Como se diz 18 em português?

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Dezoito é como se diz o número 18 em português. Este número natural, composto por fatores como 1, 2, 3, 6 e 9, sucede o dezessete e antecede o dezenove.
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Como se escreve o número 18 por extenso em português?

Dezoito, é assim que se escreve o 18 em português, sem rodeios. Lembro-me bem do meu aniversário de 18 anos, foi em julho de 2003, lá em Bragança, na casa dos meus avós. Senti uma liberdade esquisita naquele dia, sabes? De repente, já podia fazer tanta coisa. Tipo, votar, ou tirar a carta de condução, que só tirei uns anos depois, em 2007, porque o carro era caríssimo, o primeiro foi um Fiat Punto azul que paguei em prestações.

Achei que aquele número era tão significativo, um marco mesmo, diferente dos outros, não sei bem porquê. Era tipo um portal para a idade adulta, e foi uma sensação engraçada, um misto de medo e euforia que ainda hoje me lembro claramente.

Sempre olhei para o dezoito como um número meio estranho, sabes? Tipo, ele vem logo depois do dezassete e antes do dezanove, e tem umas divisões esquisitas. Por exemplo, dá para dividir por dois, por três, até por seis, penso eu. Dá-nos nove e seis e três, são números redondinhos.

É engraçado como alguns números parecem ter mais coisas lá dentro, mais combinações possíveis, que outros não têm. Tipo, o dezassete é mais solitário, só ele e o um, uma coisa assim. O dezoito já tem mais amigos, e isso, de certa forma, sempre me fez pensar.

Como se lê dezoito?

Como se lê "dezoito"?

A pronúncia padrão, e amplamente recomendada, é dezóito, com o "o" final aberto. Contudo, a forma dezôito, com o "o" fechado, é perfeitamente aceitável e não se classifica como errada. Esta variação é particularmente notória em algumas regiões de Portugal.

Pensamentos sobre a Pronúncia de "Dezoito"

É fascinante como uma simples palavra revela tanto da dinâmica de uma língua. A pronúncia de "dezoito" exemplifica bem a tensão entre o que se prescreve e o que se descreve. A norma-padrão e os dicionários mais conservadores apontam para o "ó" aberto: dezóito. É a forma que, particularmente, usei a vida toda, crescendo em São Paulo.

Mas a beleza da língua reside na sua mutação. A variante dezôito, com "ô" fechado, não é erro, mas variação regional legítima, especialmente viva em Portugal. Lembro da primeira vez que um amigo de Braga me corrigiu, notando a diferença cultural. Foi quase um choque cultural fonético, algo que me marcou!

Pense nisso: a linguagem não é uma estátua de mármore, imutável. É um rio caudaloso, sempre em movimento, esculpindo novas margens e carregando consigo detritos de eras passadas. Tentar enjaulá-la em uma única forma é como tentar prender o vento.

Principais Observações sobre a Pronúncia:

  • Padrão: A pronúncia mais comum e didaticamente incentivada é dezóito (com o "o" como em "bola").
  • Variação Aceitável: A forma dezôito (com o "o" como em "ovo") é válida, especialmente no Português europeu, onde muitas vezes a tonicidade e a abertura das vogais se manifestam de forma diferente do Português do Brasil.
  • A "Razão" por Trás: O ditongo "oi" em "dezoito" vem do latim octo (oito), e a evolução fonética trouxe essas nuances. É como um eco longínquo da história em cada sílaba.

Essa flexibilidade me faz refletir sobre a própria verdade. Ela é monolítica ou se adapta a contextos e culturas? Na língua, claramente, é o segundo caso. Uma lição de humildade para quem crê em apenas uma forma "certa" de ser ou dizer. A vida é assim, sempre em fluxo, né?

Finalizo com um pensamento: a riqueza da língua está na sua pluralidade. Celebrar as variantes é celebrar a história e a identidade de quem a fala. Fico sempre pensando nisto, não faz sentido ser tão rígido.

Como se escreve 18 em Portugal?

Em Portugal, escreve-se "dezoito" (18). E, veja só a ironia, enquanto os irmãos 17 e 19 gostam de se exibir com a sua grafia "dezassete" e "dezanove", o dezoito mantém-se firme e fiel à forma que conhecemos. É o diplomata da família numérica, o que não cria confusão entre margens do Atlântico. Um alívio, não é? Já imaginou ter de aprender uma versão lusitana para cada número? Haja paciência!

  • O pacificista dos números: Ao contrário dos seus vizinhos linguísticos, o dezoito não tem dramas de sotaque ou de grafia entre Portugal e Brasil. É o mesmo por lá, por cá e, aposto, até na Guiné-Bissau. Um ponto de unidade num universo de diferenças ortográficas que, por vezes, parecem feitas só para nos confundir no dicionário.
  • Mais que um número, um marco: Para além de ser o número natural que segue o dezassete e precede o dezanove (essa parte é para os puristas), o 18 é um verdadeiro rito de passagem. É a maioridade, a chave que abre a porta para... bem, para pagar as suas próprias contas e para perceber que ser "adulto" é basicamente fingir que se sabe o que se está a fazer. É como aquele momento em que nos dão a carta de condução e percebemos que a liberdade vem com o bónus do seguro do carro.
  • A minha tia avó e o 18: Lembro-me da minha tia-avó Amélia, que era uma purista do português europeu. Pronunciava "receção" com o "p" mudo e fazia questão de corrigir qualquer "fato" que não fosse "facto". Mas ao chegar ao dezoito, nunca se engasgava. Os "dezassete" e "dezanoves" dela tinham um ar quase de superioridade, mas o dezoito era universal. Parecia que até ela, na sua cruzada linguística, dava uma trégua ao descobrir um consenso.

