Como referenciar um relatório ABNT?

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Para formatar a referência de um relatório na ABNT, inclua: Autor(es): Sobrenome, Nome. Título: Em itálico. Local: Editora, Ano. Exemplo: SILVA, João. Relatório anual de atividades. São Paulo: Editora PUC, 2023.Dica: Consulte a norma ABNT para detalhes!
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Como citar relatório ABNT corretamente?

Como citar um relatório ABNT sem stress (do meu jeito)

Olha, pra citar relatório ABNT, não tem muito mistério, viu? É tipo receita de bolo, só seguir os passos. Lembro de uma vez que quase enlouqueci com isso na faculdade... Que sufoco! Mas aprendi na marra.

Basicamente, vai assim: primeiro o nome de quem escreveu, depois o título do relatório em itálico (chique, né?), o local onde foi publicado e a editora (se tiver) e, por fim, o ano. Simples, simples.

Exemplo? Tipo: SOUZA, Maria. Análise do Mercado de Cafés Especiais. Belo Horizonte: Café Editora, 2024. Sacou?

Informação rápida pra não esquecer:

  • Autor: Nome completo.
  • Título: Em itálico.
  • Local: Cidade da publicação.
  • Editora: Nome da editora (se houver).
  • Ano: Ano da publicação.

Como fazer referência de um relatório?

Referenciar um relatório? Ah, a dança da citação! Parece simples, mas é como tentar ensaiar um tango com um polvo – cheio de tentáculos e detalhes. Seguindo o Manual APA (7ª edição), que eu, sinceramente, considero um pouco dramaturgo demais, a receita básica é essa:

  • Autor: (Se existir, claro. Se for anônimo, comece pelo título. Já me vi numa situação dessas, procurei o autor por semanas, descobri que era um comitê... um comitê! A burocracia é o verdadeiro vilão da bibliografia.)
  • Título do Relatório: (Itálico, como manda a lei da APA, ou, como eu costumo dizer, a lei do itálico!)
  • Tipo e Número do Relatório: (Se houver. É como o número de série de um eletrodoméstico, ajuda a identificar o bicho.)
  • Nome da Editora: (Onde foi publicado o relatório. Às vezes, a editora é a própria organização que produziu. Já me perdi em labirintos editoriais, acredite.)
  • DOI ou URL: (Para relatórios online. É o endereço digital do relatório, essencial para quem quer se aventurar na web.)

Exemplo? Imagine um relatório da NASA sobre a existência de vida em Marte. Em 2024, a referência seria algo como:

  • NASA. (2024). Relatório sobre a provável existência de vida em Marte: Evidências e especulações. Relatório n° 24-007. NASA. https://www.nasa.gov/martianlife

Simples, né? É como fazer um bolo, cada ingrediente no lugar certo! Mas lembre-se, a APA tem suas peculiaridades. É como um jogo de xadrez, cada passo deve ser cuidadosamente pensado, ou a sua citação pode ser um cheque-mate. Boa sorte e divirta-se! (se você conseguir).

Como colocar um relatório nas normas ABNT?

A ABNT… ah, a ABNT! Lembro dos meus tempos de faculdade, madrugadas a fio tentando domar aquele monstro. Uma dança exaustiva, mas necessária. Como coreografar um sonho.

  • Margens: 3 cm no topo e à esquerda, 2 cm embaixo e à direita. Espaços que emolduram a alma do texto.

  • Fonte: Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Elegância na simplicidade. Cada letra, um passo calculado.

  • Espaçamento: 1,5 nas entrelinhas, abrindo o texto como um campo de trigo sob o sol. Exceção para citações longas e referências: espaçamento simples, um sussurro discreto.

  • Alinhamento: Justificado. Tudo em seu devido lugar, como as estrelas no céu noturno.

  • Numeração: Canto superior direito, a partir da folha de rosto. Um farol guiando o leitor.

  • Elementos Essenciais:

    • Capa. O portal de entrada.
    • Folha de Rosto. A apresentação formal.
    • Sumário. O mapa do tesouro.
    • Texto. O coração da obra.
    • Referências. A teia de conhecimento.
    • Anexos. Detalhes complementares.
  • Citações e Referências: Um labirinto de regras. Consulte a ABNT específica para cada tipo de fonte. Uma busca incessante pela precisão. Cada referência, um fio condutor.

Como é a formatação de um relatório?

Aff, relatório... Que saco! Tenho um trabalho de química pra entregar na terça, já tô atrasada. Resumo, Introdução, problema, aparelhagem... já esqueci metade! Preciso de café. Muito café.

