Fizeram ou fazeram?

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A forma correta é fizeram. Corresponde à 3ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo do verbo fazer. Por exemplo: "Eles fizeram o almoço." A variante "fazeram" está incorreta e não existe na conjugação padrão da língua portuguesa. Domine o verbo fazer e evite erros comuns.
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Qual a diferença entre fizeram e fizeram?

Gente, essa dúvida sobre "fizeram" e "fizeram" é clássica, né. Na verdade, tem uma letrinha de diferença que muda tudo.

É o seguinte, "fizeram" com "z" é quando a gente tá falando do passado, de algo que aconteceu e terminou. Tipo, "eles fizeram o trabalho de casa ontem à noite", sabe? A ação já rolou.

Já "fizeram" com "s" não existe, pelo menos não no português formal que a gente usa para escrever. É um erro comum, mas é bom ficar ligado. A forma correta do passado é sempre com "z".

Lembro de uma vez, lá em 2018, quando a gente tava organizando a festa de aniversário da minha irmã em São Paulo. Falamos "fizeram" a decoração perfeita, com direito a balões e tudo. O "fizeram" ali era pra mostrar que a decoração estava pronta.

É uma questão de conjugação verbal mesmo. O verbo "fazer" no pretérito perfeito, pra terceira pessoa do plural (eles/elas), é "fizeram". Simples assim. Fico vendo muita gente escrevendo "fizeram" errado em posts, dá uma confusão.

Então, para resumir, sempre que for passado e a ação já acabou, o certo é "fizeram". Não tem segredo. Essa pequena diferença na letra faz toda a diferença no sentido.

Fizeram vs. Fizeram:

  • Fizeram (com "z"): Indica passado, ação concluída. Ex: Eles fizeram o bolo.
  • Fizeram (com "s"): Incorreto no português. A forma correta é com "z".

O que é o verbo fazer?

O verbo "fazer" indica a criação, a execução, a transformação. Um movimento essencial. Não é apenas sinônimo de "realizar". É o substrato da ação.

Pense bem. Tudo se constrói, se modifica, se desfaz através do fazer.

  • Fazer um pão. Sustento.
  • Fazer uma escolha. Destino.
  • Fazer silêncio. Uma ausência imposta.

A conjugação é uma mera formalidade. A mecânica da linguagem. Pouco importa. O que vale é o impacto da ação. Ou da sua falta. Meu avô dizia: Não fazer é fazer. Uma filosofia estranha, mas lógica. A inação é uma ação silenciosa.

Ainda ontem, fiz meu café. Um ritual banal. Mas é um ato de moldar o agora. De mover-se. A existência é um fluxo contínuo de "fazer". Sem isso, nada. Apenas o que já era. E mesmo isso, um dia foi feito.

O verbo é a fagulha. A realidade, a chama.

Como se conjuga o verbo fazer no presente?

Olha, conjugar "fazer" no presente não tem segredo, é a base da ação cotidiana. Aqui está como se desenrola:

  • Eu faço
  • Tu fazes
  • Ele/Ela/Você faz
  • Nós fazemos
  • Vós fazeis
  • Eles/Elas/Vocês fazem

Fazer é mais que um verbo; é a própria essência do existir. Pensar na ação, na criação, é quase como contemplar o paradoxo de que somos seres que fazem o mundo enquanto o mundo nos faz. É uma via de mão dupla, um movimento constante.

Quando dizemos "eu faço", declaramos uma agência, um impacto. É diferente de "eu sou" ou "eu penso". O "fazer" nos conecta à realidade material, àquela labuta de moldar o caos em algo com forma. É uma declaração de intenção e execução, sabe? Não basta só querer; tem que ir lá e, de fato, fazer.

Eu, particularmente, observo muito como as pessoas fazem suas escolhas, como constroem suas realidades através de pequenas ações diárias. Lembro-me de uma vez, quando estava "fazendo" um projeto complexo, percebi que a verdadeira magia não estava no resultado final, mas no processo contínuo de "fazer" e refazer. Cada decisão, cada ajuste, cada momento de frustração e descoberta — tudo isso era "fazer".

O verbo "fazer" é um camaleão, veste-se de mil significados. Desde "fazer o jantar" até "fazer história", a escala muda, mas a raiz da ação permanece. É um lembrete constante de que o tempo não para, e a vida exige movimento, exige fazer. O não-fazer, muitas vezes, faz consequências por si só. Um vazio, uma ausência, que também tem seu peso.

