Como se faz o texto argumentativo?
Como escrever um bom texto argumentativo?
Ah, escrever um texto argumentativo... Lembro-me daquela vez, no terceiro ano, tentando convencer a professora de português sobre os benefícios da leitura digital. Foi tenso. Comecei com a introdução, claro, definindo o que era leitura digital pra ela, uma senhora que mal sabia usar um celular. Detalhei as vantagens, tipo acesso rápido a qualquer livro, praticidade de carregar vários na mochila (sem peso!), e até falei sobre a preservação ambiental, menos papel. Fiz uns três parágrafos de desenvolvimento, cada um com um argumento diferente, com exemplos bem específicos, tipo o preço de livros físicos versus ebooks. Terminei com uma proposta, sugerindo a implementação de um programa de leitura digital na escola. Ela, no final, disse que era interessante, mas não mudou nada.
Na faculdade, em 2018, um trabalho sobre o impacto do turismo em Paraty me fez usar essa estrutura. Introdução com a importância do turismo, desenvolvimento com pontos positivos e negativos do fluxo turístico na região (incluí dados que peguei num estudo da UFRJ, mas coloquei no meu estilo, sabe?) e, na conclusão, sugestões para um turismo mais sustentável, com foco na preservação do patrimônio histórico. Esse foi um sucesso, tirei 9,5! A professora elogiou meu argumento sobre a necessidade de investimento em infraestrutura.
Mas a essência é simples: introdução para apresentar o tema, desenvolvimento pra argumentar com exemplos e provas, conclusão para sintetizar e propor soluções. Fácil, né? Nem sempre. Às vezes, acabo fugindo um pouco dessa estrutura, dependendo do tema, mas a ideia principal se mantém.
Informações curtas:
- Introdução: Apresentação do tema.
- Desenvolvimento: Argumentos com provas.
- Conclusão: Síntese e proposta de solução.
- Estrutura: Geralmente 4-5 parágrafos.
Como se elabora um texto argumentativo?
Elaborar um texto argumentativo eficiente é como construir um castelo de cartas: precisa de base sólida e estratégia. Três pilares são fundamentais:
Tese: A alma do seu argumento. É a sua opinião, a sua posição sobre o assunto. Precisa ser clara, concisa e, principalmente, defensável. Pense numa tese como a pedra fundamental do castelo; se ela for fraca, tudo desaba. No meu último artigo sobre a reforma tributária, minha tese foi a urgente necessidade de simplificação do sistema para estimular o crescimento econômico. Uma tese precisa ser algo em que se acredita profundamente, algo que te impulsione a defender com unhas e dentes.
Argumentos: As colunas que sustentam a tese. Aqui a gente entra na parte divertida – a pesquisa, a seleção de provas, exemplos, dados, e até mesmo analogias, para convencer o leitor. É crucial selecionar argumentos fortes e relevantes, evitando generalizações. Para o meu artigo, pesquisei dados do IBGE sobre a complexidade tributária e seus impactos negativos no PIB, e, por fim, utilizei um gráfico para melhor demonstrar a situação. Para a minha dissertação de mestrado, eu utilizei artigos científicos para fundamentar minhas conclusões. Cada argumento precisa ser um tijolo bem encaixado na construção, e a quantidade necessária vai depender da complexidade do argumento central.
Conclusão: A cereja do bolo, que sintetiza tudo. É um resumo do que foi apresentado e um reforço final da tese. Não é espaço para novas informações, mas para reafirmar o ponto de vista com impacto. Como um mestre de obras inspecionando a edificação e certificando-se que tudo está firme, a conclusão deve ser impecável. A minha conclusão sempre busca reforçar a importância da minha tese, ressaltando a necessidade de ação política para a resolução do problema apresentado. É importante lembrar que um texto argumentativo não busca apenas apresentar opiniões, mas sim convencimento. É preciso ir além do “eu acho”, apresentando evidências e argumentos sólidos. A persuasão, nessa etapa, é crucial.
Lembre-se: um texto argumentativo bem estruturado é uma dança equilibrada entre tese, argumentos e conclusão. E, como diria meu avô, a escrita é uma arte da persuasão – e, como toda arte, requer prática e paixão. A prática leva à perfeição, e a paixão, à eloquência.
Quais são as características do texto argumentativo?
Ah, o texto argumentativo… É como tentar capturar o vento, sabe? Uma dança de ideias, um balé de convicções.
É um jardim de afirmações, onde cada flor tenta ser a mais bela, a mais persuasiva. Lembra o jardim da minha avó, cada rosa com sua história.
São premissas que se entrelaçam, raízes que buscam a verdade. Como as conversas noturnas na varanda, buscando sentido nas estrelas.
Um ponto de vista, farol que guia o barco do pensamento.
E, acima de tudo, a doce obsessão de convencer, de tocar o coração do outro com a força das palavras. Uma serenata à alma, sussurrando verdades.
Não é guerra, não é ataque. Longe disso. É mais como um abraço, um convite gentil para ver o mundo com outros olhos. É sobre estender a mão, não fechá-la em punho.
