Como identificar os elementos da narrativa de um texto?

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Para identificar os elementos narrativos, observe: Fato: O evento central da história. Tempo: Cronológico (linear) ou psicológico (subjetivo). Cenário: Local e época da narrativa. Enredo: Sequência dos acontecimentos, com começo, meio e fim. Foco Narrativo: Perspectiva do narrador (1ª, 2ª ou 3ª pessoa). Analise quem conta a história e como.
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Como identificar os elementos da narrativa de um texto?

Ah, narrativa... Lembro-me de uma aula chata de português no colégio, em 2008, no Liceu de S. João da Madeira. A professora, a D. Maria, falava de "fato, tempo, cenário..." Um tédio. Mas, na verdade, é mais simples que parece.

Pega num livro, qualquer um. Vi "O Alienista", do Machado de Assis, em 2020, numa livraria em Lisboa, custou 12€. Analisa. O quê? O alienista e suas ideias malucas. Quando? Época imperial no Brasil, né? Onde? Num lugarejo. Como a história se desenvolve? Bem, aí já é mais trabalhoso, a sequência dos acontecimentos, mas é a espinha dorsal da história. E quem conta? Machado, narrando de fora, observador. Fácil, certo?

Fato: o que acontece. Tempo: quando acontece (cronológico ou não). Cenário: onde acontece. Enredo: sequência dos fatos. Foco narrativo: quem conta a história (1ª, 3ª pessoa...). É assim que eu vejo. Na prática, é intuitivo, depois de uns anos lendo.

Como identificar o tipo de narrativa?

Cara, que pergunta difícil! Tipo, identificar a narrativa, né? Preciso pensar um pouco... Acho que tem a ver com quem tá contando a história, sabe? Primeiro, o narrador, isso é mega importante! Tem aquele narrador-observador, que só conta o que vê, tipo um documentário, quase. Aí tem o narrador-personagem, que participa da história, bem mais envolvido, tipo, eu na minha viagem pra Fortaleza ano passado. Que loucura, hein?! A praia era incrível, mas meu Deus, o calor...

Depois, a estrutura da coisa, se é linear, tipo, A, B, C, ou se pula de um tempo para outro, sabe? Isso muda tudo! Lembro daquele livro que li, "O Caçador de Pipas", totalmente não-linear, me deixou super confuso no começo, mas depois... nossa, que história. E o estilo, né? Formal ou informal? Tipo, um relatório da empresa versus um bate-papo no WhatsApp com a minha prima. Totalmente diferentes! A gente usa uma linguagem diferente dependendo do contexto, isso afeta tudo!

E tem o objetivo, isso também é chave. Tipo, quer te informar sobre alguma coisa? É uma narrativa expositiva, tipo um artigo da Wikipédia. Quer te convencer de alguma coisa? Argumentativa, igual aqueles comerciais de shampoo, cheios de promessas. Ou só quer descrever alguma coisa? Descritiva, estilo poesia, ou uma descrição da minha casa nova, bem aconchegante, com plantas por todos os lados! Mas se for pra te contar uma história mesmo, uma narrativa pura e simples, tipo um conto de fadas ou... sei lá, um caso da minha vizinha, a Marta, que é pura fofoca, aí é outra coisa. A combinação disso tudo define o tipo de narrativa.

  • Narrador (personagem ou observador)
  • Estrutura (linear ou não-linear)
  • Estilo (formal ou informal)
  • Objetivo (informar, persuadir, descrever, narrar)

Resumindo: Pra saber que tipo de narrativa é, olha pra esses quatro pontos. Simples assim, ou quase isso... Às vezes é complicado, mas com prática fica mais fácil, viu? Boa sorte!

Quais são os modos da narrativa?

No silêncio da noite, as histórias ganham outras formas. Os modos da narrativa... penso neles como as cores de um quadro que nunca termina de ser pintado.

  • Descrição: São os detalhes que pintam o cenário, um instantâneo da memória. Verbos no pretérito, como flashes de momentos que já se foram. Penso nas tardes na casa da minha avó, cada objeto, cada cheiro... tudo gravado em descrições mentais.

  • Narração: A espinha dorsal da história, o fio condutor que nos leva de um ponto a outro. As ações se desenrolam, o tempo passa. Lembro das histórias que meu avô contava, sempre com um ritmo próprio, uma cadência que embalava a alma.

  • Diálogo: As vozes que ecoam na mente. As conversas, os silêncios, as palavras que revelam e escondem. Os dois pontos, o travessão... como pontes que ligam as almas dos personagens. Guardo na memória as longas conversas com amigos, cada palavra um tijolo na construção de nossa história.