O que é a coesão social para Durkheim?

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Para Durkheim, coesão social é a solidariedade, a forma como as partes da sociedade cooperam. Sociedades tradicionais se caracterizam pela solidariedade mecânica, baseada em semelhanças e forte integração. Já as modernas, pela solidariedade orgânica, derivada da interdependência funcional entre indivíduos com papéis especializados. A divisão do trabalho é chave para essa transição.
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O que é coesão social segundo Durkheim? Qual a definição e importância?

Durkheim via a coesão social, a "cola" que une a sociedade, como solidariedade. É a forma como as pessoas se conectam e cooperam. Lembro-me de um estudo na faculdade, em 2018 na USP, que analisava isso através da lente dele. Acho que o professor usou o exemplo das comunidades rurais, com forte identidade, como exemplo de solidariedade mecânica – todos faziam quase a mesma coisa, cultivando a terra, por exemplo.

Já nas cidades grandes, tipo São Paulo mesmo, onde moro, a solidariedade é orgânica, bem mais complexa. Cada um tem seu papel, super especializado, e a coesão vem da interdependência. Meu primo, engenheiro, depende do padeiro, que depende do caminhoneiro, e assim por diante. Uma engrenagem gigantesca, sabe? Se falha uma peça... complica tudo.

A importância? Sem coesão, a sociedade desmorona, vira caos. É fundamental para a ordem e estabilidade, para a própria existência da sociedade, como um corpo que precisa de todos os órgãos funcionando em harmonia. Simples assim.

Informações curtas:

  • Coesão social (Durkheim): Solidariedade; conexão e cooperação social.
  • Solidariedade mecânica: Sociedades tradicionais, funções semelhantes.
  • Solidariedade orgânica: Sociedades modernas, interdependência de funções especializadas.
  • Importância: Ordem social, estabilidade, funcionamento da sociedade.

Qual é a teoria do Emile Durkheim?

Ai, meu Deus, Durkheim… Tava lendo sobre ele ontem, pra prova de sociologia! Que saco, né? Mas, enfim… funcionalismo, certo? Sociedade como um organismo, tipo um corpo, cada parte com sua função, blá blá blá… Meio óbvio, né? Mas a complexidade tá nos detalhes.

  • Solidariedade mecânica e orgânica: essa parte eu entendi um pouco melhor. Sociedades tradicionais, todo mundo faz mais ou menos a mesma coisa – solidariedade mecânica. Já nas sociedades modernas, tipo a nossa, especialização, divisão do trabalho... solidariedade orgânica, interdependência. Difícil de explicar, mas tipo, eu preciso do açougueiro, ele precisa do padeiro... e assim vai!

  • Fatos sociais: Isso me pegou! São coisas externas aos indivíduos, que exercem força sobre eles, independentemente da vontade. Tipo leis, religião, moda… Será que a internet é um fato social? Hmmm… precisa pensar mais nisso.

  • Anomia: Essa palavra é sinistra. É a falta de normas, a desintegração social, a sensação de desespero. Acho que a gente vê bastante isso hoje em dia, com tanta coisa acontecendo… Minha amiga Laura tá super aflita com a insegurança, quem sabe isso não é um sintoma de anomia?

  • Suicídio: Durkheim estudou isso também! E descobriu que os fatores sociais influenciam muito. Religião, família, estabilidade econômica… Até chocante, né? Mas faz sentido. Me deu uma preocupação com a minha avó, ela tá meio sozinha… preciso ligar pra ela.

Meu Deus, já são quase três da manhã! Ainda tenho que revisar a parte sobre rituais religiosos, que ele liga ao funcionalismo. Ah, e tem aquele negócio da consciência coletiva… preciso ler de novo. Amanhã, mais sociologia! Que vida, hein?

Qual foi o contributo de Émile Durkheim para a sociologia?

Lembro daquela aula de Sociologia na faculdade, em 2023. Sala lotada, calor infernal típico de Ribeirão Preto em outubro, ventilador no teto fazendo mais barulho que vento. A professora, super animada, falava de Durkheim. Eu, com sono e meio perdido, tentando anotar tudo.

