O que é obrigatório na norma ABNT?

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Em trabalhos ABNT, a capa é essencial e deve incluir: nome da instituição, curso, nome do autor, título do trabalho, cidade e ano. Além da capa, a folha de rosto é obrigatória, contendo nome do autor, título, cidade, ano, uma breve descrição do objetivo do trabalho e o nome do orientador.
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O que a norma ABNT exige? Quais são os requisitos obrigatórios?

Nossa, ABNT... Que dor de cabeça, né? Lembro daquela vez, em 2018, na faculdade de Letras em São Paulo, meu TCC, sobre a obra do Guimarães Rosa, quase me leva à loucura. Aquelas regras todas… A capa, com o nome da universidade (USP, no meu caso), o curso (Letras), meu nome, o título – “A construção da identidade em Sagarana” – cidade (São Paulo) e ano (2018). Ufa!

A parte chata mesmo era a folha de rosto. Nome completo, título, a cidade de novo, o ano, uma sinopse ridícula que eu inventei, e o nome da orientadora – a Professora Doutora Ana, uma fofa, mas exigente. Gastamos uns 150 reais só em encadernação naquela gráfica na Rua Augusta.

Resumindo: nome da instituição, curso, autor(a), título, cidade, ano… essencial. A folha de rosto? Mais detalhada, com resumo e orientador(a). É isso aí, a grosso modo. Se esquecer de algum detalhe, prepare-se pra correr atrás do prejuízo. Ainda tenho pesadelos com a ABNT…

O que tem que ter no trabalho ABNT?

Aff, ABNT… que dor de cabeça! Lembro daquela luta com o TCC, meu Deus! Tinha que ter tudo certinho, né? Senão, era reprovação na certa.

  • Folha de rosto: Essa é básica, né? Nome, título, tipo de trabalho (monografia, dissertação, tese… ainda me confundo com isso!), data, instituição, curso, etc. Meu TCC foi em 2023, na USP, e quase me matei pra acertar tudo!

  • Sumário: Ah, o sumário! Odeio fazer sumário. Sempre me perco na numeração das páginas. Tenho que checar uns 5x pra ter certeza que está tudo certo. Ainda bem que tem aqueles programas que fazem isso automaticamente... Ainda assim, fico horas conferindo.

  • Introdução: Precisa ser objetivo, claro e conciso. A minha introdução do TCC de 2023 foi um sufoco!

  • Desenvolvimento: Aqui é onde você coloca TODA a sua pesquisa, os dados, as análises... A parte mais trabalhosa, sem dúvida. Meus capítulos eram um labirinto!

  • Conclusão: Resumir tudo o que foi feito, apresentar os resultados e… fim! A conclusão é a parte que mais me aliviava quando eu finalmente terminava.

  • Referências: Ah, as referências… aquelas regras chatas de formatação, o pavor da citação indireta, a angústia da citação direta… quase morri de tanto procurar normas.

  • Anexos (se necessário): Não me lembro de ter anexos no meu TCC, acho que não precisou. Mas é importante lembrar que pode ter, dependendo do trabalho.

Ah, e quase esqueci: a margem, a fonte (Times New Roman 12 geralmente), espaçamento entre linhas… mil detalhes chatos! Ainda tenho pesadelos com isso! Que saco, né? Mas é essencial. No final, valeu a pena, pelo menos pra mim. Mas foi sofrido!

Quais são as normas obrigatórias da ABNT?

Normas ABNT: o essencial.

NBR 14724: A bíblia dos trabalhos acadêmicos. Formato, estrutura, tudo aqui. Meu TCC sofreu com essa, em 2022.

NBR 10520: Citações. Aprende a citar direito, ou se prepara para problemas. Já vi muita gente se ferrar por causa disso.

NBR 6023: Referências. Complemento da 10520, a base da bibliografia. Meu orientador era chato com isso.

Outras importantes: 6024 (numeração), 6027 (sumário), 6028 (resumos). Detalhes chatos, mas fundamentais. Ignorar é burrice. Ainda me lembro de uma noite inteira formatando o sumário.

Detalhe: essas normas podem ter atualizações. Confirme sempre a versão mais recente no site da ABNT. Não adianta usar uma desatualizada. Evita dor de cabeça.

Quais são as regras da ABNT para trabalhos académicos?

A tarde caía, um amarelo esmaecido pintando o céu sobre a minha janela. Aquele cheiro de papel velho, tão familiar, me invadiu. Lembranças de noites em claro, café frio e a pressão da caneta sobre o papel. A ABNT, essa deusa implacável, ditando as regras do jogo acadêmico… Formato A4, 21x29,7 cm, uma folha em branco, virgem, pronta para receber o peso das minhas palavras, ou melhor, a digitação delas. Aquele branco me assusta e me atrai ao mesmo tempo, um vazio a ser preenchido, uma tela esperando a minha obra.

Fonte tamanho 12, implacável e precisa, a moldura que delimita o meu pensamento, minha escrita. Lembro daquela vez, tentando encaixar tudo na margem, a luta contra os centímetros, a angústia de um parágrafo que se rebelava contra a formatação. E as citações longas, aprisionadas na fonte 10, um sussurro no meio do meu discurso principal. A sensação de quase falhar, quase sucumbir àquelas regras tão rígidas.

Margens: 3 cm à esquerda e em cima, 2 cm à direita e embaixo. Uma geometria que tenta conter a minha inspiração, a minha alma. Essa luta entre a criatividade e a formalidade. Às vezes, sentia-me preso numa gaiola de normas, um pássaro de asas cortadas, incapaz de voar livremente. O ritmo lento da escrita, a respiração ofegante, a pressão do tempo… A tela branca ainda me assombra, um fantasma de noites passadas. O cheiro de café velho, um perfume nostálgico daquela saga.

  • Papel: Formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm), branco.
  • Fonte: Tamanho 12 (texto); Tamanho 10 (citações longas e notas de rodapé).
  • Margens: Esquerda e superior: 3 cm; Direita e inferior: 2 cm.
  • Digitação: Apenas no anverso da folha.

Aquele caderno, a minha mesa bagunçada, a cafeína correndo em minhas veias… Aquele instante de criação, de luta contra a própria estrutura… A ABNT, essa sentinela implacável que me guiou por anos.

Como é feita a folha de rosto?

A folha de rosto é o portal para seu trabalho. Essencial, direta, sem floreios.

  • Autor: Seu nome, sem rodeios.
  • Título: A alma do trabalho, conciso.
  • Subtítulo: Se houver, um complemento, nunca supérfluo.
  • Natureza: Define o que é – tese, artigo, projeto. Essencial.
  • Orientador: O guia. Nome e titulação. Respeito.
  • Local: A cidade onde a ideia nasceu.
  • Ano: O fim da jornada.

A ordem importa. A precisão, mais ainda. Sem isso, é ruído.