Como ocorre o processo de formação de palavras?

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Formação de palavras: processo de criação de novos vocábulos. Derivação: Acréscimo de afixos (prefixos e sufixos) a um radical. Ex: feliz + mente =felizmente. Composição: União de dois ou mais radicais. Ex: beija-flor. Outros processos incluem abreviações (moto de motocicleta), reduplicação (tchi-tchi), hibridismo (auto-estrada), combinação (chuva ácida) e intensificação (super-homem).
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Como se formam novas palavras na língua portuguesa?

Então, como é que as palavras "nascem" no português? Boa pergunta!

No fundo, existem dois caminhos principais: a derivação e a composição. É tipo construir um Lego: ou adicionamos pecinhas a uma já existente (derivação), ou juntamos duas Legos diferentes para fazer uma coisa nova (composição).

Mas espera, tem mais! A língua é esperta e cria palavras de outras maneiras também.

Às vezes a gente encurta as palavras (abreviação), tipo "foto" de "fotografia". Ou repete sílabas pra dar ênfase (reduplicação), sei lá, tipo "blá-blá-blá". Rola também misturar idiomas (hibridismo).

E ainda tem a combinação, que é tipo juntar pedacinhos de palavras, e a intensificação, quando a gente usa um sufixo pra dar um "up" no significado. É um mundo de possibilidades, né? Confesso que adoro essas "artimanhas" da língua, tipo quando inventei "achocolatadamente" pra descrever meu bolo de chocolate extra!

Como acontece a formação de palavras?

A formação de palavras... é como a vida, sabe? Uma mistura estranha de coisas que já existem e algo que surge do nada.

  • Derivação: A gente pega uma palavra, gruda um pedacinho nela – um sufixo, um prefixo – e, de repente, é outra coisa. Como "feliz" virando "infeliz". Parece fácil, mas às vezes muda tudo. Eu, por exemplo, achava que era feliz, até que a vida me mostrou o "in".

  • Composição: Duas palavras que se juntam. Às vezes lado a lado, sem briga, tipo "guarda-chuva" (justaposição). Outras vezes, rola umas mudanças, uns cortes, tipo "aguardente" (aglutinação). Lembra um casal, né? No começo tudo lindo, depois um cede aqui, outro ali.

  • Hibridismo: Palavras que vêm de lugares diferentes, de línguas que nunca se encontrariam normalmente. Tipo um encontro improvável num bar, que rende uma história esquisita. "Automóvel", por exemplo. Grego com latim. Quem diria?

  • Neologismo: Inventar uma palavra nova. Puro achismo, como quando eu tento explicar meus sentimentos. Mas às vezes, pega. Tipo "googlear". Virou verbo. Quem sabe um dia alguém não inventa uma palavra pra definir essa melancolia que me invade de madrugada.

O que é justaposição, aglutinação e parassíntese?

  • Justaposição: Junta, sem mudar o som. Ex: guarda-chuva.

  • Aglutinação: Junta, muda o som. Ex: planalto. Perdeu-se um "a" ali.

  • Parassíntese: Precisa dos dois, prefixo e sufixo. Se tirar um, não faz sentido. Ex: entristecer.

Quais são os 6 tipos de derivação?

  • Prefixal: Adiciona-se um prefixo. Tipo, refazer. Simples.

  • Sufixal: Um sufixo, livraria. Muda tudo.

  • Mista: Prefixo e sufixo juntos. Infelizmente. Conveniente.

  • Parassintética: Precisa dos dois ao mesmo tempo. Anoitecer. Ou nada feito.

  • Regressiva: Diminui a palavra. Ataque vira ataque. Estranho, né?

  • Imprópria: Muda a classe gramatical. O jantar (era verbo, virou substantivo). Reinventando.

  • A linguagem? Uma ferramenta. E as palavras? Às vezes, só máscaras.

O que são palavras aglutinadas?

Aglutinadas? Nossa, que palavra estranha! Tipo... juntar coisas, né?

  • Aglutinação: Uma nova palavra com um acento forte. Significado novo também!

Tipo, pensando aqui...

  • Aguardente: água + ardente. Lembro do meu avô... ele adorava! Credo!
  • Destarte: desta + arte. Usam isso ainda? Parece tão antigo!

Afff, português! Pra que complicar? Ah, sei lá.

Quais são as palavras parassintéticas?

Palavras parassintéticas são formadas quando... ah, palavras. Elas nascem de um jeito tão complicado, não é?

  • Radical + Prefixo + Sufixo

    • Tudo junto, de uma vez só. Tipo "engordar". Não dá pra ter só "engordo" ou só "gordar". Não faz sentido.
  • A gente as cria, mas elas já vêm completas, como se já existissem em algum lugar, esperando para serem chamadas à existência. Lembro de quando aprendi isso na escola, achava tão estranho. Como se as palavras tivessem um destino.

  • Simultaneidade. Essa é a palavra chave. Como duas mãos se encontrando no escuro. Se uma falha, a outra não consegue segurar nada.

Às vezes me pergunto se não somos todos um pouco parassintéticos. Precisamos de tantas coisas ao mesmo tempo para nos sentirmos completos. Raízes, abraços, promessas...