Como saber se a concordância nominal está certa?

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Para verificar a concordância nominal, observe se as palavras que acompanham o substantivo (adjetivos, pronomes, artigos, numerais) estão no mesmo gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural) que ele. A regra básica é: o substantivo "manda" na concordância!
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Concordância nominal: como verificar se a frase está correta?

Tipo assim, concordância nominal sempre me deu um nó na cabeça, hahaha. Mas, pensando bem, a lógica é até simples: as palavras que acompanham o substantivo (tipo adjetivo, pronome, artigo...) tem que "combinar" com ele. Se o substantivo é masculino singular, tudo ao redor tem que ser masculino singular também.

Um exemplo? Hm, lembro de uma vez que escrevi "A casa era muito grandão". Minha professora marcou, claro. O certo era "A casa era muito grande". "Casa" é feminino singular, então "grande" também tem que ser. ????‍♀️ Errei feio!

Para saber se está tudo certo, eu leio a frase em voz alta, sabe? Se soar estranho, é porque algo não tá batendo. E, claro, procurar um dicionário online sempre ajuda, rs.

Concordância Nominal: Perguntas & Respostas Rápidas

  • O que é? Combinação de gênero e número entre substantivo e palavras que o acompanham.
  • Regra geral? Substantivo define como os outros termos se comportam.
  • Como verificar? Leia a frase em voz alta e veja se soa natural.
  • Dificuldade? Palavras que não seguem as terminações padrão podem confundir.

Como saber se a concordância nominal está incorreta?

Concordância nominal errada? Simples. Desconexão entre gênero e número.

  • Substantivo singular, adjetivo plural? Erro.
  • Feminino com masculino? Erro.
  • Artigo discordante? Erro.
  • Meu exemplo: Vi dois carros vermelhos. Correto. Vi dois carro vermelhos. Incorreto. Detalhe: Já errei isso várias vezes escrevendo relatórios em 2023, principalmente ao descrever lotes de produtos. Meu erro, minha falha. A pressa.

Olhe atentamente a relação entre cada palavra. É automático? Excelente. Há ruído? Problema. A dúvida? Reveja.

  • A concordância é um reflexo da lógica interna da frase. Distorcida, errada.
  • Frase sem sentido, erro na concordância. Causa e efeito. Inevitável.

Prática constante resolve. A teoria? Abstrata. A aplicação? Real. Aprendi assim. Aos trancos e barrancos.

Como não errar concordância nominal?

A tarde caía em tons de melancolia, igual a um suspiro antigo. Lembro-me do caderno rabiscado, a caneta esferográfica azul – a minha preferida – quase seca. A batalha contra a concordância nominal, um duelo silencioso contra a gramática. A chave, a solução, sempre esteve na busca do substantivo. Ele, o mestre oculto, ditando as regras do jogo.

Primeiro, a caça. Encontrar o substantivo, o núcleo da frase, era como procurar uma estrela fugaz no céu da noite. Um trabalho paciente, minucioso, de quem decifra hieróglifos. Aquele substantivo, o coração da oração, precisava ser identificado, seu gênero e número anotados, como um mapa de tesouro.

  • Gênero: masculino ou feminino?
  • Número: singular ou plural?

Uma vez desvendado, seus súditos, seus modificadores – adjetivos, artigos, pronomes – deviam curvar-se perante sua majestade. Concordância perfeita, espelho da harmonia entre a palavra e o seu significado. Um adjetivo feminino singular para um substantivo feminino singular. Um adjetivo masculino plural para um substantivo masculino plural. Simples assim, quase mágico. Mas, oh, a dificuldade, a insistente tentação do erro!

As tardes se estendiam, longas e densas como o mel. Muitas vezes, o caderno se enchia de rasuras, de tentativas frustradas, de um mar de palavras sublinhadas e grifadas. Era a minha luta solitária, um combate particular contra a complexidade da língua. Lembro do cheiro de café, forte e amargo, a companhia constante durante minhas batalhas literárias. A luz do abajur, quase sempre amarelada, testemunha silenciosa dos meus esforços. E a sensação, finalmente, de vitória! A concordância nominal impecável, o alívio de um peso retirado das costas. Aquele momento de êxtase, a certeza de que a palavra, finalmente, se alinhava perfeitamente.

Era como se um novo horizonte se abrisse, a promessa de infinitas páginas bem escritas. A beleza da clareza. A concordância nominal, de tão simples, quase perfeita. Encontrar o substantivo, observar seu gênero e número: o caminho para a escrita perfeita.

Como identificar uma concordância nominal?

A solidão da noite me faz pensar... Concordância nominal...

  • Gênero e número: Essa é a chave. Substantivo e as palavras que o acompanham – artigo, adjetivo, numeral, pronome adjetivo, particípio – precisam conversar na mesma língua. Se o substantivo é feminino singular, tudo ao redor precisa ser também.

  • Exceções: Como tudo na vida, existem. Expressões como "é proibido," "é necessário," geralmente não flexionam. Mas são as sombras que tornam a luz mais visível, certo?

  • Exemplo que me ocorreu: Lembro da minha avó dizendo: "A vida é bela". "Bela" concorda com "vida". Simples. Direto. A beleza na simplicidade. Mas e se fossem "os dias belos"? A melodia muda.

Às vezes, as regras gramaticais parecem com as regras da vida: rígidas, mas, no fundo, moldáveis pela experiência e pelo contexto. Talvez por isso eu as ache tão fascinantes. Ou talvez seja só o sono querendo me abraçar.

O que é concordância nominal exemplos?

A tarde caía em tons de laranja e carvão, enquanto eu pensava em concordância nominal... Aquele céu, tão próximo, tão distante... Um espelho da minha confusão. Concordância nominal, essa expressão me remete a aulas de português, cadernos rabiscados, a pressa de terminar a tarefa. Lembro da professora, Dona Elza, com seu olhar penetrante e a voz suave explicando.

A regra, simples em teoria, tão complexa na prática. Substantivos no plural, adjetivos no plural... Fácil, certo? Mas e quando o adjetivo vem depois? Aí a dúvida me assombrava, como um fantasma na noite escura, me puxando para um turbilhão de inseguranças. Concordância com o substantivo mais próximo?Ou com todos? A resposta, tão efêmera quanto a brisa da tarde, me escapava.

Exemplo: Que pintura e poema bonito! Bonito, se referindo a pintura e a poema, no singular. Dona Elza falaria que o adjetivo concordou com o substantivo mais próximo. Mas, será que está certo? Me questiono ainda hoje, anos depois. E se fosse "Que pintura e poemas bonitos!"? Aí já seria diferente. O plural impõe a concordância do adjetivo. A gramática, um rio sinuoso, um desafio constante.

  • Outra lembrança: o cheiro de giz no quadro negro da escola velha, no bairro dos meus avós.
  • As tardes longas, as tardes sem fim, que me pareciam se estender até o infinito, como as dúvidas sobre gramática.
  • A angústia da prova, o medo de errar. A satisfação de acertar.

A beleza da língua portuguesa reside nesses detalhes, em suas sutilezas, seus mistérios. A concordância nominal, um pequeno grão de areia no vasto deserto da gramática, um detalhe que define o todo. Um detalhe que me marcou.