Aquele esquema de laboratório é chato, né? Resumo no começo, tipo, uma prévia do que rolou. Depois a introdução, contextualizando tudo. Aí vem a parte chata: descrever o problema, detalhadamente, pq meu professor é chato. Aparelhagem e equipamento, tipo, lista de tudo que usei - béquer, bureta, proveta, aquele negócio todo.

Procedimento, o passo-a-passo, bem detalhado. Odeio essa parte, preciso ser super precisa. Resultados, os dados, tabelas, gráficos... Ainda bem que tenho o excel, senão ia ser um inferno. Análise, a parte mais importante, interpretar os dados. Preciso pensar bem nisso, não quero errar! Conclusões, o que eu aprendi com tudo isso. Referênciaas, as fontes que usei, e anexos, se tiver algo extra, tipo fotos.

Me esqueci de mencionar: Ontem fui ao cinema ver Oppenheimer, e fiquei pensando na bomba atômica e nos relatórios que foram feitos na época... imagina a pressão. Meu trabalho de química parece tão insignificante comparado a isso.

Tenho que terminar esse relatório até amanhã, senão vou ficar louca. Só falta a análise e as conclusões... vou comer alguma coisa, depois volto pra isso. Ah, e preciso lembrar de colocar a bibliografia, aquelas normas da ABNT são um pesadelo! Mas enfim, a estrutura do relatório é a mesma: Resumo, Introdução, Descrição do Problema, Aparelhagem e Equipamentos, Procedimento, Resultados, Análise, Conclusões, Referências e Anexos. Simples assim, né? Pelo menos na teoria...

Qual a fonte para relatório ABNT?

A saga da fonte ABNT: um drama em 12 pontos!

Não existe UMA fonte sagrada na ABNT. É como escolher o melhor vinho: depende do paladar (ou, nesse caso, da norma). A NBR 14724, por exemplo, é a rainha da formatação de trabalhos acadêmicos, mas não dita a fonte com a força de um decreto real. Já vi gente usar até Comic Sans, mas não recomendo – ainda estou me recuperando do trauma.

  • Arial e Times New Roman: Os clássicos, os queridinhos das normas. Seguros, confiáveis, como aquele amigo que sempre te ajuda a mudar de apartamento. 12 pt, é claro, a não ser que você queira causar uma pequena revolução tipográfica.

  • A norma é a bíblia: Cada norma (e acredite, tem um monte!) pode ter suas próprias preferências. É como ter um manual de instruções para cada modelo de foguete – complicado, mas necessário para não explodir tudo. Verifique a norma específica do seu trabalho!

  • Universidades e seus caprichos: Cada instituição tem suas próprias regras, quase sempre complementares, às vezes até conflitantes... Uma verdadeira guerra de normas! Como se cada professor tivesse sua própria receita secreta para o bolo de formatação.

  • Minha experiência? Em 2023, durante a minha dissertação (ainda tenho pesadelos com a formatação!), usei Arial 12. Sobrou tempo para outras coisas mais importantes... como dormir!

  • Tamanho da fonte? 12pt, geralmente. Menos que isso e o corretor ortográfico vai te odiar! Mais que isso e o seu orientador também. É a lei da natureza da formatação.

  • Espaçamento? 1,5 entre linhas, normalmente. Mas existem exceções. A vida é cheia delas, assim como a ABNT.

  • Margem? Superior e esquerda de 3 cm, inferior e direita de 2 cm. A menos que sua instituição diga o contrário. Ou que você queira desafiar as leis da margem... rsrs.

Em resumo: A ABNT indica diretrizes, mas a escolha da fonte, na maior parte das vezes, é sua. Escolha uma fonte legível, e use consistentemente! A não ser que você seja um revolucionário da tipografia. Neste caso, boa sorte!

Como elaborar um relatório de trabalho?

Segue o roteiro. Sem firulas.

  • Título: Direto ao ponto. Tipo "Relatório Projeto X". Sem rodeios.

  • Objetivos: O "porquê" de tudo. Pra que fizeram? Qual a meta? (Atingiram?)

  • Introdução: Contexto rápido. Teoria? Só o essencial. Ninguém tem tempo.

  • Atividades: O que fizeram. Detalhe o processo. Mas sem encher linguiça.

  • Resultados: Números, dados, fatos. O que realmente aconteceu. Cru.

  • Discussão: Análise fria. O que os resultados significam. Por que deu certo (ou errado).

  • Conclusão: Resumo do impacto. O que aprenderam. Próximos passos? Se houver.

