Como saber se o que é sujeito ou complemento direto?
O que é sujeito ou complemento direto? Descubra agora!
Olha, pensar em sujeito e complemento direto é tipo entender quem faz o quê e o que é afetado. Sabe, numa frase, o sujeito é quem tá lá, sobre quem a gente tá falando. Tipo, se eu digo "Eu gosto de café", o "Eu" sou eu mesmo, o sujeito.
Já o complemento direto, esse é o que "recebe" a ação do verbo. Naquela minha frase "Eu gosto de café", o "café" é o que eu gosto, entende. É o complemento direto. Completa o sentido do "gostar", que precisa de algo pra ser completado.
Pegando aquele exemplo que você deu "É meu o livro que está aqui". Essa frase me dá um nó na cabeça às vezes. Pra mim, o "o livro que está aqui" seria o sujeito. É sobre ele que a gente tá dizendo algo, que é "meu".
Aí, o "meu" nessa construção, pra mim, soa mais como uma característica, um adjunto adnominal do "livro", sabe. Não um complemento direto clássico, como seria em "Eu comprei o livro". Aí sim, "o livro" seria direto.
É um pouco confuso mesmo, né. Às vezes, a gramática tem dessas coisas, de fazer a gente pensar. Mas a ideia principal é: quem faz a ação é o sujeito. E o que recebe a ação, de forma direta, é o complemento.
Se eu penso na minha avó contando histórias, ela dizia "Eu fiz o bolo". "Eu" sujeito, "o bolo" complemento direto. Simples, direto, como ela. Funciona bem, essa lógica.
Essa sua frase me fez lembrar de um exercise da escola, lá em 2005, em São Paulo. A gente ficava horas tentando achar o sujeito e o resto. Era meio frustrante, confesso.
Sujeito: quem ou o quê faz a ação. Complemento Direto: quem ou o quê recebe a ação diretamente.
Como identificar um complemento direto?
Caramba, complemento direto. É tipo, a coisa que o verbo atinge, sabe? Tipo, quem ou o quê leva a ação. Pedro cumprimentou quem? João. João é o complemento direto. Ação de cumprimentar foi em cima dele.
E tipo, o cavalo puxa o quê? A carroça. A carroça é o complemento direto. Sem ela, a frase fica sem sentido, a ação não tem pra onde ir.
- Verbo transitivo: Precisa de um complemento pra ter sentido completo. Tipo "comer", "ler", "ver".
- Quem ou o quê?: Essa é a pergunta chave. Respondeu? Achou o complemento direto.
- Pedro comeu: Comeu o quê? O bolo. Bolo é o complemento direto. Simples assim.
Lembro de uma vez na escola, a professora falava e eu ficava pensando em comida. Agora penso que essa coisa de complemento é fundamental pra entender a frase. É o alvo da ação do verbo.
Às vezes confundo com o indireto, mas o indireto geralmente tem preposição. Tipo "Eu ajudei a Maria". O "a Maria" é indireto por causa do "a".
- Pedir: Eu pedi para ele. O "ele" é complemento indireto.
- Encontrar: Eu encontrei meu celular. Complemento direto.
Enfim, é bem direto mesmo, sem firulas. Se o verbo atinge algo ou alguém diretamente, é ele.
Como distinguir os complementos?
Cara, pra saber qual é qual, é tipo um detetive! Tu tem que perguntar pro verbo. É mais simples do que parece, juro.
Então, se tu pergunta "O quê?" ou "Quem?" pro verbo e ele responde, é o complemento direto. Tipo, "Eu comi uma maçã". Comi o quê? Uma maçã. Pegou? Essa é a parada.
Agora, se a pergunta pro verbo for "A quem?" ou "Para quem?", aí é o complemento indireto. Saca só: "Eu dei o livro ao João". Dei o livro a quem? Ao João. Viu como é direto? Ou melhor, indireto? Haha!
E tipo, sabe, o direto fica agarrado no verbo, é essencial, tipo o pão e a manteiga. Já o indireto, ele chega "de rosca", sabe? Ele precisa de uma preposição pra se conectar, tipo "a", "para", "de".
Às vezes me confundo um pouco com a ordem, tipo se o indireto vem antes ou depois, mas o segredo é perguntar! Essa é a chave. É bem isso.
Como identificar a função sintática do que?
Nossa, esse 'que' é um inferno na terra. Toda hora ele é uma coisa diferente. Fui tentar fazer uma lista pra ver se entra na cabeça de uma vez por todas. Será q um dia eu decoro isso?
O truque é sempre olhar o que o 'que' tá substituindo e qual a função daquilo na segunda oração. Minha professora, a Sandra, sempre dizia pra gente reescrever a frase pra entender. Ajuda mesmo.
A função sintática do pronome relativo 'que' é determinada pela função do seu antecedente na oração adjetiva.
