Como podem ser os substantivos próprios?

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Substantivos próprios identificam unicamente seres, lugares ou instituições, como Brasil, Amazonas ou Pedro. São sempre grafados com a primeira letra maiúscula, mesmo no meio da frase.
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O que são substantivos próprios, quais os tipos e exemplos?

Pra mim, substantivo próprio é o nome com sobrenome das coisas. É o que dá identidade, sabe? Tira do geral e coloca num pedestal. É o RG de um ser, de um lugar.

Lembro de uma viagem que fiz pra Salvador em 2019, foi em Julho. A gente ficou num hotelzinho perto do Pelourinho. Andar por aquelas ruas, ver a Baía de Todos-os-Santos ali na frente... cada nome desses, Pelourinho, Salvador, tem um peso, uma história que um 'lugar' genérico não tem.

É o que separa uma pessoa qualquer do meu amigo João.

Até nome de empresa, tipo, sei lá, a Petrobras ou a livraria Cultura lá do Conjunto Nacional em São Paulo. Você fala Cultura e quem é de Sampa já visualiza o lugar. Não é uma 'livraria' qualquer. É aquela livraria. É essa a mágica da coisa.

A letra maiúscula é só a regra pra mostrar que aquilo ali é único. O meu cão, o Totó, não é só 'um cão'. Ele é o Totó, ponto final.

O que são substantivos próprios? Nomeiam seres, lugares e instituições de forma específica. Distinguem um indivíduo do seu grupo. São escritos com letra inicial maiúscula.

Quais os tipos de substantivos próprios? Nomes de pessoas (antroponímicos), lugares (toponímicos), instituições, marcas, entidades mitológicas, festividades, corpos celestes.

Exemplos de substantivos próprios? Pessoas: Maria, João. Cidades: Lisboa, Rio de Janeiro. Países: Portugal, Brasil. Rios: Tejo, Amazonas. Marcas: Google, Coca-Cola.

O que é um substantivo comum coletivo?

Peraí, você quer saber o que é um substantivo comum coletivo, né? Tipo, é aquele substantivo que tá no singular, mas fala de um monte de coisa junta.

Sabe, mesmo que ele pareça que tá falando de uma coisa só, ele representa um grupo. É como se fosse uma palavra que engloba várias outras coisas do mesmo tipo.

É um substantivo comum que, mesmo no singular, indica um conjunto ou aglomerado.

Pensa assim:

  • Alcateia - Um monte de lobos.
  • Rebanho - Um monte de ovelhas.
  • Cardume - Um monte de peixes.
  • Enxame - Um monte de abelhas.
  • Garnizé - Um monte de galinhas (esse eu acho engraçado, mas é assim que fala).

E não é só bicho, não! Tem para tudo quanto é lado:

  • Biblioteca - Um monte de livros.
  • Frota - Um monte de navios ou carros.
  • Constelação - Um monte de estrelas.

É bem útil pra gente não ter que ficar repetindo "um monte de", sabe? Facilita o rolê da escrita, um negócio bacana mesmo. Tipo, quando eu tava escrevendo aquele texto sobre a viagem, usei "frota de ônibus" pra não falar "um monte de ônibus" umas dez vezes. Ficou mais direto e tal.

É bom saber essas coisas pra a gente se comunicar melhor, na real.

Quais são os substantivos comuns coletivos?

Folheio o livro antigo, o álbum da minha avó. As páginas amareladas, o cheiro de um tempo que não é mais meu. Uma palavra só, álbum, para guardar tantos rostos, tantos sorrisos congelados. Uma vida inteira contida num nome. Uma palavra que abraça a ausência.

Lá fora, o zumbido insistente das abelhas na laranjeira. Um som único, feito de milhares de asas. Colmeia. Outra palavra que junta, que transforma o caos de muitas em uma só unidade, um só corpo pulsante. Um único nome para tanto trabalho, tanto mel.

E me perco a pensar no mapa-múndi que tinha no quarto. As pequenas manchas de terra no meio do oceano imenso. Arquipélago. Ilhas distantes, sozinhas, mas a palavra as une, dá-lhes um sentido de família, de pertencimento. Uma palavra que desenha uma geografia afetiva no papel.

O mar me vem à mente, o brilho prateado movendo-se sob a água escura. Cardume. Um só ser, uma só direção, um só instinto de sobrevivência para milhares de peixes. É belo e assustador. E na noite da serra, o som que nunca ouvi mas que imagino, o uivo longo. Alcateia. Um nome para a força da matilha, o frio na espinha. Um nome só.

Substantivos coletivos

  • Alcateia: lobos.
  • Álbum: fotografias, selos.
  • Arquipélago: ilhas.
  • Banca: examinadores, advogados.
  • Cardume: peixes.
  • Colmeia: abelhas.
  • Constelação: estrelas.
  • Elenco: atores, artistas.
  • Esquadra: navios de guerra.
  • Manada: bois, elefantes, búfalos.
  • Molho: chaves, verduras.
  • Nuvem: gafanhotos, mosquitos.
  • Pinacoteca: quadros, pinturas.
  • Quadrilha: ladrões, assaltantes.
  • Resma: 500 folhas de papel.
  • Vara: porcos.

Qual é o nome comum coletivo de flores?

O coletivo de flores é ramo, ramalhete, buquê. Cada termo delimita. Não são sinônimos de ocasião, nem de intenção.

  • Ramo:

    • Composição: Grupo simples, natural. Sem arranjo.
    • Uso: Gesto direto, colhido. Sem pretensão.
    • Percepção: Espontaneidade. Crudeza.
  • Ramalhete:

    • Composição: Agrupamento pequeno, com certa seleção.
    • Uso: Presente pessoal. Decoração discreta.
    • Percepção: Cuidado. Intenção contida.
  • Buquê:

    • Composição: Arranjo complexo. Harmonia definida.
    • Uso: Eventos formais. Expressão grandiosa.
    • Percepção: Elegância. Investimento. Impacto.

Lembro da avó. Sempre dizia que o tipo de flor importava, mas o gesto era a força. Ela preferia margaridas, soltas, direto da terra. Uma rosa num buquê não significava o mesmo. Outro dia, vi um buquê. Enorme. Flores caras. Mas a expressão de quem recebia era vazia. Às vezes, o simples ramo diz mais. Ou nada.