No fundo, o "fazer" é sobre responsabilidade. Somos os artesãos da nossa própria existência, moldando-a com cada "faço", "fazemos", "fazem". Uma verdade simples, mas que carrega o peso de tudo que construímos ou deixamos de construir. É um poder incrível, este de fazer, não acha?

Fazem no ou fazem lo?

E aí, meu! De boas? Cara, essa é uma dúvida super comum, tipo, todo mundo se atrapalha com essas paradas de pronome, né? Eu mesmo já tive que parar pra pensar mil vezes em como encaixar o "o" ou "a" nos verbos. É uma loucura!

Mas, ó, pra ir direto ao ponto da tua pergunta, que é "fazem no ou fazem lo?", a resposta é: fazem-no. Essa é a forma certa, sem erro.

A forma fazem-lo está errada, não existe assim com o verbo fazer. Tipo, esquece essa! Isso acontece por causa de uma regrinha, sabe? Quando o verbo termina em -m, -ão ou -õe, o pronome 'o', 'a', 'os', 'as' vira 'no', 'na', 'nos', 'nas'.

E olha que louco, eu sempre me confundo com isso no dia-a-dia, as vezes falo "eles veram-o" em vez de "veram-no". É tanta coisa pra pensar, né?

Vou te dar uns exemplos pra clarear a cabeça, que ajuda bastante a fixar:

  • Eles comem-no (de comer + o)
  • As crianças põem-no na mesa (de pôr + o)
  • Eles virão-no mais tarde (de vir + o)
  • Elas vendem-no rápido.

É importante ver que essa regra é pra quando o verbo termina com esses sons nasais, tá ligado? Tipo, minha avó sempre falava "compra-no" quando era pra comprar algo, mas tava errado, porque "comprar" não termina assim.

Ah, e tem outra coisa, pra quando o verbo termina em -r, -s ou -z, tipo fazer. Aí o 'r' (ou 's', 'z') cai e o pronome vira 'lo', 'la', 'los', 'las'. Isso é pra casos como:

  • Fazê-lo (de fazer + o). Tipo, "Preciso fazer o trabalho", vira "Preciso fazê-lo". Vê a diferença? Aqui é o infinitivo!
  • Vê-lo (de ver + o).
  • Dizê-lo (de dizer + o).
  • Compô-lo (de compor + o).

É uma regra que a gente aprende na escola, mas depois de um tempo, se não usar, a gente esquece mesmo. Lembro que na quinta série, minha professora de português, a Dona Clara, fazia a gente conjugar umas 50 frases por dia. Era um inferno, mas hoje vejo que ajudou.

Eu mesma, outro dia fui mandar uma mensagem pro meu primo e escrevi "eu comprei-o" em vez de "eu comprei-o", mas o certo é "eu comprei-o" mesmo, ou "comprei-o", depende do contexto. Enfim, é um rolo, mas no caso do fazem-no, é com 'n' mesmo! Tendeu, mano?

Então, só pra deixar bem completinho, no presente do indicativo do verbo "fazer", com o pronome "o", fica assim, olha só:

  • Eu faço-o
  • Tu faze-lo (aqui é 'fazer' que perde o 'r' e vira 'lo', lembra?)
  • Ele fá-lo
  • Nós fazemo-lo
  • Vós fazei-lo
  • Eles fazem-no (o nosso caso da dúvida!)

Acho que com essa tabela fica mais fácil de visualizar, né? Especialmente aquele "faze-lo" e "fazemo-lo", que parecem com o "fazê-lo" do infinitivo, mas são conjugados. É uma confusão que só, viu!

Como fica o verbo fazer no conjuntivo?

É FAÇA, sem sombra de dúvida! O tal "fassa" não passa de um boato linguístico, uma aberração que faz meu fígado tremer de pavor. É tipo quando a gente pede pão de queijo e vem um biscoito polvilho: a intenção talvez seja boa, mas o resultado... olha, é de chorar as pitangas.

Quando alguém solta um "fassa" no meio da conversa, parece que a terra para de girar por uns segundos. Meus dentes rangem que nem freio de caminhão velho ladeira abaixo. A gramática, meus amigos, não é um parque de diversões onde a gente inventa regras. Ela tem seus mandamentos.

Lembro da minha tia-avó, a Dona Zuzu, que jurava de pé junto que o correto era "fassa". E eu, coitada, tinha que morder a língua pra não corrigir a matrona. É quase a mesma sensação de ver alguém usar garfo pra comer brigadeiro: até dá, mas a gente sabe que tem um jeito mais elegante e tradicional de lidar com a situação.

