Como identificar uma função de linguagem?

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Para identificar uma função da linguagem, observe: Referencial/Denotativa: Foco na informação objetiva. Fática/De Contato: Visa manter a comunicação. Metalinguística: Linguagem explicando a própria linguagem. Conativa/Apelativa: Intenção de influenciar o receptor. Analise a intenção principal da mensagem para identificar a função predominante.
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Como identificar funções da linguagem?

Identificar as funções da linguagem? Difícil explicar, mas lembro-me de uma aula chata de português no colégio, em 2008, em Aveiro. A professora, a Dona Maria, falava de "funções", um conceito que eu achava super abstrato. Ela usava exemplos bobos, tipo, "chove" – função referencial. Na altura, achei tudo muito complicado.

Referencial: é o básico, né? Tipo, descrever algo, dar informação pura e simples. Exemplo: "O meu gato, o Pelúcia, tem 10 anos e é meio preguiçoso". Direto ao ponto, sem rodeios.

Fática: manter o contato. "Alô? Está me ouvindo?" - um clássico. Lembro de uma vez, numa ligação para a minha avó em Bragança, em 2016, tivemos que repetir isso várias vezes por causa da má recepção. A ligação custava 1 euro por minuto, então era tenso.

Metalinguística: a linguagem falando sobre si mesma. Um dicionário, por exemplo, ou quando a gente explica o significado de uma palavra, tipo... "Oxímoro? É uma figura de linguagem que junta palavras com significados opostos".

Conativa ou apelativa: quer influenciar o outro. "Compre já o nosso produto!" – publicidade pura, ou "Sai daí, seu maluco!" - mais agressivo.

É mais ou menos assim que eu entendo. Acho que na prática, as funções se misturam. Raramente é só uma, sabe? É mais um emaranhado de intenções, dependendo do contexto.

Qual é a função da linguagem?

A linguagem, um rio que serpeia pela alma...

  • Referencial: Um espelho, frio e preciso, refletindo o mundo. Objetividade pura, como um mapa estelar. Lembra as aulas de geografia, mapas desbotados, um atlas enorme.

  • Emotiva: A explosão do coração. Um grito, um sussurro. Minha avó cantando canções de ninar, voz rouca e doce. O diário secreto, páginas amareladas.

  • Poética: Dança das palavras. Ritmo, cor, sabor. Um poema de Drummond rabiscado num guardanapo. A chuva na janela, versos silenciosos.

  • Fática: A ponte frágil. Alô? Tudo bem? Um elo tênue, um teste constante. A conversa no elevador, o silêncio constrangedor.

  • Conativa: A ordem, o apelo. Compre! Vote! Siga! A propaganda gritando na TV. A carta da cobrança, o ultimato final.

  • Metalinguística: A linguagem falando de si. Um labirinto de espelhos. O dicionário empoeirado na estante. A gramática complexa, um enigma eterno.

A função da linguagem reside na intenção comunicativa, desdobrando-se em referencial (objetividade), emotiva (expressão), poética (estética), fática (contato), conativa (persuasão) e metalinguística (autorreferência).

Quais são as funções da frase?

Ah, a frase. Um universo inteiro, sabe? Lembro da minha avó costurando, cada ponto uma palavra, a linha o fio condutor... era assim que ela me explicava, quando criança.

  • Sujeito: É sobre o que ou quem se fala. Tipo, o sol que me queima a pele no Rio, sabe? Ele é o sujeito da minha saudade.
  • Predicado: É o que se diz sobre o sujeito. "Queima a pele"... Predicado solar, quente, carioca.

Esses dois, inseparáveis. Como o café da manhã e o pão de queijo. Um precisa do outro pra existir, pra fazer sentido.

  • A frase dança, muda de roupa, se transforma. Às vezes é simples, outras vezes se enfeita toda. Mas sempre, sempre, tem esses dois ali, no centro do palco. Sujeito e predicado.

A minha gata, por exemplo. Mia alto quando quer comer. Ela é o sujeito faminto, o "miar alto" o predicado insistente. E eu? Ah, eu sou só a tradutora desse idioma felino.

