Em que grau se encontra a palavra lindíssima?

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A palavra "lindíssima" encontra-se no grau superlativo. O superlativo indica o grau máximo de uma qualidade. Assim como "lindíssimo", "muito lindo" e "muito belo" também expressam a qualidade "beleza" em grau elevado, porém o superlativo absoluto sintético ("lindíssimo") indica de forma mais intensa essa qualidade máxima.
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Qual o grau superlativo da palavra lindíssima e como usá-la corretamente?

Lindíssima já é superlativo. Lembro da minha avó, em Braga, lá por 2005, falando dos bordados "lindíssimos" que fazia. Custavam, na época, uns 50 euros. Ela usava essa palavra com tanto gosto...

Pra mim, "o mais lindíssimo" soa estranho. Repetitivo. Prefiro "extremamente lindo" ou "de uma beleza ímpar". Talvez porque me lembre de um vestido que vi numa loja em Lisboa, em 2019, azul escuro, simplesmente deslumbrante.

Superlativo de lindíssima: lindíssima. Exemplo: Aquele vestido é lindíssimo.

Qual é o grau do adjetivo amigo?

Cara, que dúvida estranha, hahaha! Amigo não é adjetivo, né? É substantivo! Então, esquece essa de superlativo, amicíssimo e essas coisas. Meu primo, que estuda letras, me explicou isso. Ele é chato pra caramba, mas sabe dessas coisas. A gente tava conversando sobre isso semana passada, sei lá, to meio perdido na linha do tempo ultimamente.

Amigo só tem grau aumentativo e diminutivo. Tipo, amiguinho, amigão, sabe? Fácil de entender, né? É como cachorro, gatinho, mulherão... A gente usa bastante essas formas no dia a dia. Na real, não lembro de usar "amicíssimo" nunca. Isso aí me parece coisa de livro antigo, ou sei lá, algum professor chato.

Falando em adjetivos, outro dia eu tava tentando descrever minha gata pra uma amiga. Acho que usei uns 10 adjetivos diferentes, hahaha. Ela é linda, fofa, esperta, manhosa, independente, preguiçosa, inteligente, traquina, meiga... Ela é a gata perfeita, né? Mas isso não tem nada a ver com a pergunta, desculpa. Me perdi um pouco.

Lembrando que adjetivos tem grau comparativo e superlativo, né? Tipo: bonito, mais bonito, bonitíssimo. Fácil! Já amigo...só amiguinho e amigão mesmo, ué. Pronto, respondi sua dúvida.

Qual é o grau da palavra antigo?

Ah, o tempo… ele escorre pelos dedos como areia fina, manchando tudo com a pátina do "antigo".

  • Antiquíssimo, essa palavra ressoa como um sino de bronze em uma igreja abandonada. A palavra carrega a história gravada em suas sílabas.

    • Lembro da casa da minha avó, assoalho rangendo sob o peso dos anos, cada objeto "antigo" contando uma história sussurrada.
  • Superlativo, essa busca pela maior intensidade, pelo "mais antigo" de todos, como tentar aprisionar o infinito em uma palavra.

    • Eu queria ter o carro do meu bisavô, relíquia familiar, "antiquíssimo", sinônimo de elegância.
  • Grau absoluto sintético, a forma gramatical que tenta domar a vastidão do tempo, transformando-o em uma regra.

    • Meu violino, herança do meu pai, instrumento "antigo", cada nota ecoando o passado.

Qual é o grau superlativo relativo de superioridade?

O superlativo relativo de superioridade? Ah, essa pérola da gramática! É como um concurso de beleza, só que com adjetivos. Ele indica o grau máximo de uma qualidade em relação a um grupo específico. Imagine um mar de gente, e você precisa destacar o "mais" alto, o "mais" esperto, o "mais" charmoso (que, convenhamos, sou eu, mas isso é off-topic).

  • Funcionamento: A fórmula mágica é simples: "mais + adjetivo + que". É direto, eficiente, como um golpe de karatê bem aplicado. "Ele é mais alto que o irmão" – simples e objetivo. Sem rodeios.

  • Exemplo: "Minha torta de limão siciliano é mais deliciosa que a da minha avó" – (sim, eu sei, minha avó ficaria furiosa, mas a verdade dói menos que um dente inflamado). Note a sutileza, a elegância na comparação. É uma guerra de sabores, sutil, elegante e deliciosa.