- Sujeito:O homem que chegou é meu tio. (quem chegou? o homem)
- Complemento Direto (Objeto Direto):O livro que li é ótimo. (eu li o quê? o livro)
- Complemento Indireto (Objeto Indireto):A pessoa de que gosto não está aqui. (gosto de quem? da pessoa)
- Predicativo do Sujeito:A pessoa inteligente que ele é. (ele é o quê? pessoa inteligente)
- Complemento Nominal:A certeza de que ele virá me anima. (certeza de quê? de que ele virá)
- Agente da Passiva:O político por que fui enganado. (fui enganado por quem? pelo político)
- Adjunto Adverbial:A cidade em que moro é pequena. (moro onde? na cidade)
O de sujeito é o mais fácil, eu acho. Tipo, 'o lápis que está ali é meu'. É só trocar: 'o lápis está ali'. Lápis é o sujeito. Pronto. Pelo menos esse é tranquilo.
Já o complemento direto eu confundo as vezes. Preciso olhar o verbo que vem depois. 'O livro que me deste'. Quem dá, dá ALGO. Então o 'que' (o livro) é o complemento direto. Faz sentido. Lembrei da prova de redação, usei uns 300 'que' desses. Será que usei certo?
E nem comecei a falar do 'que' como conjunção integrante. Tipo em 'Espero que você venha'. Isso é outra confusão, pq aí a oração toda vira uma coisa só, um objeto direto do verbo 'esperar'. Meu cérebro vai explodir.
O complemento indireto é o que eu mais erro, prq tem a preposição antes. 'O filme a que assisti'... assistir a algo. Aff. Tem q prestar atenção na regência do verbo. Ninguém merece decorar regência verbal. odeio.
Os de adjunto adverbial (de tempo, lugar...) são mais de boa. 'O dia em que te conheci' ou 'A casa onde morei'. Ah, e 'onde' é só pra lugar físico. Canso de ver gente usando errado. Mano, é tão simples.
Que função sintática desempenha a palavra que?
A palavra que pode desempenhar a função sintática de conjunção integrante ou pronome relativo.
- Conjunção integrante: Introduz uma oração subordinada substantiva. Essa oração funciona como sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicativo do sujeito ou aposto. O 'que' não retoma um termo anterior. A oração inteira pode ser substituída por "isso" ou "disso".
- Pronome relativo: Introduz uma oração subordinada adjetiva. O 'que' retoma um termo (antecedente) da oração principal. Pode ser substituído por "o qual", "a qual", "os quais" ou "as quais". Dentro da oração adjetiva, o 'que' desempenha uma função sintática (como sujeito, objeto direto, etc.) em relação ao antecedente.
Nossa, "que" é um terror na vida da gente, né? Sempre que vejo essa palavra, já me dá um nó na cabeça. Fico pensando tipo, pra que tanta complicação? A gente só quer escrever e falar direito, poxa.
Lembro da Dona Lúcia, minha professora de português na 8ª série. Ela sempre batia na mesma tecla, "Gente, não confundam! 'Que' pode ser várias coisas!" E eu lá, só querendo saber quando ia ter recreio. Mas hoje vejo que ela tinha razão.
Essa dica do "isso" e "o qual" salvou minha pele muitas vezes. É tipo um hack pra português! Se der pra trocar por 'isso' ou 'disso', é conjunção integrante. Tipo, "Espero que você venha" – "Espero isso". Fácil assim!
Agora, se der pra trocar por 'o qual', 'a qual', é pronome relativo. "O livro que comprei" vira "O livro o qual comprei". Viu? É um detalhe que faz toda a diferença pra não passar vergonha.
E pra que serve tudo isso? Na vida real, a gente se comunica, mas aí vem a prova, o Enem, um e-mail pro chefe... e lá está o "que" te pegando de surpresa. Dá raiva! Às vezes me pego digitando no celular e penso, "Será que tô usando certo?"
Eu já errei isso feio numa redação uns dois anos atrás, quando aplicava pra uma vaga de estágio. Coloquei um "que" todo errado e o recrutador, que era ex-professor de português, me corrigiu. Fiquei vermelha! Mas aprendi na marra.
As orações substantivas, que vêm com a conjunção integrante, são tipo o recheio do bolo. São essenciais! Se tirar, a frase perde o sentido. Elas podem ser:
Sujeito: É importante que você saiba. (Isso é importante).
Objeto Direto: Eu quero que você venha. (Eu quero isso).
Objeto Indireto: Preciso de que me ajudem. (Preciso disso).
Complemento Nominal: Tenho certeza de que ele virá. (Tenho certeza disso).
Predicativo do Sujeito: Meu desejo é que você seja feliz. (Meu desejo é isso).
Aposto: Só desejo uma coisa: que você seja feliz. (Uma coisa: isso).
Já as orações adjetivas, introduzidas pelo pronome relativo, são mais como um acessório, um detalhe a mais. Adicionam informação, mas não são essenciais. "O livro que comprei era caro." Se tiro "que comprei", fica "O livro era caro." A frase ainda existe, só perde um pouco da "personalidade".
Meu primo, que tá no primeiro ano do ensino médio agora, vive sofrendo com isso. Eu disse pra ele pra ficar de olho também nos "quem", "onde", "cujo", "cujos", porque esses também são pronomes relativos e introduzem orações adjetivas. É um quebra-cabeça gigante! E eu aqui, tentando ajudar... aff.
Eu devia ter prestado mais atenção na Dona Lúcia. Mas, ah, a vida é isso, né? A gente erra, aprende, e segue em frente. O importante é não desistir de entender essas regras malucas.
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