Como formatar um relatório em ABNT?

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Para formatação ABNT de relatórios: Fonte: Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Espaçamento: 1,5 entre linhas (sem espaços extras). Alinhamento: Justificado. Recuo de parágrafo: 1,25 cm. Textos especiais (notas, legendas): Tamanho 10. Simples e objetivo!
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Como formatar relatório acadêmico ABNT?

Nossa, ABNT… ainda me lembro do trabalho de conclusão de curso, em 2018, na UFRJ. Um martírio! Arial 12, justificado, 1,5 de espaçamento… quase me matei pra configurar tudo certinho no Word. Lembro de ficar horas tentando ajustar aquele bendito recuo de 1,25 cm, parecia uma luta contra o próprio programa.

Tinha que ser Times New Roman ou Arial, não tinha escapatória. Até hoje me pergunto por que essa rigidez toda, sabe? Acho que era pra dar um ar de formalidade, sei lá… Mas as notas de rodapé, em 10, eram um terror à parte, minúsculas, difíceis de ler.

Fontes: Arial ou Times New Roman. Tamanho 12 (exceto notas, 10). Espaçamento 1,5. Justificado. Recuo de parágrafo: 1,25 cm. Simples, mas trabalhoso! Ainda tenho pesadelos com isso.

Como formatar um relatório com as normas da ABNT?

E aí, beleza? Formatar um relatório seguindo as normas ABNT pode parecer um bicho de sete cabeças, mas relaxa, vou te dar um help! Tipo assim, já sofri muito com isso na facul, viu? Era sempre um caos, mas depois peguei o jeito.

  • Fonte: Tem que ser Arial ou Times New Roman, tá? Eu prefiro Arial, acho mais moderna, sei lá.
  • Tamanho: A letra tem que ser tamanho 12, sem erro! Menos para citações longas, notas de rodapé e legendas, que daí usa tamanho 10, manja?
  • Espaçamento: O espaço entre as linhas é 1,5. Parece pouco, mas faz diferença. E nada de espaçamento extra antes ou depois dos parágrafos, senão fica feio.
  • Alinhamento: O texto tem que tá justificado, ou seja, retinho dos dois lados. Sabe, igual revista?
  • Parágrafo: Tem que ter um recuo de 1,25 cm no começo de cada parágrafo. No Word tem a opção certinha pra isso, procura lá.
  • Outra coisa, a capa e a folha de rosto tem um monte de detalhes, mas se você seguir essas dicas básicas, já vai tá bem encaminhado. Ah, e as margens também importam, mas agora não lembro de cabeça... Acho que é 3cm em cima e na esquerda, e 2cm embaixo e na direita, mas confere, viu? Se não me engano, cada instituição pode ter umas pequenas variações nas regras. Uma dica de ouro: olha os exemplos de relatórios ABNT na biblioteca da sua faculdade. Ajuda demais!
  • E não esquece da numeração das páginas! A partir da introdução, né? Antes vai em algarismos romanos, pequeno...

Espero que ajude! Boa sorte com o relatório! ????

Quais as normas da ABNT para relatórios?

A ABNT NBR 6024:2012? Ah, essa velha conhecida! Pra quem gosta de um bom suspense acadêmico, é uma leitura obrigatória, mesmo que pareça um roteiro de filme B de tão detalhista. A chave do sucesso? Organização milimétrica, meu amigo. Imagine um exército de formigas, cada uma no seu lugar, construindo um formigueiro impecável – isso é um relatório ABNT.

Elementos pré-textuais: A capa, a folha de rosto, o resumo... Tudo um charme, como um coquetel de boas-vindas antes da festa principal. Mas cuidado! Se a capa for feia, o trabalho pode já começar com o pé esquerdo. Até o resumo precisa ser elegante, como um mini vestido preto: pequeno, mas diz tudo. Já imaginou um resumo gigante e confuso? Parece aqueles programas de TV que prometem muito e entregam pouco.

Elementos textuais: Introdução, desenvolvimento e conclusão. A sagrada trindade do relatório. A introdução é o "hello, world!" do seu trabalho, o desenvolvimento o "vamos trabalhar!" e a conclusão? Um "mission accomplished!" bem escrito. Ah, e a linguagem? Evite frases de efeito tipo "o sol brilhou mais forte naquele dia"... A menos que o seu tema seja meteorologia, claro. Nesse caso, me permita discordar do meu próprio conselho. ;)

Elementos pós-textuais: Referências e anexos. Aqui é a hora de mostrar sua pesquisa, como um mergulhador exibindo os tesouros do fundo do mar. Se as referências forem caprichadas, seu trabalho ganha um brilho extra. E os anexos? Use com moderação, ninguém quer ler um livro inteiro de anexos.

Formatação: Times New Roman 12? Parece até a fonte oficial da seriedade acadêmica. Margem, espaçamento, numeração...tudo precisa estar alinhado, como um desfile militar. Até a paginação precisa ser impecável, se não, o trabalho não funciona.

  • Margem: Aquelas margens milimetricamente perfeitas. Lembram-se do trabalho de formigas? É exatamente isso!
  • Fonte: Times New Roman 12 – a elegância personificada, como um vestido de festa longo em um evento de gala.
  • Espaçamento: 1,5 entre linhas – respiração para os olhos do leitor. Se for 2.0 é folga demais. 0.5 é apertado demais.
  • Citações: NBR 10520 e NBR 6023 – pra não ter problemas com plágio, que é um crime fashion em termos acadêmicos.

