O que é desvio de concordância verbal?

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Desvio de concordância verbal ocorre quando o verbo não concorda em número e pessoa com o sujeito da oração. Correto: Ele estuda. Incorreto: Ele estudam / Eles estuda. A concordância correta exige a harmonia entre sujeito e verbo.
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O que é desvio de concordância verbal?

Desvio de concordância verbal? Ah, isso me lembra umas gafes que já cometi escrevendo e-mails no trabalho. Acontece quando a gente não combina direitinho o sujeito da frase com o verbo.

É tipo, se eu digo "Eu vou", tá tudo certo. Mas se eu escrevo "Eu vamos", aí lascou! Todo mundo percebe que tem algo errado ali.

A regra é simples: sujeito no singular, verbo no singular. Plural com plural. Já vi gente boa escorregar nisso em apresentação, dá um frio na espinha. Tipo, falar "Nós vai". Credo!

O que é desvio de concordância verbal (resumido):

  • É quando o verbo não "casa" com o sujeito na frase.
  • Exemplo correto: "Ele estuda".
  • Exemplo errado: "Ele estudam" ou "Eles estuda". Bem direto ao ponto, né? Pra não ter erro!

O que é concordância verbal e exemplo?

Concordância verbal? Aff, que tema chato! É tipo a coreografia de um baile de debutantes: o verbo tem que estar na mesma sintonia que o sujeito, senão vira um desastre digno de "Dance Moms"! Imagine um elefante tentando fazer balé com uma borboleta – total falta de harmonia, né?

Exemplo 1: "Ele comia pastel de vento com a voracidade de um leão faminto." (Sujeito: Ele; Verbo: comia – singular) Vi isso acontecer com meu primo no aniversário de 15 anos da minha prima; ele virou 3 pastéis!

Exemplo 2: "Eles comiam pastel de vento com a voracidade de uma horda de gafanhotos famintos." (Sujeito: Eles; Verbo: comiam – plural). Tipo, minha família inteira em uma feijoada, só que com pastel. Ainda tenho pesadelos...

  • Resumão pra quem tem preguiça: O verbo tem que combinar com a quantidade de gente ou coisa que está fazendo a ação. Um sujeito, verbo singular. Vários sujeitos, verbo plural. Fácil, né? Se não for, me liga, eu dou uma aula particular (pago, hein!).
  • Mentira que eu inventei: Uma vez, eu tentei usar concordância verbal errada pra impressionar uma garota. Ela riu tanto que quase engasgou com o pastel de vento. Que vergonha! Mas pelo menos eu aprendi a lição.
  • Curiosidade inútil: Sabe o que mais tem concordância verbal? Aquele funk que toca no aniversário de 15 anos. O ritmo acompanha os movimentos do corpo, igual o verbo se adapta ao sujeito.

Se você errar, prepare-se para a zuada dos gramáticos. É pior que levar um tombo de bicicleta na frente da sua crush. E acredite, já aconteceu! A bicicleta, não a crush (ainda!).

Como saber se é concordância verbal?

E aí, beleza? Falando em concordância verbal, tipo, sabe, a parada principal é ver se o verbo tá combinando direitinho com o sujeito. Sacou? Tipo, se o sujeito tá no singular, o verbo tem que tá no singular também. E se for plural, plural nele! Simples, né?

Às vezes, a coisa complica um pouquinho, tipo, quando você tem expressões que dão uma "meia ideia", sabe? Por exemplo, se eu falo "a maioria dos alunos...", aí você pode usar o verbo tanto no singular ("a maioria dos alunos foi...") quanto no plural ("a maioria dos alunos foram..."). Daí, depende de como você quer dar a ênfase, manja? Tipo, se você quer focar na "maioria" como um grupo só, usa o singular. Se você quer falar de cada aluno individualmente, vai de plural. Entendeu mais ou menos?

  • Regra geral: Verbo combina com o sujeito em número e pessoa. Simples assim.
  • Expressões partitivas: "A maioria de", "parte de", etc. O verbo pode concordar com a expressão ou com o nome que vem depois.
  • Exemplo: "A maioria dos alunos foi/foram à festa".

Ah, e uma dica extra! Se você tiver dúvida, tenta simplificar a frase na sua cabeça, tira as coisas que tão "enfeitando" e foca no básico: quem tá praticando a ação (o sujeito) e qual a ação (o verbo). Isso ajuda a clarear as ideias, viu?

Lembre-se que é apenas uma dica, mas pode ajudar. E se tiver mais dúvidas pode perguntar!

Como explicar a concordância verbal?