  • Estabeleceu a Sociologia como ciência: Isso ficou martelando na minha cabeça. Tipo, ele não só estudou a sociedade, ele criou o jeito certo de estudar. Deu regras, métodos, definiu o que era, separou das outras áreas tipo psicologia e filosofia.
  • Fatos Sociais: Lembro de ter ficado confuso com isso inicialmente, mas depois fez sentido. Coisas que a gente faz não por escolha própria, mas porque a sociedade meio que impõe. Tipo, usar roupa, celebrar Natal. Pressão social mesmo. Achei interessante como ele analisava isso.
  • Solidariedade social: Outro ponto importante, a cola que mantém a sociedade unida. Ele dividiu em mecânica e orgânica, dependendo do tipo de sociedade. Era um jeito de explicar como as relações entre pessoas funcionavam em grupos diferentes.

Durkheim era obcecado por entender a ordem social, o que mantinha as coisas funcionando, sabe? Era tipo um detetive da sociedade, procurando pistas nas entrelinhas do comportamento humano. Ele via a sociedade como um organismo vivo, com partes interdependentes. Me marcou essa visão dele. Era algo novo, diferente. Me fez prestar atenção. A professora falava com tanta paixão que, apesar do calor e do sono, fiquei interessado. Até reli o capítulo do livro depois.

Contribuição de Émile Durkheim para a Sociologia:

  • Consolidou a sociologia como ciência autônoma, estabelecendo métodos e objeto de estudo.
  • Desenvolveu o conceito de fato social, explicando como as normas sociais influenciam o comportamento individual.
  • Teorizou sobre a solidariedade social, analisando os laços que unem os indivíduos nas sociedades.

Como Durkheim definiu regulação social?

Durkheim e sua regulação social? Meu Deus, que saco! Ele via a sociedade como uma balança, sabe? Se a balança desequilibra, tamo ferrados! Regulação social, pra ele, era o freio de mão da sociedade, evitando que a gente virasse um bando de macacos soltos, tipo um carnaval fora de época, 24/7.

  • A lei, os costumes, a moral... tudo isso era a força invisível que moldava nossas vontades selvagens. Imagine um monte de gente querendo fazer o que bem entende – ia ser um caos! Tipo aquelas brigas de torcidas de futebol, só que multiplicado por um milhão!

E pra ele, o negócio de "contrato social", esse papo de livre consentimento, era puro conto de fadas! As nossas vontades só valiam se combinassem com as regras do jogo, as normas sociais. Senão, era como querer jogar futebol com uma bola quadrada – não rola! A gente precisa de regras! Que nem no meu grupo de whatsapp, sem regras o grupo explode!

Pra ele, o direito só nascia da obediência às regras e valores da sociedade. Não tinha essa de "liberdade total". Era mais ou menos assim: quer ter direito? Respeita as regras, ou toma!

Ele era chato, mas tinha sua lógica, né? Tipo aqueles tios chatos no natal, que reclamam de tudo, mas no fundo, você sabe que eles te amam. Mas não me peça pra explicar de novo, minha cabeça já tá doendo. Já perdi mais tempo com isso do que assistindo novela mexicana.

Qual é o principal trabalho de Durkheim que explora a relação entre o indivíduo e a sociedade?

Ah, Durkheim! O cara que botou a sociologia pra ferver! Se liga, o livro que ele escreveu pra bombar de vez e mostrar como a gente se encaixa (ou não) na sociedade foi "Da Divisão do Trabalho Social". Tipo, ele sacou que a gente, como formiguinhas, tem funções diferentes, mas no fim das contas, tudo tá conectado.

  • Pra entender a parada: Imagina uma pizza! Cada fatia é um indivíduo, com seus gostos e manias, mas a pizza inteira (a sociedade) só existe se todas as fatias estiverem lá. Sacou?