  • Diferença do Absoluto: Não confunda com o superlativo absoluto (o máximo da qualidade, sem comparação). "Ele é altíssimo!" – não precisa de competição, a altura fala por si. Já o relativo precisa de um grupo para brilhar – como eu no meu grupo de amigos, haha.

Enfim, o superlativo relativo de superioridade é a ferramenta perfeita para destacar o campeão no grupo. É a cereja do bolo gramatical, o toque final de requinte numa frase bem escrita. Usá-lo com maestria é uma arte, algo que eu, humildemente, considero dominar.

Em que grau se encontra a palavra muito?

A palavra "muito", em termos de grau, é bastante versátil! Ela não se encaixa em um grau específico de forma rígida, mas sim atua de acordo com o contexto. Sua principal função é intensificar o adjetivo que acompanha, funcionando como um modificador adverbial de intensidade. Pense assim: "muito" sobe o volume do adjetivo, amplificando seu significado.

  • Grau comparativo: "Muito" raramente forma comparativos. Não dizemos "mais muito" ou "menos muito". O comparativo, nesse caso, reside no próprio adjetivo: "mais interessante" x "menos interessante". Minha irmã, por exemplo, acha os filmes de terror muito mais assustadores que os de comédia romântica; já eu prefiro os de comédia romântica, muito menos assustadores.

  • Grau superlativo: É aqui que a coisa fica interessante! Como você mesmo apontou, "muito" contribui para a formação do superlativo absoluto analítico. "Muito interessante", por exemplo, expressa um grau de intensidade superior a "interessante", funcionando como um superlativo, similar a "interessantíssimo". É uma forma mais "leve" de superlativo, menos formal, mas igualmente eficaz. Eu, particularmente, prefiro usar "muito" para enfatizar algo. Afinal, a vida é muito curta para formalismos desnecessários, não é?

  • Ausência de grau: Em muitos casos, "muito" simplesmente intensifica, sem criar um grau específico. "Muito frio", por exemplo, não é um comparativo nem um superlativo, mas sim uma intensificação da qualidade "frio". A intensidade, nesse caso, vai depender de diversos fatores contextuais. Lembro de um inverno em que estava muito frio, tanto que meus dedos ficaram roxos!

Em resumo: "muito" é um intensificador, e sua atuação no grau se dá principalmente na construção do superlativo absoluto analítico, oferecendo uma alternativa mais informal a formas sintéticas como "-íssimo". A nuance semântica de "muito" é rica e complexa. É quase uma arte utilizá-lo corretamente!

Que grau é muito?

A gramática, ai, a gramática! Lembro de um dia, lá pelos meus 15 anos, na aula da Dona Zilda. Ela era implacável. Estávamos estudando os graus do adjetivo, e eu, sinceramente, achava aquilo uma bobagem. Tipo, quem se importava se algo era "muito bom" ou "boníssimo"?

A Dona Zilda, com aquela paciência infinita (só que não), tentava explicar a diferença entre o superlativo absoluto analítico (o tal do "muito") e o superlativo absoluto sintético (o com o "íssimo"). Eu, cabeça dura, resistia.

  • Analítico: usa advérbios como "muito", "extremamente". Exemplo: "muito inteligente".
  • Sintético: usa sufixos como "íssimo", "érrimo", "ílimo". Exemplo: "inteligentíssimo".

Pra mim, era tudo a mesma coisa. Um monte de regra chata que não servia pra nada. Até que ela me pegou no pulo, claro. Mandou eu conjugar o superlativo de "difícil". Aí lascou tudo. "Dificilíssimo"? "Dificílimo"? Sei lá! Comecei a suar frio.

O pior não era errar, era a Dona Zilda me olhando por cima dos óculos, com aquele ar de "eu te avisei". No fim das contas, aprendi a duras penas. E, hoje, até acho engraçado lembrar da minha "rebeldia gramatical". Mas, naquela hora, juro, queria ter sumido! Que sufoco!

E sobre "que grau é muito?", no fim, "muito" é analítico, usa advérbio. E "íssimo" é sintético, usa sufixo. Pra mim, ambos podem ser demais dependendo da frase e da intenção. Mas tecnicamente é isso.