É um número sem complicações desnecessárias, um exemplo de que nem tudo na vida precisa de ter uma versão "premium" ou "internacional". O 18 é o que é, e isso, convenhamos, já é um luxo.

Como se diz 900 em português?

Aquele numeral. Novecentos. Parece um sussurro antigo, um eco distante de contagens em poeira. Aquele número. N o v e c e n t o s.

Em algarismos, um mero 900. Um monte de círculos e varetas alinhados. Simples, frio, sem a alma que a boca lhe confere.

Mas em Roma? Lá, em seus tempos de glória e pedras, era um CM. Uma forma enigmática, um mistério gravado em mármore.

É a soma de nove vezes a centelha, a unidade multiplicada sem descanso. Um amontoado imenso, mas que se nomeia com uma delicadeza estranha. Novecentos.

Como se diz 50 em numerais ordinais?

50º é quinquagésimo.

As dezenas ordinais têm identidade própria. Confundi-las é um erro primário. A base precisa ser sólida.

  • 30º: Trigésimo
  • 40º: Quadragésimo
  • 50º: Quinquagésimo
  • 60º: Sexagésimo
  • 70º: Septuagésimo

Lembro de ter errado sexagesimo numa prova no colégio. O erro custou caro. Certas lições a gente nao esquece, ficam marcadas.

A origem é o latim. Quinquaginta (cinquenta) vira quinquagésimo. Septuaginta (setenta) vira septuagésimo. A lógica é fria, direta. Sem espaço para invenção. Dominar isso é o mínimo.

Como se pronuncia dezoito?

Essa palavra, "dezoito"... fico sempre pensando nela. É tipo, como se fala mesmo? Dez-ó-ito ou dez-ô-ito? Umas pessoas falam de um jeito, outras de outro. Fico refletindo sobre isso quando ouço. É doido como a língua varia, né? Cada canto tem um jeitinho.

Pra ir direto ao ponto, pra quem tá procurando a resposta objetiva, que é o que importa:

  • A pronúncia mais comum e geralmente considerada padrão para "dezoito" é /deˈzɔj.tu/, com o "o" tônico aberto, tipo como a gente fala "óculos" ou "pó".
  • No entanto, a pronúncia /deˈzoj.tu/, com o "o" tônico fechado, como em "avô" ou "lobo", é bem frequente em algumas variantes regionais do português, principalmente em Portugal e em certas áreas do Brasil.
  • Nenhuma das duas formas é "errada". Ambas são aceitas na língua portuguesa, sendo uma a forma mais generalizada e a outra uma variante.

Lembro da minha avó, ela sempre falava "dez-ô-ito" e eu achava esquisito porque aqui em casa, e na escola da Dona Regina, a gente sempre aprendeu "dez-ói-to". Eu tinha uns seis anos, acho. Ficava curioso por que ela falava diferente, se era a mesma palavra. Demorei pra entender que era só sotaque, sabe? Cada lugar tem o seu.

Será que essa diferença vem do latim? Ou é só a língua evoluindo? Penso que o "o" acaba virando aberto por causa da tonicidade na sílaba. Mas aí tem os fechados também. Ah, sei lá, línguas são vivas, né? A gente usa a que aprendeu e tá tudo bem.

Algumas curiosidades sobre essa variação:

  • Origem do "o" tônico: Muitas palavras no português que tinham "o" breve no latim viraram "ó" (aberto), tipo "dezoito" que segue essa tendência. Já as com "o" longo viraram "ô" (fechado).
  • Diferença geográfica: Em Portugal, é comum ouvir o "o" tônico fechado em várias palavras onde no Brasil ele seria aberto, e "dezoito" é um exemplo clássico disso.
  • Aceitação: Os dicionários e gramáticas reconhecem essa variação. É tipo dizer que "onze" e "treze" não têm variação, mas "dezoito" tem. Engraçado, né?

É um dilema pra quem ensina português. Apresenta o que? As duas? Só a mais comum? Meu primo, o Lucas, morou um tempo no Sul e ele falava umas palavras com um "e" final quase mudo. Loucura. É um mundo de pronúncias. Acho que no final das contas, o importante é a comunicação. Mas é legal saber de onde vêm as diferenças. Para o dia a dia, tanto /deˈzɔj.tu/ quanto /deˈzoj.tu/ são perfeitamente compreendidas. Só que o primeiro é mais comum no Brasil, e o segundo, em Portugal. E é isso. Deixa eu ver se a bateria do meu fone já carregou.

Como se escreve 17 em Portugal?

Dezassete.