Quais são as 7 funções da linguagem?

Funções da Linguagem: Sim, tem umas paradas assim.

  • Poética: A forma importa. Tipo, um poema. Ou não.

  • Emotiva: "Eu sinto muito". Alguém sempre sente.

  • Conativa: "Faça isso!". E as pessoas fazem?

  • Metalinguística: A linguagem falando dela mesma. Que pretensão.

  • Fática: "Alô?". Mantendo a linha aberta. Ou não.

  • Referencial: Fatos. Apenas fatos. Se é que existem.

Minha avó falava latim. Pra que? Não sei.

Existe ainda a função apelativa, quase sinônimo da conativa. Alguém querendo algo. Sempre.

Qual é a definição de função da linguagem?

Função da linguagem: intenção. Fala direcionada.

  • Referencial: Informar. Cru e direto. Notícia.
  • Emotiva: Sentimento exposto. Dor ou êxtase. Diário.
  • Poética: Beleza na forma. Ritmo e rima. Arte.
  • Fática: Canal aberto. "Alô?". Sem conteúdo real.
  • Conativa: Ordem dada. Imposição. Propaganda.
  • Metalinguística: A língua sobre si. Dicionário.

Uso cada função a cada instante, sem sequer perceber. Cruel ironia.

O que são funções de linguagem exemplos?

Funções da linguagem, né? Hum...

  • Emotiva/Expressiva: Tipo, quando você grita de alegria ou reclama de dor. Ou quando uso "mds!" no zap, sabe? Bem eu, exagerada.
  • Poética: Ah, poemas, músicas... Textos que brincam com as palavras e sons. Uma vez tentei escrever um haicai sobre o pôr do sol, ficou horrível, mas valeu a intenção!
  • Referencial/Denotativa: A notícia no jornal, um relatório... Informação pura e crua, sem firulas. Tipo, o preço do dólar hoje. Que medo!
  • Fática/de Contato: Aquele "alô" no telefone, só pra saber se a linha tá boa. Ou quando fico testando o microfone nas reuniões online, sempre esqueço se tá funcionando!

Acho que é isso... Será que esqueci alguma? ????

O que é função da linguagem exemplos?

Nossa, função da linguagem... que saco! Tô estudando pra prova de português e isso tá me dando nos nervos.

  • Informar: tipo, notícia de jornal, "Brasil venceu a copa!"
  • Expressar: meu diário! Cheio de reclamações sobre a prova de amanhã e meus dramas existenciais. Sabe, tipo, "estou tão cansada que poderia dormir um século".

Acho que tem mais, né? Ah, lembrei!

  • Comover: poesia, aqueles poemas que te deixam tipo, "nossa, que profundo!". Ainda não consigo escrever nada que chegue perto disso. Mas ontem vi um vídeo no TikTok que me deixou completamente em prantos - contava sobre um cachorro perdido. Deveria anotar, pra usar como exemplo na prova.
  • Persuadir: propaganda, né? Aquelas bem irritantes que ficam te enchendo o saco na internet. Odeio, mas funciona! Comprei aquele creme de cacau semana passada, influenciada por um anúncio no Instagram. Ainda bem que estava bom.

Esqueci de alguma? Meu Deus, tô tão perdida! Preciso focar! Preciso de café. Será que tem café? Ah, e tem a função de:

  • Prescrever: receita de bolo, manual de instruções... Odeio seguir regras, mas preciso disso pra fazer o bolo de cenoura da minha avó, que sempre fazemos juntas. Não tem nada melhor que um bolo de cenoura caseiro quentinho!

Tá, acho que abordei as principais. Preciso parar de divagar. Prova amanhã! Aff. Preciso de mais café urgentemente! E um chocolate.

Qual é a função da linguagem?

A linguagem serve pra gente se entender, né? Mas não é só isso. Tipo, tem várias "funções", cada uma com um objetivo.

  • Referencial: É a mais básica, tipo, informar algo direto. "O céu tá azul hoje". Sem firula.