Às vezes, apoia outros. Como um amigo, um ombro.
Quais são os três tipos de textos argumentativos?
Três tipos de texto argumentativo, hein? A gente aprende isso na escola, mas na vida real… vira tudo uma confusão. Às vezes, me pego pensando nisso tarde da noite, sabe? Aquela sensação de que a teoria é uma coisa, a prática outra bem diferente.
1. Dissertativo-argumentativo: Esse é o mais formal, o que a gente estuda nos livros didáticos. É aquele texto estruturado, com tese, argumentos, exemplos, conclusão… enfim, todo certinho. Lembro da professora de português explicando, com aqueles esquemas no quadro. Era chato, mas necessário. Usei muito na faculdade, principalmente nos trabalhos de história. Ainda me lembro daquela apresentação sobre a ditadura militar, me sentindo exausta depois.
2. Crônica argumentativa: Ah, essa é mais solta. Parece uma conversa informal, mas com um ponto de vista claro. Não tem aquela rigidez do dissertativo, flui mais naturalmente. Lembrei da crônica do meu escritor preferido, João Ubaldo Ribeiro, falando sobre política – um mestre da persuasão. Tinha um jeito de contar história que te prendia, te fazia refletir, mesmo sem ser tão formal. Li várias vezes.
3. Carta argumentativa: Essa é mais direta, focada no receptor. É como se você estivesse conversando com alguém, tentando convencê-lo do seu ponto de vista. Lembro de ter escrito uma carta aberta para o prefeito da minha cidade reclamando do transporte público, em 2022. Não mudou nada, claro… Mas eu precisava desabafar, sabe? Era uma forma de me sentir menos impotente. Não tive resposta, mas me senti melhor.
Quais são as marcas do texto argumentativo?
E aí, beleza? Textinho argumentativo tem que ter umas paradas, senão vira bagunça, né? É tipo receita de bolo, se faltar ingrediente, desanda tudo! ????
- Tese: É tipo a sua opinião, seu "eu acho" sobre o assunto. Tipo, "Acho que pastel com caldo de cana é a oitava maravilha do mundo!". Tem que ser algo que dê pra discutir, né? Senão, qual a graça? ????
- Argumentos: É a prova de que você tá certo (mesmo que não esteja kkk). Tipo, "Pastel com caldo de cana é bom porque é crocante, quentinho e me lembra a feira!". Tem que ser bom pra convencer a galera, né? ????
- Conclusão: É tipo o "gran finale", pra mostrar que você arrasou! Tipo, "Por isso, pastel com caldo de cana é top demais e quem discorda tá errado!". Tem que ser impactante pra deixar todo mundo pensando! ????
Pronto! Agora você já sabe como lacrar nos textos argumentativos. ????
Qual é a linguagem predominante no texto argumentativo?
A Língua do "TRETA": Desvendando o Mistério da Linguagem Argumentativa!
A pergunta é qual a língua predominante em textos argumentativos, né? Meu Deus, que pergunta difícil! Pensei que ia ter que consultar o Papa Francisco pra responder essa. ????
A resposta é simples, gente: a língua predominante é a que o autor escolhe! Pode ser português, inglês, chinês, klingon... sei lá! A depender do público-alvo, o texto vai ser em uma língua específica. Afinal, ninguém vai escrever um texto em latim pra vender pastel na feira, né? A não ser que você queira causar um rebuliço tipo "o que esse maluco tá falando?". ????
Mas tem uns detalhes:
- Impessoalidade: Geralmente, os textos argumentativos tentam ser objetivos, tipo robô. Evita-se o "eu acho" e o "na minha humilde opinião", a menos que o objetivo seja criar uma conexão mais pessoal com o leitor, sabe? Aí, muda tudo!
- Objetividade: Prioriza-se a apresentação de fatos e dados, sem muito mimimi. É o tipo de texto que não tem espaço pra "choro", pois é focado nos argumentos. A menos que seja uma dissertação sobre a eficácia do choro como forma de argumentação, aí tudo bem, né? ????
- Formalidade: Normalmente, a linguagem é mais formal, tipo discurso de político em campanha eleitoral. Mas, a depender do público e do assunto, pode ser informal também. A gente não vai falar igual a um professor de física numa conversa com os amigos, né?
Pra finalizar, esquece essa de "variedade padrão da língua". Isso é só um termo chique pra dizer que o texto tá escrito certo, sem erros de português. Tipo escrever "ontem eu fui na feira comprar pastel" ao invés de "ontem eu fui à feira comprar pastel". Mas, a gente se entende, né? ???? Meu português hoje tá meio "de férias", desculpa aí. ????♀️
Em resumo: A língua do texto argumentativo depende do contexto, do autor e do público. Pode ser formal, informal, impessoal, pessoal... enfim, uma salada deliciosa de escrita.
Ah, e se você quiser um exemplo, olha meus textos aqui: pura argumentação maluca e divertida, com direito a emojis e gírias! ????
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