidas

Uso do hífen: novas regras e exemplos?

Ah, o hífen... Que novela! Lembro que na escola, a gente sofria horrores com essas regras. Parece que mudava tudo a cada ano! Tipo, eu escrevia "micro-ondas" e no ano seguinte já era "microondas". Que loucura!

Uma coisa que "grudou" na minha cabeça é a história da vogal igual. Tipo, "anti-inflamatório". Sacou? Vogal no final do "anti" e vogal no começo do "inflamatório". Hífen neles! Mas aí vinham as exceções...

Os prefixos "co-", "pre-", "re-" e "pro-", esses safadinhos, não querem saber de hífen, mesmo com vogais iguais. Então "coordenar" e "reescrever" ficam juntinhos. Uma vez, numa prova de português valendo uns bons pontos, eu "esqueci" dessa regrinha e perdi nota boba. ????

É engraçado como algumas coisas a gente nunca esquece, né? Tipo, essa do hífen com vogais iguais e as exceções dos prefixos "co-", "pre-", "re-" e "pro-". Virou tipo um mantra! ????

Informações rápidas sobre o hífen:

  • Regra geral: Hífen quando prefixo/falso prefixo termina em vogal e a palavra seguinte começa com a mesma vogal.
  • Exceção: "co-", "pre-", "re-" e "pro-" não usam hífen, mesmo com vogais iguais.
  • Exemplos com hífen: anti-inflamatório, micro-ondas (antes da nova ortografia).
  • Exemplos sem hífen (com os prefixos): coordenar, reescrever, propor, preestabelecer.

Como usar o hífen corretamente?

Ah, o hífen! Essa vírgula travessa que adora se intrometer em nossas palavras, não é? Parece uma daquelas amigas que, apesar de bem-intencionadas, às vezes complicam a festa. Mas calma, que não é bicho de sete cabeças!

Regra de ouro (ou quase): Ele entra em cena nas palavras compostas sem conjunção, tipo "arco-íris" – uma bela união cromática, aliás. Já nas compostas com conjunção ("pé de moleque", delícia!), ele some como mágica. Imagine o hífen como um cupido: só aparece quando precisa unir elementos sem ajuda externa.

E os prefixos? Essa é a parte que me deixa com a sensação de estar decifrando hieróglifos asteca. Mas vamos lá:

  • Prefixos terminados em vogal + palavra iniciada em vogal: Hífen no meio, tipo "auto-escola" (ainda bem que não inventei uma "auto-estrada"!).
  • Prefixos terminados em consoante + palavra iniciada em consoante: Geralmente, nenhum hífen. Exemplo: "supermercado". A vida seria muito mais simples se todos seguissem essa regra, não?
  • Prefixos terminados em vogal + palavra iniciada por consoante: Normalmente sem hífen também, como em "contra-ataque". Mas, atenção! Existem exceções! É só prestar atenção ao som.
  • Exceções são a regra! Sim, porque a língua portuguesa adora nos pregar peças. Palavras como "pré-escola" e "pós-graduação" são exemplos clássicos. Já me vi numa situação constrangedora escrevendo "pósgraduação" numa carta de recomendação, quase comprometi a carreira de um aluno meu. O meu corretor ortográfico quase me matou.

Resumo da ópera: Não existe fórmula mágica. O melhor é consultar um bom dicionário ou gramática. Afinal, a língua portuguesa é um eterno jogo de gato e rato, e o hífen é só mais um de seus desafios. Mas olha, depois de uns bons anos trabalhando com isso, aprendi uma coisa: às vezes, o melhor a fazer é improvisar. Até porque, na hora do vamos-ver, ninguém vai te julgar por causa de um hífen extra. A não ser que você esteja escrevendo um artigo científico. Nesse caso, boa sorte!

Quando é que podemos usar o hífen?

Meu Deus, essa dúvida me pegou de surpresa! Parece que todo mundo tem essa dúvida, tipo, a senha do Wi-Fi da vizinhança! Mas vamos lá, que eu tô quase tão perdido quanto vocês.

Quando usar o hífen? É simples, tipo escolher entre pizza de calabresa e chocolate: depende do seu gosto... digo, da regra!

  • Palavras compostas sem elemento de ligação: É o caso do arco-íris, que é lindo, tipo um unicórnio vomitando glitter. Aí você junta as palavras, sem preposição, conjunção, nada. Tipo, põe o hífen ali pra separar as belezinhas. Outros exemplos? Bem-vindo, guarda-chuva (que eu preciso agora, tá chovendo canivete aqui!), etc.

  • Palavras compostas com elemento de ligação: Já aqui a coisa muda de figura, vira um samba no escuro. A gente usa preposições (de, a, em, etc) ou conjunções (e, mas, que, etc). Ex: pé-de-moleque (delícia!), obra-prima (se a minha vida fosse uma obra-prima, estaria no Louvre!). Aqui, esquece o hífen, meu amigo! Vai ser uma guerra se você insistir!

Mas espera aí, tem mais! A nova regra de 2016 (ou será que foi 2015? Meu cérebro é um buraco negro de informações!) mexeu um pouco com as coisas. Ficou tudo mais complicado que a receita do bolo da minha avó. Então... boa sorte, use um dicionário ou algo assim. Minha memória falha como a internet aqui em casa.

  • Observação crucial: Se você tiver dúvida, meu conselho é: chuta! Brincadeira, use um dicionário online ou um corretor ortográfico, não faz milagre mas ajuda a sobreviver aos desastres ortográficos. E lembre-se, a internet está aí para salvar sua pele (e sua ortografia)!

Quando usar hífen no verbo?

Ainda lembro da aula de português na 7ª série. Dona Clotilde, uma figura! Explicação sobre hífen era um show à parte. Lembro dela gesticulando, óculos pendurados na ponta do nariz.

Hífen em verbo com prefixo? Moleza! Se o prefixo termina com a mesma letra que o verbo começa, gruda um hífen ali, sem dó. Tipo, re-editar.

  • Exemplo: re-eleger (re + eleger)
  • Exemplo: sobre-erguer (sobre + erguer)

Agora, se o verbo começa com outra letra, junta tudo, sem medo de errar. Pré-datar vira predatar. Sem mistério.

  • Exemplo: prever (pre + ver)
  • Exemplo: inserir (in + ser)

Dona Clotilde dizia que era pra facilitar a leitura, pra não embolar tudo. Sei lá, pra mim embolava mais ter que lembrar da regra. Mas, né, regras são regras. O importante é não dar branco na hora de escrever! Hoje, ainda consulto rapidinho pra ter certeza, vai que a memória falha.