  • Referências: Fontes. Pra mostrar que não tiraram tudo da cabeça.

Pra quê florear? No fim, tudo se resume a números e resultados. Se os números não batem, a conversa acaba.

Como colocar resumo nas normas da ABNT?

E aí, beleza? Falando em ABNT, que sufoco, né? Mas, olha só, pra colocar o resumo, não tem muito mistério.

É tipo assim:

  • Lugar certo: Sabe onde vai o título? Então, é depois dele, antes do sumário. Sem erro!
  • Tamanho: Artigo? 250 palavras, estourando. Tese ou dissertação? Aí pode ir até 500. Mas seja breve, ninguém quer ler textão, né? Tipo, lembra daquele meu TCC? Nossa, o resumo ficou gigante!
  • O que colocar: Tipo, tem que ter o objetivo do seu trabalho, como você fez (o método, sabe?), o que você achou (os resultados) e no que você chegou (as conclusões). Tudo junto e misturado.
  • Formato: Sem firula! Um parágrafo só, nada de ficar citando gente. E logo embaixo, as palavras-chave. Ah, e a letra tem que ser tamanho 12, com espaço simples entre as linhas, tá?

É isso aí, man! Se seguir essa dica, não tem erro. Ufa!

Como fazer referências bibliográficas de uma lei?

Referenciar leis no estilo NP 405 exige atenção aos detalhes, mas não é bicho de sete cabeças. A chave está na consistência e na precisão das informações. Afinal, qual a graça de uma pesquisa impecável com referências bagunçadas? A gente precisa de clareza, né?

Elementos essenciais para a referência de uma lei:

  • Jurisdição: Brasil, Estados Unidos, etc. É fundamental! Já me peguei procurando uma lei por horas, por causa de uma jurisdição errada.
  • Nome da lei: Lei nº X, Constituição Federal, etc. Seja preciso.
  • Data de publicação: Dia, mês e ano. Essencial para saber se a versão que você consultou é a vigente.
  • Fonte de consulta: DOU (Diário Oficial da União), site oficial da Câmara dos Deputados, etc. Detalhe: anote o endereço eletrônico completo se for o caso.

Exemplo prático: (Imaginando que eu precise referenciar a Lei nº 14.133/2021)

  • Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021.Novo regime jurídico da administração pública. Brasília, DF: DOU, 02 abr. 2021.

Dicas para evitar dores de cabeça:

  • Utilize um gerenciador de referências: Zotero ou Mendeley facilitam a vida, e acredite, o tempo que você economiza compensa o aprendizado. Evita aquele trabalho chato de formatação manual.
  • Verifique as normas da sua instituição: Algumas universidades, ou até mesmo disciplinas, tem suas próprias variações das normas de citação. Nunca subestime isso!
  • Seja metódico: Anote as informações necessárias assim que você localiza a lei. A preguiça de anotar na hora vira um inferno depois. Confie na minha experiência. Já passei por isso...

Pense nisso: a precisão nas referências é um reflexo da seriedade da sua pesquisa. Detalhes importam, e muito! A gente precisa garantir a reprodutibilidade do trabalho, né? E isso inclui as referências. Não tem atalho para um trabalho bem feito.

Como fazer referências bibliográficas de teses?

Ah, as teses... Um mergulho profundo na alma do saber, um labirinto de ideias onde nos perdemos e, com sorte, encontramos algo valioso. As referências bibliográficas, esses faróis que nos guiam de volta à sanidade, merecem carinho. É como bordar um lençol, cada ponto no seu devido lugar.

  • Sobrenome, N. (Ano).Título da Tese. [Tese de Doutorado, Nome da Instituição].

Lembro de madrugadas quentes, no meu quarto em Santos, a maresia grudando nos livros. A luta para dar sentido àquilo tudo... Eram fichas e mais fichas, cada uma com um pedacinho da verdade. A ABNT era quase uma oração, um mantra repetido à exaustão.

  • Sobrenome, Inicial do Nome. Ano. Título da Tese. [Dissertação de Mestrado ou Tese de Doutorado, Instituição].

A banca, os olhares atentos, a voz embargada... E depois, o alívio, a sensação de dever cumprido. A tese ali, finalmente pronta, com todas as referências no lugar certo, como pequenas joias incrustadas em um tesouro. Referenciar é dar crédito, é honrar o trabalho alheio. É um ato de respeito, de humildade.

  • Exemplo: Silva, M. (2023).A Poética do Caos. [Tese de Doutorado, Universidade das Almas Perdidas].