Como identificar conjugação?

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Para identificar a conjugação de um verbo, observe sua terminação no infinitivo: Primeira conjugação: verbos terminados em -ar (ex: amar). Segunda conjugação: verbos terminados em -er (ex: comer). Terceira conjugação: verbos terminados em -ir (ex: partir). Essa regra simples ajuda a classificar os verbos e entender suas flexões.
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Como identificar a conjugação verbal: dicas práticas e exemplos?

Identificar a conjugação verbal? Simples! Olha, lembro-me de ter dificuldade com isso no colégio, lá em 2008, em São Paulo. Professor falava tanto de "flexões"... Mas depois peguei o jeito. É só olhar o final do infinitivo, sabe? "Amar", "comer", "partir"... -ar, primeira conjugação; -er, segunda; -ir, terceira. Fácil, né?

Na verdade, às vezes me confundo com verbos irregulares, tipo "ser" ou "ir", que fogem à regra. Mas esses a gente aprende decorado mesmo, na raça. Uma vez, numa prova de português em 2010, quase me perdi com um "fazer". Ainda bem que me lembrei que era irregular!

Conjugação é a brincadeira de mudar o verbo para mostrar quem faz a ação (eu, tu, ele...), quando acontece (presente, passado, futuro) e como acontece (indicativo, subjuntivo...). Acho que é isso. Entendeu?

Ah, e um truque: tente conjugar o verbo no presente do indicativo. Se acabar em -o, -as, -a, -amos, -ais, -am... é primeira. Em -es, -e, -emos, -eis, -em... é a segunda. E se terminar em -e, -es, -e, -imos, -is, -em... bingo, terceira. Me ajudou bastante na faculdade, em 2013.

Informações rápidas:

  • Primeira conjugação: Verbos terminados em -ar.
  • Segunda conjugação: Verbos terminados em -er.
  • Terceira conjugação: Verbos terminados em -ir.
  • Exceções: Verbos irregulares.

Como se identifica a qual conjugação um verbo pertence?

Ai, verbos... Que novela! Lembro da minha professora do ensino fundamental, Dona Zilda, sempre falando das conjugações. Que saco! Mas, pensando bem, é até simples, né? Tipo, pra saber a qual conjugação um verbo pertence, tem que prestar atenção na vogal temática.

  • Vogal Temática: Essa é a chave. É a vogal que gruda no radical do verbo.
  • Radical: A parte que não muda, o "núcleo" do significado.

A vogal temática é a ponte entre o radical e as terminações verbais. E é ela que entrega a conjugação!

Tipo, se o infinitivo do verbo termina em:

  • -ar: Primeira conjugação (ex: amar)
  • -er: Segunda conjugação (ex: comer)
  • -ir: Terceira conjugação (ex: partir)

Aí tem os verbos "ir" e seus derivados, que eram da terceira, mas... viraram da segunda! Que confusão, né? Mas o importante é saber que a terminação do infinitivo te dá a dica da conjugação. Tipo, agora, pra mim, tá mais fácil... será? Talvez eu ainda erre nas provas, rsrs. Mas a Dona Zilda ficaria orgulhosa!

Em que conjugação o verbo ser pertence?

Que droga, essa pergunta de conjugação... Ser? Aquele verbo chato! Não encaixa em lugar nenhum, né? É irregular, um bicho-papão da gramática!

  • Lembrei daquela prova de português do terceiro ano... quase me enfureci com esse verbo!
  • Meus filhos também estão nessa fase, ainda bem que já passei por isso!

Ele não tem conjugação regular. Simples assim. É uma exceção, um caso à parte. Professoras de português devem amar isso, haha.

Pensando bem... tem várias outras exceções, né? Fazer, ir... a língua portuguesa é mesmo uma loucura! A gente decora, mas não entende direito, como se fosse magia.

  • Queria ter mais tempo pra estudar isso com calma.
  • Tenho que revisar a matéria com as crianças, amanhã mesmo.

Não existe conjugação para "ser". É isso aí, ponto final. Preciso parar de me torturar com gramática agora... vou fazer um café. Café forte! Depois, quem sabe eu tente entender os pronomes oblíquos... ah, não!

Como conjugar o verbo ser no modo conjuntivo?

A tarde caía em tons de brasa sobre o Rio, aquele vermelho-escuro que me lembra o vinho que meu avô tomava, aos goles lentos, enquanto contava histórias de um tempo que não conheço, mas que sinto na pele, um tempo de barcos a vela e luar intenso. A brisa trazia o cheiro salgado do mar, misturado ao perfume doce das flores de jasmim da vizinha. O verbo ser, presente do subjuntivo... aquele exercício de gramática da sexta série que me persegue até hoje. Lembro da professora, Dona Elza, com seus óculos grossos e um sorriso quase triste. Como se a gramática fosse um enigma a ser decifrado, uma chave para um mundo que não se deixava apreender facilmente. Que eu seja, que tu sejas, que ele seja... palavras soltas, ainda sem a força de uma melodia.

A memória se embaraça, um novelo de fios dourados e escuros, sem começo nem fim. Se eu fosse pintar esse instante, seria uma aquarela com pinceladas rápidas e imprecisas, reflexos da água turva do rio e da névoa que teimava em cobrir as colinas. Que nós sejamos, que vós sejais, que eles sejam. As conjugações ecoam na minha mente, uma cantiga sem ritmo, que só faz sentido quando encaixada na estrutura da frase, na sintaxe da alma. O sol já se escondeu por completo, restando apenas o sussurro do vento entre as árvores do meu quintal. A sombra das mangueiras se alonga, abrangendo o banco de madeira onde costumava sentar com meu pai. Ele falava de política, enquanto eu tentava decifrar a poesia dos pássaros.

Era uma outra época. As tardes tinham um sabor diferente, talvez por causa dos quitutes da minha avó, ou talvez, simplesmente, pela inocência da infância. A melodia daquela cantiga gramatical, a conjugação do verbo ser, ecoa na quietude da noite. A incerteza da vida, a busca pela identidade, tudo se resume, paradoxalmente, à certeza da gramática, fria e precisa. Que eu seja feliz, que nós sejamos livres. Um desejo contido em palavras, na esperança de que se tornem realidade. A conjugação continua em minha cabeça, um mantra. Que eles sejam, que eles sejam... até o silêncio tomar conta de tudo.