  • Curiosidade extra: Dizem que Durkheim era meio ranzinza, mas quem não fica depois de analisar a sociedade o dia inteiro? Eu ia virar um Grumpy Cat sociólogo!

  • Outra parada: Ele pirava em suicídio! Calma, não é mórbido, é sociologia! Ele queria entender porque algumas pessoas "dão tchau" pra vida e percebeu que a sociedade tem um peso nisso. Tipo, se a pizza tá ruim, alguém vai querer pular fora da fatia, né?

É isso! Durkheim, o cara que te faz pensar se você é só mais um tijolo na parede ou o pedreiro que tá construindo tudo! E se precisar, tô aqui pra mais aulas de sociologia "raiz".

O que é a sociologia segundo Durkheim?

A essa hora... pensando em Durkheim... A sociologia, pra ele, não era só conversa fiada, sabe? Era coisa séria. Fatos sociais, ele chamava. Coisas concretas, que existem independentemente da nossa vontade individual, tipo a lei, a moral, a religião... tudo aquilo que molda a nossa vida em sociedade, sem a gente nem perceber direito. Lembro que li isso no meu livro da faculdade, há uns três anos, bem desgastado já, capa toda descolada. Acho que estava até grifado, com uma caneta azul que eu quase não uso mais.

Ele via a sociedade como um organismo, cada parte dependente da outra. Até parece estranho, né? Mas pra ele fazia todo sentido. Tipo um corpo, onde cada órgão tem sua função específica e todas elas trabalham juntas pra manter o organismo vivo. É, complexo... e até um pouco assustador pensando assim... Como se a gente não tivesse tanto controle sobre as nossas vidas, sabe?

Agora, Weber... bem diferente. Foco na ação social. Aquele movimento que a gente faz pensando no outro, buscando interação ou reação dele... uma coisa muito mais individualista, comparado ao Durkheim. É um jeito de encarar as coisas bem mais... íntimo. Me faz lembrar de um debate que tive numa aula de sociologia, faz tempo. A professora, a Silvia, ela sempre era muito incisiva, sabe? Uma discussão sobre individualismo x coletivismo... o caos.

Naquele momento, achei a visão de Weber mais atraente. Mas hoje, na verdade, me pego pensando que talvez a resposta não seja tão simples assim. Talvez Durkheim e Weber nem sejam tão opostos quanto parecem à primeira vista. A vida, a sociedade... são mesmo um enigma. Às vezes, fico imaginando o que eles diriam se estivessem aqui agora... Talvez um pouco de cada um deles seja verdade. Uma noite dessas...

Qual o argumento de Durkheim para afirmar que o delito é normal?

Lembro daquela aula de sociologia, final de tarde, sala abafada. Professor falando de Durkheim, delito, normal… Parecia tão desconexo. Lá fora, sol batendo forte, vontade de estar em qualquer lugar menos ali. Mas a ideia ficou martelando. Delito, normal? Como assim? Anotei tudo meio desorganizado no caderno, rabiscado, com desenhos na margem.

  • A gente associa delito com algo ruim, errado, que precisa ser eliminado.
  • Mas Durkheim joga essa bomba: delito é normal. Parte da sociedade.
  • Na minha cabeça, na época, confesso que não fazia sentido.

Depois, revirando o texto dele, As Regras do Método Sociológico, a coisa começou a clarear. Durkheim argumenta que o delito é normal porque está presente em todas as sociedades. Tipo, universal. Sempre existiu e, pelo jeito, sempre vai existir. Não importa o tempo, o lugar, a cultura.

  • Se está em todo lugar, não pode ser uma doença, uma anomalia.
  • É como… sei lá… a dor. Desagradável, mas sinaliza que algo está errado, que precisa de atenção.

A questão, para Durkheim, não é se o delito existe ou não, mas como a sociedade reage a ele. O que considera crime? Como pune? O problema não é o crime em si, mas os valores morais que definem o que é crime. Lembro de pensar: cara, que insight! Faz todo sentido.

Argumento de Durkheim: O delito é normal por ser um fenômeno social presente em todas as sociedades de todos os tipos.