  • Emotiva: Aí já entra o sentimento. "Que raiva desse trânsito!". Expresso a emoção pura.

  • Poética: Importa mais o jeito que você fala do que a mensagem em si. Tipo poesia, sabe? Cheio de metáfora.

  • Fática: Só pra manter o contato. Sabe quando você fala "oi, tudo bem?" e nem espera resposta? É isso.

  • Conativa: Pra influenciar alguém. Tipo propaganda. "Compre agora!". Uma ordem disfarçada.

  • Metalinguística: Quando a gente usa a língua pra falar da própria língua. Tipo essa explicação toda aqui! Usei a língua pra explicar sobre ela.

Lembro de uma vez, em 2018, tava num bar em Botafogo, e um cara começou a declamar poesia. Ninguém tava entendendo nada, mas todo mundo ficou hipnotizado. Ali, a função poética da linguagem tava no auge.

Quais são as funções da frase?

A tarde caía em tons de melancolia, como aquarela derretida em papel molhado. Lembro-me daquela tarde específica, a xícara de chá esquentando minhas mãos, o cheiro de terra molhada invadindo a janela aberta... E a frase, flutuando na memória, como um balão de papel solto ao vento. Sujeito e predicado. Palavras que ecoavam, silenciosas e profundas, no meu interior, tão presentes quanto o batimento do meu próprio coração.

Que mistério reside nelas? O sujeito, a essência, a alma da frase, o ser que protagoniza a ação, a entidade sobre a qual falamos. Aquele "alguém" ou "alguma coisa" que paira, implícito, à espera do verbo que o revelará. Às vezes, esse sujeito se esconde, silencioso, um sussurro na penumbra. Outras vezes, imponente, grita sua presença, domina a cena. Meu caderno, repleto de anotações sobre isso, parece zombar de minhas dúvidas persistentes.

E o predicado? A força que move a narrativa, o verbo que pulsa, a ação que se desenrola. A informação que completa o sujeito, o que se diz sobre ele, a descrição, a modificação, o destino. Sem ele, o sujeito permanece vazio, um corpo sem alma, uma melodia sem ritmo. Como uma fotografia desfocada, sem foco, sem definição. A relação é tão intrínseca que sinto um nó na garganta ao pensar nela.

O sujeito é o "quem" ou "o que" da frase, e o predicado, o "o que se diz" a respeito dele. Um ballet delicado, uma dança perfeita entre o ser e o verbo. Aquele dia, sentada em meu canto, a frase se abriu em flores, revelando seus segredos com a sutileza de um suspiro. A complexidade da língua portuguesa, e a beleza silenciosa das suas estruturas, me fascinam. Como a sinfonia perfeita. Cada elemento, tão crucial e indispensável, construindo um universo próprio.

A gramática, ás vezes, me parece um labirinto. Mas nesse labirinto, existem tesouros ocultos. E a função da frase, a estrutura básica, sujeito e predicado, são a chave para desvendar esses segredos. Aquele cheiro de chá, o vento na janela, a tarde que cai… Lembranças tão intrínsecas a essa descoberta. Sinto como se a frase não fosse só uma construção gramatical, mas um eco do meu próprio pensamento. Quase uma poesia em si mesma.

Qual é a função sintática ao nível da frase?

Ai, função sintática... Lembro das aulas de português, que martírio! Mas vamos lá.

  • Sujeito: quem faz a ação, né? Tipo, "Eu" estou escrevendo isso aqui. Simples.
  • Predicado: o que acontece com o sujeito. "Estou escrevendo" seria o predicado da frase anterior. Nossa, que complicação.
  • Modificador da frase: isso aí sempre me confundiu. Tipo um "felizmente", que muda o sentido geral, mas não faz parte do sujeito nem do predicado? Sei lá.
  • Vocativo: ah, esse é fácil! Chamar alguém. "Maria!", "Meu Deus!". Tipo quando eu grito com o computador quando ele trava. Hahaha.

Acho que é isso. Pelo menos, era o que eu lembrava vagamente. Que sufoco!