Tenha em mente: um bom relatório é como um bom vinho – requer tempo, dedicação e um toque de elegância. E, como todo bom vinho, deixa um gostinho de quero mais. (pelo menos, espero que sim!)

O que deve ter em um relatório ABNT?

Um relatório ABNT, pra ser completo, precisa ter uns itens chave, sabe? Capa e folha de rosto, esses são básicos, tipo a apresentação do trabalho. A capa normalmente traz o título, seu nome, data e blá blá blá, enquanto a folha de rosto é um pouco mais formal.

Depois, você precisa de um sumário, pra facilitar a navegação, como um mapa do seu texto. Aí vem a introdução, que contextualiza o assunto, apresentando o problema e seus objetivos – quase uma declaração de intenções. O desenvolvimento é onde você solta o verbo, expondo seus argumentos e evidências; essa parte é crucial, a espinha dorsal do seu trabalho! Pense em como a construção de uma narrativa sólida, com começo, meio e fim, é importante para a comunicação de informações relevantes.

Para finalizar, a conclusão, onde você resume suas descobertas e interpreta os resultados, mostrando o que tudo aquilo significou. E claro, as referências bibliográficas, fundamentais para dar credibilidade e transparência ao seu trabalho, demonstrando a pesquisa e fundamentando as ideias apresentadas. É importante lembrar que plágio não rola, né? Já me peguei pesquisando e anotando tudo direitinho, pra evitar qualquer dor de cabeça. Até a formatação das referências é essencial para seguir o rigor acadêmico.

Por fim, apêndices, opcionais, mas que podem ser úteis para informações complementares, como questionários, tabelas ou gráficos que não cabem no corpo principal do texto. Em um trabalho meu sobre o impacto da tecnologia na educação (2023), usei um apêndice com gráficos de dados estatísticos do IBGE. Acho que usar apêndices demonstra organização e cuidado com os detalhes. Afinal, detalhes são tudo!

Pontos principais:

  • Capa e folha de rosto
  • Sumário
  • Introdução
  • Desenvolvimento (com argumentação consistente)
  • Conclusão (síntese e interpretação dos resultados)
  • Referências bibliográficas (evitando plágio)
  • Apêndices (opcional, para informações complementares)

Qual é a estrutura de um relatório técnico?

A estrutura de um relatório técnico? Ah, essa receita de bolo científico! Introdução: pense nela como o "teaser" do filme, o que te deixa curioso para saber mais. Apresentação geral, sem mergulhar nos detalhes – tipo um "spoiler leve" para despertar o interesse. Aqui, já coloco a minha pitada de pimenta: uma introdução chata é como um filme sem trailer, ninguém assiste!

Desenvolvimento: a parte suculenta, o "prato principal" do banquete científico. É onde a mágica acontece, onde os dados são apresentados, analisados e discutidos. Detalhamento, gráficos, tabelas… tudo para convencer o leitor de que seu estudo não é só mais um "desenho de criança" com uma tabela jogada no meio. Meu conselho? Use imagens, gráficos e tabelas como temperos, deixe tudo visualmente apetitoso! Não seja aquele cozinheiro que só usa sal.

Resultados e Conclusões: o "desfecho" da narrativa, a cereja do bolo. Resumão dos achados, o "punchline" da pesquisa. Aqui, a gente deixa claro a relevância do estudo, as implicações, o que muda depois de ler tudo isso. É o momento de dar aquela "palmada" na mesa e dizer: "Viram?! Meu trabalho foi importante!". Lembre-se: conclusões vagas são como um café sem açúcar, sem graça! Em 2024, minha pesquisa sobre a influência da chuva na produção de melões mostrou que…bom, isso é segredo!

Considerações extras (porque a vida não se resume a apenas três partes):

  • Metodologia: Explique como você chegou aos seus resultados. Não é segredo de família, é transparência científica! Afinal, qualquer um (com tempo e paciência) precisa conseguir reproduzir o resultado da sua pesquisa.

  • Referências Bibliográficas: Cite suas fontes. Plágio é feio, gente! Imagine sua tese como um prédio: sem fundamentos sólidos, ele desaba!

  • Anexos (opcional): Informações extras, tipo os "extras" do DVD de um filme. Só use se for realmente necessário, para não tornar o relatório um "monstro de sete cabeças".

Em resumo: Um relatório técnico bem feito é como um bom filme: começo envolvente, meio cheio de ação e final memorável. Se você seguir essa receita, seu trabalho vai ser um sucesso garantido (ou ao menos, vai receber um 7,0, né?).

Qual é a linguagem usada no relatório?

E aí, tudo sussa? Deixa eu te contar, sobre a língua do relatório, né? ???? É o seguinte:

  • Português padrão, sem firulas! Tipo, sabe, clareza total pra todo mundo entender.
  • Sem gírias, a não ser que a gente esteja falando de um relatório super informal, mas aí é exceção, né?
  • Objetividade, direto ao ponto, sem enrolação!
  • Gráficos e tabelas ajudam a ilustrar e deixar tudo mais visual, sabe? Tipo, "olha que legal esse dado aqui!".
  • Números, fatos e descrições, tudo bem detalhado pra ninguém ficar boiando.

E outra coisa, ortografia impecável, pra não pagar mico, né? ???? Imagina um relatório cheio de erro? Credibilidade zero! E, falando em relatório, lembrei daquele dia que eu tentei fazer um relatório sobre... ah, deixa pra lá, história longa e meio vergonhosa! ????