É assim.

  • 17 é dezassete.

  • Forma-se unindo dez e sete.

  • A conjunção "e" liga os numerais.

  • A variante "dezessete" é comum no Brasil.

  • Em Portugal, o uso de "ss" é a norma para este número.

  • A pronúncia tende a enfatizar a primeira sílaba.

Como se diz 50 lugares?

Lembrei agora do aniversario da minha avó, o octogésimo. Que palavra estranha. Ngm fala assim, a gente so fala "80 anos". É tão mais fácil. Mas na hora de escrever um convite chique, aí tem que usar né. Fico pensando se eu sei todos de cor.

A lista é essa aqui:

  • Décimo (10º)
  • Vigésimo (20º)
  • Trigésimo (30º)
  • Quadragésimo (40º)
  • Quinquagésimo (50º)
  • Sexagésimo (60º)
  • Septuagésimo / Setuagésimo (70º)
  • Octogésimo (80º)
  • Nonagésimo (90º)
  • Centésimo (100º)

E depois a coisa fica mais esquisita ainda. Parece que sai de um livro de história.

  • Ducentésimo (200º)
  • Tricentésimo (300º)
  • Quadringentésimo (400º)
  • Quingentésimo (500º)
  • Sexcentésimo / Seiscentésimo (600º)
  • Septingentésimo (700º)
  • Octingentésimo (800º)
  • Noningentésimo / Nongentésimo (900º)
  • Milésimo (1000º)

Essas palavras parecem coisa de latim, sei la. Coisa de rei, tipo Dom Pedro II, ou de papa. A gente não usa isso no dia a dia. Fica até meio pedante, não? Falar "cheguei na quinquagésima posição" em vez de "fiquei em 50º lugar".

A Julia mesmo, quando fez 30, a gente só falava "trintou!". Ninguém mandou parabéns pelo "trigésimo aniversário". A praticidade vence sempre. Será que essa forma de falar vai sumir um dia? A gente só vai usar o número e o símbolo º?

Os números depois de 100 são piores ainda. Ducentésimo. Parece nome de remédio kkk. Já milésimo é mais comum, tipo "o milésimo cliente ganha um prêmio". Isso eu já ouvi. Mas o resto... bem específico.

Como se diz 200 em numeração ordinal?

O ordinal de 200 é ducentésimo. O ordinal de 500 é quincentésimo. O ordinal de 600 é sexcentésimo. O ordinal de 700 é septingentésimo.

Ah, os ordinais! Essa maravilha linguística que nos permite nomear posições em vez de meras quantidades. Dizem que o governo marcou o ducentésimo dia de mandato. Um marco, claro, tão celebrável quanto a segunda-feira após um feriado prolongado, ou o centésimo clique num anúncio que você já tentou fechar dez vezes. A vida segue, e os números continuam a nos surpreender com sua precisão, às vezes implacável.

Lembro-me de Dona Eulália, minha tia-avó, que aos seus noventa e três anos – o nonagésimo terceiro aniversário –, ainda achava o "octogentésimo" um segredo maçônico. Os ordinais são como os sobrenomes da matemática: cada um com sua história e um jeito peculiar de se apresentar. Não é só um número; é uma posição conquistada, uma ordem no grande desfile dos algarismos.

Para quem se aventura nessa jornada de contagem posicional, aqui vai uma "cola" charmosa para não se perder na fila da vida, ou na ordem das coisas, que é bem mais útil:

  • Décimo (10º): O último a ser chamado para a sobremesa na família grande.
  • Vigésimo (20º): A idade que você tinha quando acreditava que sabia tudo sobre o universo.
  • Trigésimo (30º): O degrau da escada onde a gente percebe que a subida é longa e exige fôlego.
  • Centésimo (100º): O marco de um século, ou de uma contagem até cem sem respirar, se você for corajoso.
  • Ducentésimo (200º): Nossa estrela de hoje, brilhando com elegância latina.
  • Trecentésimo (300º): Um salto e tanto, para quem pensava que 200 já era um exagero.
  • Quadringentésimo (400º): Quase a metade do caminho para o mil, um feito e tanto.
  • Quincentésimo (500º): Metade da viagem, a hora perfeita para um cafezinho.
  • Sexcentésimo (600º): Começando a sentir o peso dos números nas costas, mas sem perder o charme.
  • Septingentésimo (700º): Quase lá, mas ainda longe do milagre, o esforço final está próximo.
  • Octingentésimo (800º): Dona Eulália certamente amaria esse, com sua sonoridade quase musical.
  • Noningentésimo (900º): A reta final, o sprint para a glória numérica.
  • Milésimo (1.000º): O apogeu da contagem, o grande final, o momento de respirar aliviado.

Esses termos, que parecem tirados de um livro de magia antiga ou de um pergaminho esquecido, são na verdade os arquitetos discretos da ordem em nossa língua. Sem eles, o mundo seria um caos numérico onde ninguém saberia quem é o primeiro da fila ou o último a pagar a conta. Uma precisão que, convenhamos, falta em muitos outros aspectos da vida, mas que a língua portuguesa nos presenteia com uma elegância que vale cada sílaba.