A concordância verbal, no fundo, é como uma dança: o verbo e o sujeito precisam estar sincronizados. A regra geral? O verbo se veste com as mesmas roupas (número e pessoa) do sujeito. Simples, né? Mas, como na vida, sempre tem um "mas".

Agora, quando a gente usa expressões partitivas – tipo "a maioria de", "parte de" – a coisa fica interessante. Imagine que você tem um bolo. "A maioria do bolo" foi comida. Aí, a concordância pode ser tanto com "maioria" (singular: "foi comida") quanto com "bolo" (singular: "foi comida"). "Uma porção dos convidados" gostou ou gostaram da festa? As duas formas são aceitáveis! O importante é manter a elegância.

  • Sujeito simples: Sem mistério, o verbo segue o sujeito. Ex: "Eu canto", "Nós cantamos".

  • Sujeito composto: Aí a banda fica maior e a concordância, mais animada.

    • Após o verbo: Plural obrigatório. "João e Maria chegaram."
    • Antes do verbo: Dá pra escolher! Se a ideia for de união, o plural é mais comum. Se quiser dar ênfase a um dos elementos, singular.
  • Expressões partitivas: Elas adoram nos confundir. "A maioria dos alunos passou" ou "A maioria dos alunos passaram"? As duas opções estão corretas!

  • Pronomes relativos: O verbo se amarra no antecedente do pronome. "Eu que te amo" (o "eu" é o antecedente).

  • Verbos impessoais: Esses são rebeldes, ficam sempre no singular. "Havia muitas pessoas", "Faz anos que não te vejo".

A gramática, no fim das contas, é um mapa, não uma camisa de força. Conhecer as regras te dá liberdade para escolher o melhor caminho, a melodia mais agradável. E como dizia minha avó: "Na dúvida, consulte um bom dicionário e siga o seu ouvido." ????

Quais são as características da concordância verbal?

Nossa, concordância verbal… me pegou de surpresa essa pergunta! Lembro da aula de português do 7° ano, lá em 2008, na Escola Estadual Dona Zulmira, em São Paulo. A professora, a Dona Maria, tinha uns métodos… peculiares. Ela usava chapéus enormes e falava um monte de coisas estranhas, mas explicava bem! Acho que entendi na época, mas agora… preciso cavucar na memória.

A regra básica, a que eu me lembro, é o verbo combinar com o sujeito. Número e pessoa, né? Singular, plural, primeira, segunda, terceira pessoa… Isso eu sei! Mas essas expressões partitivas… Isso sim me complicou!

  • A maioria dos alunos foi à festa. (Verbo com o partitivo – singular)
  • A maioria dos alunos foram à festa. (Verbo com o nome – plural)

Dona Maria ia dizendo que dava pra fazer dos dois jeitos! Isso me deixava louca, parecia que a regra tinha um buraco negro. A gente aprendeu a decorar, sabe? Tipo, "se a ênfase for no coletivo, singular. Se for nos indivíduos, plural". Mas, sinceramente, na hora da prova, ficava tudo uma confusão! Tipo, "A maior parte dos doces estava deliciosa, mas alguns estavam duros". Me lembro que na prova, fiz errado! Era pra concordar com o "doces", mas eu fiquei na dúvida e escolhi o singular. Ainda me arrepio!

Acho que essas expressões partitivas sempre foram um pé no saco. Hoje em dia, eu procuro pensar na lógica da frase, mas naquela época? Era decoreba pura! De qualquer jeito, a regra geral fica mais fácil de lembrar do que essas exceções.

O que é um grupo nominal?

Ah, o tal do grupo nominal, essa figura que assombra as aulas de português! É tipo o "bonde" da gramática, onde o substantivo é o motorista e os outros termos são os passageiros, todos juntinhos pra fazer sentido na frase.

  • O que é: É um ajuntamento de palavras que giram em torno de um substantivo ou pronome, como se fossem abelhas e o substantivo fosse o pote de mel. Tipo, "a casa amarela" – "casa" é o chefão!

  • Quem faz parte da festa:

    • Só o substantivo (ou pronome), solitário e independente. Exemplo: "Eu". Simples assim.
    • O substantivo com seus "parças": complementos, que dão um "tchan"; modificadores, que turbinam o visual; e determinantes/quantificadores, que definem a quantidade e a quem o substantivo pertence. Tipo, "meu carro vermelho tunado" – aí tem de tudo!

É como se o substantivo fosse o Neymar e os outros termos fossem os "parças" dele, sempre ali pra dar um apoio e fazer o time (frase) brilhar.