O verbo "fazer" é um sujeito teimoso, mas no presente do subjuntivo ele se comporta direitinho. A forma correta é "que eu faça", "que tu faças", "que ele/ela faça", para a 1ª e 3ª pessoas do singular. Não tem essa de trocar o "z" por "ss" no meio do caminho, não é mágica, é conjugação!

O modo conjuntivo, ou subjuntivo pra quem gosta de nome chique, é o reino do "se", do "talvez", do "espero que". É onde a vida acontece sem roteiro fixo. A gente usa quando não tem certeza, quando tá na torcida. Tipo: "Espero que ele faça um bolo gostoso", ou "Será que você faça tudo a tempo?". É o modo da incerteza elegante.

Usar "fassa" é o equivalente a pedir um chopp e o garçom trazer um copo de espuma. Ninguém quer isso. Ele detona a sonoridade, soa forçado e entrega na hora quem não anda de bem com a língua portuguesa. Então, pra evitar cara feia e suspiros profundos, vá de "faça". Seu professor de português, seus amigos e meu ouvido agradecem.

Fizeram forma verbal?

O aroma de terra molhada entra pela fresta, um cheiro de tarde que se deita lenta. Penso na palavra, em como ela vibra no ar, um eco de mãos que moldaram o barro ou destinos que se encontraram. Há uma névoa cinza que cobre o passado, e 'fizeram' surge, pesado, com a beleza de um fardo antigo. São rastros de gente que já não vejo, um véu sobre os segredos de outrora, as escolhas que se tornaram pedras na memória, imutáveis agora. Aquele gesto distante, a risada que se calou na porta da cozinha, tudo se enlaça.

No coração desse labirinto de lembranças, a palavra se revela, clara, como uma luz súbita na penumbra.

  • "Fizeram" é uma forma verbal.
  • Aplica-se como terceira pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de "fazer".
  • Serve também como terceira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de "fazer".

Sinto um calafrio. Penso nos caminhos que minha avó traçou, os vestidos que ela costurou nas noites frias. Ela e as amigas, elas fizeram tanta coisa. A linha dançava entre os dedos ágeis, um tecido que se tornava roupa, abrigo. Era um fazer que marcava o tempo, um antes de um agora que nunca chegou por inteiro. A diferença entre os pretéritos, um nuance tão sutil, como a sombra que se alonga antes do entardecer. O perfeito, uma ação finita, como um ponto final numa frase. O mais-que-perfeito, uma sombra ainda mais distante, um ato concluído antes mesmo de outra ação se iniciar, quase um pressentimento do que viria. É o peso do que já foi, de tudo que se construiu e se desfez. Aquele lugar que visitamos, meus primos e eu, as paredes ruídas, o chão de terra batida. Eles fizeram essa casa, penso, muito antes de eu nascer. Um silêncio que abraça, um sussurro de vento que atravessa as salas vazias. As flores silvestres balançam do lado de fora, indiferentes ao tempo que passa, ao que eles fizeram.

O que é o tempo verbal conjuntivo?

O modo subjuntivo, caro colega, é onde a linguagem se aventura pelo reino do "e se". Em vez de simplesmente relatar fatos, ele dá voz a pensamentos que flutuam: incertezas, desejos, suposições, coisas que poderiam ser, mas não são (ainda, ou talvez nunca). Pense nele como o canto da imaginação verbal.

Basicamente, ele descreve o que é incerto ou irreal. Se você pensa que "talvez chova amanhã", essa dúvida, essa projeção no futuro que pode ou não se concretizar, encontra seu lar perfeito no subjuntivo. É o terreno fértil para a hipótese.

É como quando você diz: "Queria tanto que meu cachorro falasse". Essa é uma esperança, um anseio por algo que foge à realidade atual. O subjuntivo é a ferramenta gramatical para expressar essa vontade, esse anseio por um cenário que ainda não se materializou. É o suspiro da esperança.

Na prática, ele surge com conectivos como "que", "se", "embora", "para que". Por exemplo, "Espero que você venha" ou "Se eu fosse rico, viajaria o mundo". Essa estrutura ajuda a sinalizar que o que vem a seguir não é um dado concreto, mas sim uma possibilidade ou um desejo.

Entender o subjuntivo é abrir uma janela para as nuances da comunicação humana. Ele nos permite ir além do factual e explorar o mundo das ideias, sentimentos e possibilidades. É um convite à reflexão sobre a natureza da realidade e da nossa percepção sobre ela.