Como montar uma redação dissertativa argumentativa?
Como montar uma redação dissertativa-argumentativa?
Cara, montar uma redação dissertativa-argumentativa? Lembro de ter sofrido com isso no terceiro ano, lá em 2018, no colégio estadual. Primeiro, a professora – a Dona Maria, uma figura – falava de contextualizar o tema. Na prática, isso significava começar com algo que prendesse a atenção, tipo uma frase impactante ou uma pergunta que instigasse o leitor. Tipo, "A tecnologia nos aproxima ou nos isola?" Funcionou numa redação sobre redes sociais, tirei nota boa.
Aí vem o desenvolvimento, a parte chata, né? Tinha que ser três parágrafos, cada um com um argumento. Na minha redação sobre o vestibular, lembrei daquela maratona de estudo no cursinho, os cadernos cheios de anotações, o cansaço… esses detalhes ajudaram a dar um toque pessoal, sabe? Argumentos bem estruturados, claro, com exemplos, nada de achismo.
Pra finalizar, a conclusão. A Dona Maria dizia que era pra resumir tudo, reforçar a tese e, se possível, lançar um olhar pro futuro. Na minha redação sobre a poluição em São Paulo (tava morando lá na época, 2018 também, perto da Paulista, era um inferno de poluição!), falei da necessidade de políticas públicas mais eficazes. Meu texto não foi brilhante, mas gostei do resultado, consegui expressar minhas ideias.
Informações curtas:
- Introdução: Apresentação do tema.
- Desenvolvimento: Argumentos com exemplos.
- Conclusão: Resumo, reforço da tese, perspectiva futura.
Quais são as fases do texto argumentativo?
Às três da manhã, esses pensamentos me assombram... A estrutura de um texto argumentativo, né? Sempre me pareceu meio… frio, sabe? Como uma receita de bolo, sem a alma. Mas vamos lá.
Introdução: É onde você joga a isca. A sua ideia principal, a tese, aquilo que você quer defender com unhas e dentes. Lembro de uma redação sobre a importância da preservação ambiental que fiz em 2023, meu ponto principal era a necessidade de políticas públicas mais eficazes. A introdução precisou ser impactante, quase desesperada, para chamar a atenção do leitor. Comecei com um dado estatístico chocante sobre a poluição dos rios perto da minha cidade.
Desenvolvimento: Aqui que a coisa pega. É a hora da luta, da argumentação propriamente dita. Precisa ser convincente, claro. Dados, exemplos, citações… tudo entra em jogo. Naquela redação de 2023, usei exemplos de projetos bem-sucedidos em outros países, e mostrei dados da péssima qualidade do ar na minha região. O método é escolher bem os argumentos, organizar os parágrafos em uma sequência lógica, tipo um quebra-cabeça que você tem que montar devagar.
- Argumentos de autoridade (pensando em usar um estudo recente da USP, se achar.)
- Dados estatísticos (preciso encontrar dados confiáveis para o meu próximo artigo…)
- Exemplos concretos (tenho um bom caso, mas preciso detalhar mais.)
Conclusão: O encerramento. A hora de deixar a marca. Não pode ser só um resumo do que já foi dito. Tem que ser marcante, a cereja do bolo. Tipo, deixar o leitor pensando, mexendo com a consciência dele. Na redação, terminei com um apelo direto, uma espécie de grito silencioso de esperança, uma convocação à ação. Acho que consegui um tom mais poético no final, mais triste também.
Me sinto cansado. Preciso dormir. Mas esses pensamentos... essas estruturas… elas ficam martelando na minha cabeça, sabe? Como se fossem os tijolos de uma construção fria, impessoal. É complicado. Mas precisa ser feito. Para amanhã, tenho que finalizar o meu artigo sobre o impacto das redes sociais na saúde mental. A tese já está pronta, mas o desenvolvimento... meu Deus, o desenvolvimento…
Quais são os momentos do texto expositivo-argumentativo?
Momentos do texto expositivo-argumentativo:
Introdução: Apresentação do tema e objetivo. Contexto. Direto ao ponto. Sem enrolação.
Desenvolvimento: Explicação detalhada e objetiva. Argumentos sólidos. Dados relevantes. Exemplo: Meu TCC, 2023, focou na ineficiência do sistema.
Conclusão: Reforça o tema. Síntese concisa. Posição clara. Sem meias palavras. Tipo, meu artigo sobre isso foi brutal.
Diferença crucial:
O texto expositivo apenas expõe, informa. Já o argumentativo defende uma tese, convence. Um apresenta, o outro persuade. Simples. Em 2022, vi isso na prática em um debate acadêmico. Foi tenso.
Qual é a estrutura básica de uma redação dissertativa?
Redação dissertativa: três atos.
Introdução: A faísca. Apresenta o tema. Define o território. Sinaliza o percurso.
Desenvolvimento: A carne. Expõe. Detalha. Argumenta. Cada parágrafo, uma estocada precisa. Expositivo ou argumentativo, o fio condutor é a clareza.
Conclusão: O golpe final. Retoma a tese. Arremata as ideias. Não divaga. Deixa a marca.
O expositivo ilumina. O argumentativo confronta. A escolha é a arma.
Qual é a estrutura do texto dissertativo-argumentativo?
Cara, essa pergunta me fez voltar no tempo! Lembro que no terceiro ano do ensino médio, em 2023, a professora de português, a Dona Maria, era muito chata com essa estrutura. A aula foi em abril, numa sexta-feira infernal de calor em São Paulo. Estava suando frio, tipo, sério, tava quase desmaiando! Odeio estruturas rígidas, sabe? Me sinto presa. Mas enfim...
A estrutura do texto dissertativo-argumentativo é bem chata, mas é assim:
Introdução: Dona Maria dizia que aqui você precisa apresentar o tema, de forma clara e concisa. Tipo, jogar a isca, entende? E ainda tinha que ter uma tese, sua opinião sobre o assunto, pra guiar o texto todo. Isso me deixava louca!
Desenvolvimento (ou Argumentação): Aqui é onde você joga os argumentos, as provas, pra defender sua tese. Era um saco! Ela queria pelo menos dois ou três parágrafos, cada um com um argumento diferente, com exemplos, citações... Eu sempre esquecia de alguma coisa.
Conclusão: E por fim, a conclusão, onde você resume tudo, reafirma sua tese e, às vezes, propõe uma solução, uma perspectiva final. Era tudo muito robotizado pra mim. Eu queria escrever livremente!
Eu detestava essa rigidez, sério. Me sentia como se estivesse preenchendo um formulário, não escrevendo algo criativo. Ainda hoje, prefiro um texto mais solto, menos engessado, apesar de saber que essa estrutura é importante pra um texto formal. Aquele dia, eu só queria que a aula acabasse logo. Meu caderno tava cheio de rabiscos nervosos! Que inferno.
E detalhe, tinha prova sobre isso, claro! Ainda lembro da tremedeira nas mãos. A nota não foi das melhores, pra falar a verdade. Mas pelo menos agora sei a bendita estrutura!
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